MEDITAÇÃO FINAL SOBRE O INFERNO - LITURGIA DIÁRIA , 26 DE ABRIL DE 2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013


 
MEDITAÇÃO FINAL SOBRE O INFERNO

 
É muito oportuno, ao concluirmos as leituras feitas e meditadas durante esta semana , relembrar a necessidade imperiosa desse rechaço radical , tendo em vista que o influxo pestilêncial de Satanás se torna cada vez mais intenso em nossos dias . Na medida em que os últimos vestígios da civilização cristã vão sendo extintos , o neopaganismo vai dominando sempre mais a civilização e as manifestações da anticultura hodiernas . Tenhamos uma grande maturidade espiritual , pois dizia São Paulo : "A julgar pelo tempo, já devíeis ser mestres! Contudo, ainda necessitais que vos ensinem os primeiros rudimentos da palavra de Deus; e vos tornastes tais, que precisais de leite em vez de alimento sólido!" (Hb 5,12)

 

"A que ponto chegamos? Como a indiferença religiosa criou um mundo cada vez mais hostil à fé católica .Vivemos numa época em que são evidentes os sinais do secularismo. Deus parece ter desaparecido do horizonte de várias pessoas ou ter-se tornado uma realidade diante da qual o homem permanece indiferente" - (PAPA BENTO XVI)

Imagine alguém numa situação de pesadelo, sofrendo todas as doenças possíveis, juntas, ao mesmo tempo. Quer dizer :  tivesse no coração, a dor do enfarte; nos olhos, o tormento produzido por um tumor em cada olho; na espinha dorsal, e com reflexos em todo o aparelho sensitivo, os efeitos de um canivete de fogo que estivesse continuamente cortando a espinha de alto a baixo, e triturando e esmigalhando, com todos aqueles colapso e dores; no estômago, todas as náuseas imagináveis (a náusea é uma das sensações mais desagradáveis que pode haver), mas, ao mesmo tempo, nos rins, sensação de uma pedra enorme que não passa e os congestiona; sentisse todo o mal-estar de um homem com o sangue altamente infeccionado, no qual corressem continuamente as piores toxinas e venenos

Suponha que das narinas dessa pessoa saísse continuamente o pus mais asqueroso; nos ouvidos houvesse vermes roendo continuamente os tímpanos, e produzindo dores de estalar. Em uma palavra, houvesse em cada célula a maior dor de que aquela célula é capaz, de maneira que a pessoa sentisse, continuamente, eternamente, sem nenhuma interrupção, milhões de martelos descarregando sobre si, comprimindo e chagando continuamente seu corpo

Pois bem, tudo isso é uma imagem fraca, irreal, dos tormentos que o corpo padece no inferno, porque os sofrimentos infernais são incomparavelmente piores do que esses . Pois os tormentos  acima descritos ainda podemos imaginá-los enquanto que as torturas infernais são estritamente inimagináveis . Para se ter uma idéia disso, Santo Inácio de Loiola faz a comparação entre o fogo do inferno e o fogo da terra

Tomemos uma chama. Ninguém gostaria de ser condenado a viver dentro daquela chama, queimando-se eternamente. Bastaria propor a alguém que pusesse a mão na chama ou somente o dedo indicador, para que a pessoa sustentasse uma batalha de anos para evitar isso. O fogo do inferno é tão mais devorador do que o fogo da terra, que se se colocasse um rochedo (podemos imaginar o Pão de Açúcar) nas chamas infernais ele se consumiria imediatamente, a ponto de não restar do mesmo senão um monte de cinzas. Tal é o fogo do inferno.

Imaginemos agora um corpo vivo – porque o que vai para o inferno não é o cadáver, é o corpo ressuscitado e com vida- posto eternamente num fogo capaz de, num segundo, liquefazer e queimar completamente um rochedo.

Santo Inácio de Loiola, em seus “Exercícios Espirituais”, apresenta a meditação do inferno, recomendando ao retirante “tocar, de algum modo, aquele fogo, cuja ação queima a própria alma”. Com efeito, as almas dos condenados, mortos antes da ressurreição dos corpos que ocorrerá no fim do mundo, são atormentadas diretamente pelas chamas do inferno

 

O CORPO NÃO SE DESINTEGRA : Se todo esse tormento atingisse o homem e, ao cabo de um minuto, de uma hora, de um dia que fosse, passasse, isto seria na realidade terrível, mas, afinal, seria algo passageiro. No entanto, não é o que se dá com o inferno. O perecido é ali queimado continuamente e nunca o seu corpo se desintegra, ele nunca morre, nunca acaba. De maneira que a chama, ao mesmo tempo o torra e o mantém íntegro. O tormento que ele sofre ao cabo de cinco quinquilhões de anos é o mesmo que padece no primeiro momento em que tocou tal fogo. E aquela chama devoradora, que não pára!

