Testemunho do Pe. Yannik Bonnet

quarta-feira, 27 de novembro de 2013



      Queridos irmãos, queridas irmãs, a paz!
    De Medjugorje, Irmã Emmanuel nos envia este testemunho, dado neste mês de novembro de 2013.

     Entre os peregrinos franceses do dia de Todos os santos, tivemos o Pe. Yannik Bonnet, 80 anos, da diocese de Puy en Veley, antigo engenheiro químico, viúvo, ordenado padre em 1999. O seu testemunho fez renascer a esperança em muitos corações.
Em Abril de 1973, um ano antes da morte de Pompidou (que bloqueou a lei sobre o aborto antes que Giscard a fizesse passar), Yannik foi visitar Marta Robin, grande mística francesa aceite para Beatificação, porque ele era nessa época pai de família numerosa e inquietava-se pelo futuro dos seus 7 filhos. Por um providencial concurso de circunstâncias, pôde conversar com Marta durante 55 minutos.
Eis aqui alguns fragmentos tão atuais desta conversa. Na Sua mensagem do dia 2, Maria fala-nos do Pai do Céu. Ora, Marta tinha um profundo conhecimento do plano de Deus para os pais da terra, em ligação com o Pai do Céu. Yannik, nessa época, tinha acabado de ter o seu 7º filho.
“Marta”, perguntou-lhe ele, “acredita que é útil os cristãos meterem-se na política?” (João Paulo II ainda não o tinha dito claramente).
Marta respondeu-lhe:
“É claro que sim! Mas o senhor, não antes de 10 anos!”
“Por quê?”, perguntou Yannik.
“Porque acabou de ter uma pequenina e ela necessita que seu pai a estruture durante 10 anos”.
E Yannik acrescentou: “Marta falou-me muito da educação e do papel do pai, porque eu tinha ido por causa disso. Ela era muito precisa sobre a importância do papel do pai, que prepara o filho para a autonomia e que o estrutura, enquanto a mãe lhe dá todo o amor para amar a vida. Porque os filhos que não foram amados pelo amor materno têm, com frequência, fortes tentações suicidas.”
“Os jovens de hoje não são estruturados, não resistem aos embates. Entre os meus companheiros do seminário em Roma, já há quem tenha deixado o ministério, eles não aguentaram o choque; são pessoas muito afetivas, mas não estruturadas. Nos nossos seminários, temos bons professores, vejo-o bem pelos meus jovens camaradas; mas faltam pais, no sentido da paternidade.”
Aqui, Maria dá um caminho da cura: “Meus filhos, através da oração, escutem a vontade do Pai. Conversem com Ele. Tenham uma relação pessoal com o Pai, o que tornará ainda mais profunda a relação entre vocês, a comunidade dos Meus filhos, dos Meus apóstolos. Como Mãe, quero que, através do amor ao Pai do Céu, vocês se elevem acima das vaidades desta terra e que ajudem os outros a conhecer pouco a pouco o Pai Celeste e a aproximar-se d’Ele”.
 Fonte: "Enfants de Medjugorje" 
 www.enfantsdemedjugorje.fr
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Um comentário:

  1. Tive a felicidade de conhecer o Padre Eugênio nos anos 80, quando ele esteve na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em São Paulo, mais precisamente no Brooklin, juntamente com o Padre Antônio Turra.
    Suas missas eram sempre cheias de fervor, maravilhosas, transbordava de amor e devoção, e sempre disse isso para minha família.
    Anos mais tarde Deus me concedeu a graça, não só a mim, mas também à minha mãe e tia, ambas já falecidas, de assistir a uma palestra de umas das videntes de Medjugorje, que veio ao Brasil com o Padre Eugênio, e nessa palestra ele deu seu testemunho.
    Lindo, emocionante e impressionante.
    Deus o abençoe Padre Eugênio, eu nunca duvidei da sua vocação e fé, sempre soube que Deus o havia escolhido para uma missão especial.
    Espero que um dia eu possa assistir novamente uma missa com o senhor celebrando.
    Fiquem todos com Deus e com a Virgem de Medjugorje.

    Argênides

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