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UMA HORA SANTA NA PRESENÇA DE NOSSO SENHOR NO SANTÍSSIMO SACRAMENTO - Liturgia diária , 22 de julho de 2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

 

UMA HORA SANTA NA PRESENÇA DE NOSSO SENHOR NO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
 
PELO SERVO DE DEUS , BISPO FULTON SHEEN
 
 
No dia da minha Ordenação, tomei duas decisões:
 

1. Que ofereceria a Sagrada Eucaristia todos os sábados em honra à Santíssima Virgem Maria, para implorar sua proteção sobre meu sacerdócio (a Epístola aos Hebreus ordena ao sacerdote oferecer sacrifícios não só pelos demais, mas também por si mesmo, já que seus pecados são maiores devido à dignidade de seu ofício)
 

2. Resolvi também que todos os dias passaria uma Hora Santa na presença de Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento
 

Venho mantendo ambas as decisões no decorrer do meu sacerdócio. A Hora Santa originou-se de uma prática que desenvolvi um ano antes de ser ordenado. A grande capela do Seminário de São Paulo fechava às seis da tarde; todavia, havia capelas privadas disponíveis para devoções privadas e orações noturnas. Numa tarde em particular, durante o recreio, caminhei por quase uma hora, de um lado a outro, no exterior da capela maior. Um pensamento me surgiu: “Por que não fazer uma Hora Santa de adoração na presença do Santíssimo Sacramento?”. Comecei no dia seguinte, e hoje a prática já carrega mais de sessenta anos. Apresentarei brevemente algumas razões pelas quais mantenho esta prática, e por que venho fomentando-la nos demais
 

Primeiro, a Hora Santa não é uma devoção; é uma participação na obra da Redenção. No Evangelho de São João, Nosso Santíssimo Senhor usou as palavras “hora” e “dia” em duas conotações totalmente diferentes. O “dia” pertence a Deus; a “hora” pertence ao maligno. Sete vezes no Evangelho de São João usa-se a palavra “hora”, e em cada instância referenciando-se ao demônio e aos momentos em que Cristo já não está nas Mãos do Pai, mas nas mãos dos homens. No horto de Getsêmani, Nosso Senhor contrastou duas “horas”: uma era a hora do mal, na qual Judas pôde apagar as luzes do mundo. Em contraste, Nosso Senhor perguntou: “Não podem velar uma hora comigo?”. Em outras palavras, Ele pediu uma hora de reparação para combater a hora do mal; uma hora de união íntima com a Cruz para sobrepor-nos ao anti-amor do pecado
 

Em segundo lugar, a única vez que Nosso Senhor pediu algo a seus Apóstolos foi na noite de sua agonia. Não pediu a todos, talvez porque sabia que não podia contar com sua fidelidade. Porém, ao menos esperava que três lhe fossem fiéis: Pedro, Tiago e João. Desde esse momento, e muitas vezes na história da Igreja, o mal está acordado, porém os discípulos estão dormindo. É por isso que de Seu angustiado e solitário Coração saiu o suspiro: “Não podem velar tão somente uma hora comigo?”. Ele não implorava por uma hora de atividade, mas por uma hora de companhia
 

A terceira razão pela qual mantenho a Hora Santa é para crescer mais e mais à semelhança d'Ele. Como diz São Paulo: “Nos transformamos naquele em que fixamos nosso olhar” (Cf. 2 Cor III, 18). Ao contemplar o entardecer, o rosto toma um resplendor dourado. Ao contemplar o Senhor Eucarístico por uma hora, o coração se transforma de um modo misterioso, assim como o rosto de Moisés se transformou na companhia de Deus na montanha. Acontece-nos algo parecido ao que aconteceu com os discípulos de Emaús, no domingo de Páscoa pela tarde, quando o Senhor os encontrou. Ele lhes perguntou por que estavam tão tristes, e depois de passar algum tempo em Sua presença, e ouvir novamente o segredo da espiritualidade – “O Filho do Homem deve sofrer para entrar em Sua Glória” –, o tempo de estar com Ele terminou, e seus “corações ardiam”
 

A Hora Santa é difícil? Algumas vezes parecia ser difícil; poderia significar ter que sacrificar um compromisso social, ou levantar-se uma hora mais cedo, porém no fundo nunca foi uma carga, só uma alegria. Não quero dizer que todas as Horas Santas tenham sido edificantes como, por exemplo, aquela na igreja de São Roque, em Paris. Entrei na igreja em torno das três da tarde, sabendo que teria que tomar um trem a Lourdes duas horas mais tarde. Só tenho uns dez dias por ano nos quais posso dormir durante o dia, e este era um desses. Ajoelhei-me e rezei uma oração de adoração, sentei-me para meditar, e poucos minutos depois estava dormindo. Ao despertar, disse ao Bom Senhor: “Eu fiz uma Hora Santa?”. Pensei que Seu anjo me dizia: “Bom, foi dessa forma que os Apóstolos fizeram sua primeira Hora Santa no horto de Getsêmani, mas não o faças outra vez”
 