Além do fogo há outros tormentos internos e externos: sensações desagradáveis, cheiros pútridos, visões de coisas trágicas, audições de cacofonias monstruosas. No paladar, a sensação de ingerir as matérias mais purulentas e asquerosas, continuamente. Esta é a situação de um condenado no inferno.

Como é verdade o que diz o Espírito Santo, na Sagrada Escritura: “Medita nos teus novíssimos e não pecarás eternamente!” (Ecl. 7,40)

A VISÃO DO INFERNO EM VIDA : O Criador, em sua misericórdia, tanto quer nos livrar do inferno que dispôs que algumas almas eleitas fossem lá conduzidas em vida, para que os homens soubessem, através dessas testemunhas, o que está preparado ao homem que ousa violar os Mandamentos de seu Deus.

Entre as almas privilegiadas que tiveram a graça de, em vida, ver o inferno encontra-se a grande mística espanhola do século XVI, Santa Teresa de Jesus:

“Havia já muito tempo que o Senhor me fazia muitas das mercês que referi e outras grandíssimas, quando um dia, estando em oração, achei-me subitamente, ao que me parecia, metida corpo e alma no inferno. Entendi que queria o Senhor dar-me a ver o lugar que aí me haviam aparelhado os demônios, e eu merecera por meus pecados. Durou brevíssimo tempo, mas, ainda que vivesse muitos anos, tenho por impossível olvidá-lo. Pareceu-me a entrada um beco bem longo e estreito, semelhante a um forno muito baixo, escuro e apertado. O solo tinha aparência duma água, ou antes, dum lodo sujíssimo e de pestilencial odor, cheio de répteis venenosos. No fundo havia uma concavidade, aberta numa parede, a modo de armário, onde me vi encerrada estreitíssimamente. Tudo isto era deleitoso à vista, em comparação do que ali senti. Entretanto, o que escrevi está muito aquém da verdade”

Mas não foi só nos séculos passados que a Providência quis alertar os homens para os horrores do inferno, mas também no atual que estadeia impiedade e a luxúria. Com efeito, em 1923, falecia em odor de santidade a religiosa espanhola sóror Josefa Menéndez, da Société du Sacré Coeur de Jesus

Assim, narra ela uma de suas descidas ao inferno: “Então arrastaram-me por um longo caminho mergulhado em escuridão. Comecei a ouvir de todos os lados berros medonhos. Pelas paredes do estreito corredor havia nichos, uns em frente dos outros, de onde saía fumaça quase

sem chama e com cheiro intolerável. Dali, vozes proferiam toda espécie de blasfêmias e palavras impuras . “Algumas maldiziam seus próprios corpos. Outras seus pais: Outras censuravam a si mesmas por não terem aproveitado tais ocasiões ou tais luzes para abandonarem o mal. Era uma confusão de berros, de raiva e de desespero.”

“Fui puxada através dessa espécie de corredor que não tinha mais fim. Depois deram-me um violento empurrão que me enfiou, dobrada entre tábuas incendiadas e espetada de lado a lado por agulhas em brasa. Diante de mim, almas amaldiçoavam e blasfemavam. Foi o que mais me fez sofrer.” “Mas o que não pode ter comparação com tormento algum é a angústia da alma que se vê separada de Deus

INSTRUMENTO DA JUSTIÇA DIVINA : Deus é infinito e por isso tudo o que Ele faz é marcado por esse atributo de sua divindade. Assim, quando Ele premia os justos, é superabundante em sua misericórdia. Mas também é superabundante quando se trata de punir o pecador que, tendo recusado os incontáveis chamados de sua graça, de ter desprezado seus inúmeros perdões, morre em estado de pecado mortal. Assim ensinam os teólogos, com base na Sagrada Escritura, ser o inferno o pior dos males enquanto suplício e aplicação da vingança divina :

1. Porque aquele fogo é um fogo de enxofre, segundo aquelas palavras do Real Profeta: Fará chover sobre eles suas redes; o fogo, o enxofre, o vento das tempestades será o cálice que Ihes prepare (SI. 10,7)

2. É um fogo muito ardente, muito cruel e penetrante.

