Mariam de Belém e o Espírito Santo

quarta-feira, 29 de maio de 2013



Queridos irmãs, queridas irmãs, a paz! Em Medjugorje, a Gospa nos ensinou que “quem tem o Espírito Santo, tem tudo”.
Recentemente tive a oportunidade de ler um precioso livro sobre uma mística carmelita, Mariam, a beata Maria de Jesus Crucificado. Eis alguns trechos para serem meditados e vividos por nós:
 
“Segundo testemunho das irmãs, Mariam tinha uma devoção extraordinária pelo Espírito Santo e dizia sem cessar:
‘Espírito Santo, inspira-me. Amor de Deus, consome-me. Conduze-me ao verdadeiro caminho. Maria, minha Mãe, socorre-me. Com Jesus, abençoa-me. De todo o mal, de toda a ilusão, de todo o perigo, preserva-me’.
Mariam chamava o Espírito Santo com todo o seu coração, em qualquer lugar e em todas as circunstâncias. Sempre que tinha que tomar uma decisão ou uma iniciativa, quando precisava fazer uma escolha, resolver um problema, ela invocava o Espírito Santo.
Ela chamava-O utilizando uma linguagem de criança: ‘Vem, minha consolação! Vem, minha alegria! Vem, minha paz! Minha força, minha luz, vem, ilumina-me para que eu possa encontrar a fonte onde possa matar a sede!’ Ela dizia: ‘Espírito Santo, não me recuses nada, Espírito Santo, não me recuses nada!’
Um dia, Jesus lhe transmite a seguinte mensagem: Todo aquele que invocar o Espírito Santo, procure-Me e encontrar-Me-á. A sua consciência será delicada como a flor dos campos. Se for um pai ou uma mãe de família, a paz entrará na família e o seu coração ficará em paz neste mundo e no outro. Não morrerá nas trevas, mas na paz.
Eis a parte da mensagem destinada aos sacerdotes: Desejo ardentemente que os padres celebrem todos os meses uma missa em honra do Espírito Santo. Todos os que a celebrarem ou nela participarem, receberão a estima do próprio Espírito Santo. Receberão luz, terão paz. Curarão os doentes, despertarão os que dormem.
     O que tocava a Irmã Maria de Jesus Crucificado era a graça oferecida a todas as almas: a graça de se deixarem inspirar pelo Espírito Santo. E ela gostava de repetir: ‘Temos um Espírito Santo!’. Ela sempre teve pena de ver que o mundo e até mesmo alguns cristãos e membros do clero vivessem como se o Espírito Santo não existisse.
Por exemplo, a propósito das faltas cometidas pelas comunidades religiosas, que ela sabia entristecerem tanto o Senhor, dizia: ‘O mundo e as comunidades religiosas procuram novidades nas devoções e negligenciam a verdadeira devoção ao Paráclito; por isso há erros, desunião e não há paz nem luz’. E sublinhava que nestas comunidades e entre os cristãos não se evocava a luz divina tanto quanto se devia. Ora, dizia ela, ‘é esta luz do Espírito Santo que nos dá a conhecer a verdade. Até mesmo nos seminários se negligencia essa devoção ao Espírito Santo’.
Mariam nunca compreendeu como se pode passar ao lado de um tal dom de Deus. Ela costumava dizer: ‘Todas as pessoas que, no mundo ou na comunidade, invocam o Espírito Santo e Lhe prestam devoção, não morrerão no erro’.
Mariam exprime uma grande esperança em relação aos padres: ‘Todo o padre que pregar esta devoção receberá luz quando falar dela aos outros’.
 
Fonte: “Mariam de Belém, a Pequena Árabe”, de Ir. Emmanuel.
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