A indissolubilidade do Matrimônio

sábado, 1 de setembro de 2012


 
 
"Porém, no princípio, quando Deus os criou, formou um homem e uma mulher. Por isso o homem e deixará seu pai e sua mãe, e se juntará a sua mulher; e os dois serão uma só carne. E assim já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mc 10,6-8). Com essas palavras, Jesus declara a unidade e a indissolubilidade do matrimônio tal como tinha sido estabelecido no princípio. E confirma mais expressamente seu ensinamento, quando diz: “Qualquer que repudiar a sua mulher e se casar com outra, comete adultério contra a primeira. E se a mulher repudiar o seu marido e se casar com outro, comete adultério” (Mt 19,9). As palavras de Jesus são extremamente claras. Portanto, como cristãos, não podemos questionar essas propriedades do matrimônio. Devemos sim, defender a dignidade do matrimônio e sua estabilidade. Mesmo porque, a saúde moral dos povos está ligada ao bom estado do matrimônio, e quando este se corrompe, a sociedade adoece gravemente.

A Igreja também reafirma com segurança e firmeza a doutrina da indissolubilidade do matrimônio, segundo João Paulo II: “A quantos, nos nossos dias, consideram difícil ou mesmo impossível vincular-se a uma pessoa por toda a vida e quantos são subvertidos por uma cultura que rejeita a indissolubilidade matrimonial e ridicularizam abertamente o empenho e a fidelidade dos esposos, é necessário reafirmar o alegre anúncio da perenidade do amor conjugal que tem em Jesus Cristo o seu fundamento e vigor. Radicada na doação pessoal e total dos cônjuges e exigida pelo bem dos filhos, a indissolubilidade do matrimônio encontra a sua verdade última no desígnio que Deus manifestou na Revelação: Deus quer e concede a indissolubilidade matrimonial com fruto, sinal e exigência do amor absolutamente fiel que Ele manifesta pelo homem e que Cristo vive para a Igreja." Esse vínculo, que só a morte pode desfazer, é a imagem do vínculo que existe entre Cristo e Sua Esposa, a Igreja.

A graça do Sacramento do Matrimônio consolida a unidade indissolúvel do casal e os santifica no caminho da vida eterna. Por isso os noivos, no dia do seu matrimônio, fazem a seguinte promessa no altar: “Eu, te recebo por minha (meu) esposa (o), e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe”. Se os cônjuges separam-se, divorciam-se, separam algo que Deus uniu.

Não seria tarefa difícil cumprir aquilo que foi prometido no altar perante Deus, se o comportamento dos cônjuges, após o rito do matrimonio, estivesse de acordo com o compromisso assumido naquele momento. A partir daquele momento, o casal deve se tornar um, de maneira a viverem juntos cuidando das necessidades um do outro. Assim como uma parte do corpo cuida das outras partes, assim também cada parceiro deve mostrar carinho e cuidado um pelo outro. E o mais importante, o casal deve almejar servir ao Senhor juntos, porque quando Deus está no centro do casamento há gozo e sem Deus, uma união duradoura não é possível.

 

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