3. Consome diretamente as almas do mesmo modo que os corpos.

4. Tal fogo não ilumina; é uma densa treva, e atormenta os réprobos não só com sua intensidade, mas também com suas trevas, sua fumaça e seu insuportável odor de enxofre

A esse propósito, diz São João no Apocalipse: “E este (o condenado) beberá do vinho do furor de Deus, que foi derramado sem mistura na taça de sua ira e será atormentado com o fogo e o enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E o fumo do seu tormento subirá pelos séculos dos séculos e não terão repouso. Dia e noite aqueles que adorarem a besta e sua imagem, e os que receberem a marca do seu nome” (Apoc. 14, 10-11)

“Meditai estas terríveis verdades, diz Santo Agostinho, e oponde aquele fogo do inferno às chamas da paixão e da cobiça que os atormentam nesta vida. O fogo material de que nos servimos se apodera dos objetos que recebe e os consome; mas o fogo do inferno devora os réprobos e os conserva inteiramente para castigo

SEPARAÇÃO DE DEUS – O maior tormento : Por ser Deus infinitamente sábio, infinitamente bom e infinitamente belo, ele é infinitamente cativante: Deus atrai. Deus empolga, Deus interessa; a pessoa fica ávida de ver todos os seus movimentos, tudo quanto se passa dentro de sua essência, que iremos contemplar face a face; de maneira que tudo quanto o Céu apresenta de belo nada é em comparação com o que contemplaremos diretamente em Deus.

O condenado sabe que todos os bem-aventurados estão vendo a Deus. Ele, porém, não pode fazê-lo, está mantido à distância, é o escorraçado, para quem isto foi proibido, porque ele não é digno, está marginalizado. E fácil imaginar o tormento que isso deve causar nele, devorado pela inveja e pelo ódio. Pode-se então ter uma idéia dos mil tormentos que percorrem a alma de um perecido.

Com efeito, ensina a teologia, a separação ele Deus é a pena principal dos condenados. Um Deus perdido, o bem por excelência, o autor e o manancial de toda a felicidade. O desejo de ser feliz é um sentimento profundo, que domina o homem e o segue por toda a parte; é o móvel de todos os nossos passos e ações. Tal desejo é obra do próprio Deus, e só Deus pode satisfazê-lo: criou o coração do homem para Si e só Ele pode enchê-la. Por isso, aquele coração chama o seu Deus como a seu único e soberano bem

Na Terra, o homem, distraído e enganado por tudo o que está ao seu redor, não reflete bastante sobre essa verdade, que passa desapercebida para as pessoas do mundo; mas no inferno não há distrações, porque já não há ilusão. A alma do pecador, que dormia na terra, desperta no inferno e desperta para não voltar a dormir. Vê a seu Deus como seu único bem, como o único objeto que poderia fazê-la feliz: sente, por sua natureza, intensa atração para seu criador; mas um braço invisível a detém, a rechaça, um intervalo imenso a separa de seu Deus. Cadeias que não pode romper a detêm em seu cativeiro.

Nenhum de nós gosta de ser odiado, imaginemos o precito sentir contra si, eternamente, como que um olho iracundo que nunca deixa de o olhar com cólera, sendo ele um excomungado, um rejeitado, um miserável, por toda a eternidade.

Todo esse ódio, que cai como um gládio de fogo sobre a cabeça do precito, no inferno, tem como princípio e causa primeira a espantosa maldição com que fulmina o réprobo no momento de sua morte. Com efeito, a partir do instante em que o pecador entra na eternidade, por causa de um só pecado mortal, ele ouve do divino Juiz esta terrível sentença: “Afasta-te de mim maldito, paro o fogo eterno”E o condenado estará então eternamente sob o peso daquela maldição divina. Tal é o desgraçado estado dos condenados.É muito oportuno, ao concluirmos estas linhas, relembrar a necessidade imperiosa desse rechaço radical, tendo em vista que o influxo pestilêncial de Satanás se torna cada vez mais intenso em nossos dias.Na medida em que os últimos vestígios da civilização cristã vão sendo extintos, o neopaganismo vai dominando sempre mais a civilização e as manifestações da anticultura hodiernas

 

E PARA TERMINAR , PENSAMENTO DE SÃO ROBERTO BELARMINO (ELEVAÇÃO DA MENTE A DEUS) : "Ó alma, o teu exemplo é Deus, beleza infinita, luz sem sombras, esplendor que supera aquele da lua e do sol. Eleva os olhos a Deus, em quem se encontram os arquétipos de todas as coisas e do qual, como de uma fonte de fecundidade infinita, deriva essa variedade quase infinita das coisas. Portanto, deves concluir: quem encontra a Deus, encontra tudo; quem perde a Deus, perde tudo . Se tens sabedoria, compreendes que foste criado para a glória de Deus e para a tua salvação eterna. É este o teu objetivo, este é o centro da tua alma, este é o tesouro do teu coração. Por isso, considera como verdadeiro bem para ti aquilo que te conduz ao teu fim, e verdadeiro mal aquilo que te priva dele"

 

LITURGIA DO DIA 26 DE ABRIL DE 2013

PRIMEIRA LEITURA: ATOS DOS APÓSTOLOS 13, 26-33

IV SEMANA DA PÁSCOA , (BRANCO - OFÍCIO DO DIA) - LEITURA DOS ATOS DOS APÓSTOLOS - Naqueles dias, 26Irmãos, filhos de Abraão, e os que entre vós temem a Deus: a nós é que foi dirigida a mensagem de salvação. 27Com efeito, os habitantes de Jerusalém e os seus magistrados não conheceram Jesus, e, sentenciando-o, cumpriram os oráculos dos profetas, que cada sábado são lidos. 28Embora não achassem nele culpa alguma de morte, pediram a Pilatos que lhe tirasse a vida. 29Depois de realizarem todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro, puseram-no num sepulcro. 30Mas Deus o ressuscitou dentre os mortos. 31Durante muitos dias apareceu àqueles que com ele subiram da Galiléia a Jerusalém, os quais até agora são testemunhas dele junto ao povo. 32Nós vos anunciamos: a promessa feita a nossos pais, 33Deus a tem cumprido diante de nós, seus filhos, suscitando Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei (Sl 2,7) - Palavra do Senhor

 SALMO RESPONSORIAL (2)

REFRÃO: TU ÉS MEU FILHO, EU HOJE TE GEREI!

1. "Fui eu mesmo que escolhi este meu Rei e em Sião, meu monte santo, o consagrei!" O decreto do Senhor promulgarei, foi assim que me falou o Senhor Deus: "Tu és meu Filho, e eu hoje te gerei!" -R.

2. Podes pedir-me, e em resposta eu te darei por tua herança os povos todos e as nações, e há de ser a terra inteira o teu domínio. Com cetro férreo haverás de dominá-los, e quebrá-los como um vaso de argila! -R.

3. E agora, poderosos, entendei; soberanos, aprendei esta lição: Com temor servi a Deus, rendei-lhe glória e prestai-lhe homenagem com respeito! -R.

 EVANGELHO: JOÃO 14, 1-6

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO JOÃO - Naquele tempo, 1Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. 2Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. 3Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. 4E vós conheceis o caminho para ir aonde vou. 5Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? 6Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho , a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim - Palavra da salvação

 
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA NO DIA 25 DE ABRIL DE 2013 À VIDENTE MARJIA PAVLOVIC - “Queridos filhos! Rezem, rezem, somente rezem até que seus corações abram-se na fé como as flores se abrem aos raios quentes do sol. Este é um tempo de graças que DEUS dá a vocês através da Minha Presença, mas vocês estão longe do Meu Coração, portanto, EU chamo vocês a uma conversão pessoal e a oração familiar. Possa a Sagrada Escritura sempre ser um incentivo para vocês. EU abençôo todos vocês com a Minha Benção Maternal. Obrigada por terem respondido ao Meu Chamado” – MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE
 
 

A IGREJA CELEBRA HOJE , SÃO PASCÁSIO - Pascásio Radbert foi personagem considerável no seu tempo. Os historiadores da Teologia continuam a mencionar a teoria que ele imaginou para "esclarecer" o mistério da presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. Como diplomata, viajou muito entre 822 e 834, para solucionar questões da Igreja e tentar apaziguar os conflitos que punham em campo os sucessores de Carlos Magno. Era um enjeitado exposto no pórtico de Nossa Senhora de Soissons no fim do século VIII. A abadessa Teodarda, prima direita de Carlos Magno, recolheu-o e educou-o da melhor maneira que pôde. Sempre ele se referiu à sua mãe adotiva com reconhecimento e veneração; apesar disso, deixou-a algum tempo para se lançar em aventuras. Converteu-se aos 22 anos, e foi então Adelardo, irmão de Teodarda, abade de Corbie, que o recebeu entre os seus monges. Veio a ser um célebre professor, que deu celebridade às escolas de Corbie. Em 844, os seus colegas de elegeram-no como abade mas, sete anos mais tarde, fizeram uma espécie de revolução que o obrigou a refugiar-se noutra abadia. Não se afligiu. Nascera para ser escritor, e tinha várias obras em preparação: "Que felicidade, dizia, ser lançado nos braços da filosofia e da sabedoria, e poder de novo beber no meu outono o leite das Sagradas Escrituras, que alimentou a minha juventude!" . Mas afinal os monges de Corbie acabaram por o chamar; voltou a viver com eles como simples religioso, edificando-os com os exemplos e continuando a escrever. Aí morreu a 26 de abril de 865 . São Pascásio, rogai por nós!

 

 

 

 

 
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