Uma Hora Santa difícil que recordo, foi quando tomei um trem de Jerusalém ao Cairo. O trem partiu às quatro da manhã; isso fez com que eu levantasse muito cedo. Em outra ocasião, em Chicago, às sete da noite, pedi permissão ao pároco para entrar em sua igreja e fazer uma Hora Santa, já que a igreja estava fechada. Mais tarde, ele se esqueceu de que me havia deixado entrar, e passei em torno de duas horas tentando encontrar uma maneira de escapar. Finalmente, pulei por uma pequena janela e caí na carvoeira. Isto assustou o caseiro, que veio em meu auxílio. No início do meu sacerdócio, fazia a Hora Santa durante o dia ou à tarde. No decorrer dos anos, fiquei mais ocupado, e fazia a Hora de manhã cedo, geralmente antes da Santa Missa. Os sacerdotes, como todas as pessoas, dividem-se em duas classes: galos e corujas. Alguns trabalham melhor pela manhã, outros durante a noite
 

O objetivo da Hora Santa é fomentar um encontro pessoal e profundo com Jesus Cristo. O santo e glorioso Deus nos invita constantemente a aproximarmo-nos d'Ele, conversar com Ele, para pedir-lhe as coisas de que necessitamos e para experimentar a bênção da amizade com Ele. Quando somos neossacerdotes, é fácil nos darmos por inteiro a Cristo, porque o Senhor nos preenche de doçura, da mesma maneira que uma mãe dá um caramelo a seu bebê para animar seu primeiro passo. O entusiasmo, entretanto, não dura muito; rapidamente aprendemos o custo do apostolado. A lua de mel logo termina, assim como a vaidade de ouvir pela primeira vez aquele estimulante título de “Padre”. O amor sensível, ou amor humano, diminui com o tempo, mas o Amor Divino não. O primeiro concerne ao corpo, que responde cada vez menos aos estímulos, mas na ordem da graça, a resposta do Divino ao pequeno, os atos humanos de amor se intensificam. Nem o conhecimento teológico, nem a ação social por si só são suficientes para nos mantermos em amor com Jesus Cristo, a menos que ambos estejam precedidos por um encontro pessoal com Ele
 

Moisés viu que a sarça ardente no deserto não se alimentava de nenhum combustível. A chama, sem alimentar-se de nada visível, continuava existindo sem destruir a madeira. Uma dedicação tão pessoal a Cristo não deforma nenhum de nossos dons naturais, disposições ou caráter; só renova sem matar. Como a madeira se transforma em fogo, e o fogo perdura, assim nos transformamos em Cristo, e Cristo perdura
 

Descobri que leva algum tempo para incendiar-se rezando. Esta tem sido uma das vantagens da Hora diária. Não é tão curta como para não permitir à alma abismar-se e sacudir-se às múltiplas distrações do mundo. Estar diante da presença de Nosso Senhor é como expor o corpo ao sol para absorver seus raios. O silêncio na Hora é como uma conversa privada com o Senhor. Nesses momentos, rezamos menos e ouvimos mais. Não dizemos: “Ouve, Senhor, porque teu servo fala!”, mas “Fala, Senhor, que teu servo escuta!”
 

Busquei muitas vezes uma maneira de explicar o fato de que nós, os sacerdotes, devemos conhecer mais a Jesus Cristo do que sobre Jesus Cristo. Muitas traduções da Bíblia usam a palavra “conhecer” para indicar a união carnal de dois em um. Por exemplo: “Salomão não a conhecia”, o que significava que não havia tido relações carnais com ela. A Santíssima Virgem Maria disse ao Anjo na Anunciação: “Não conheço nenhum homem”. São Paulo exorta os maridos a possuírem suas mulheres em “conhecimento”. A palavra “conhecer” aqui indica unidade carnal de dois em um. A aproximação dessa identidade provém da aproximação da mente com qualquer objeto conhecido. Nenhuma faca poderia separar minha mente da ideia que ela tem de uma maçã. A união íntima de marido e mulher descrita como “conhecimento” deve ser o fundamento desse amor pelo qual o sacerdote ama a Cristo
 

Intimidade é abertura sem reservas, que não guarda nenhum segredo, e revela o coração aberto a Cristo. Demasiadas vezes os amigos são só “dos barcos que passam dentro da noite”. O amor carnal, apesar de ser íntimo, muitas vezes pode ser uma troca de egoísmos. O ego se projeta na outra pessoa, e o que se ama não é a outra pessoa, mas o prazer que a outra pessoa oferece. Notei ao longo da minha vida que, quando eu retrocedia perante as demandas que o encontro me havia imposto, me via mais ocupado e mais preocupado com atividades. Isto me dava uma desculpa para dizer: “Não tenho tempo”, como um marido que pode absorver-se no trabalho, e se esquecer do amor de sua mulher
 

É impossível para mim explicar o quão útil foi a Hora Santa para preservar minha vocação. A Escritura oferece uma considerável evidência para provar que um sacerdote começa a falhar em seu sacerdócio quando falha no amor à Eucaristia. Muitas vezes assume-se que Judas caiu porque amava o dinheiro. A avareza é raramente o princípio do erro e da queda de um embaixador. O princípio da queda de Judas, e o fim de Judas, ambos giram em torno da Eucaristia. A primeira vez que a Escritura Sagrada menciona que Nosso Senhor sabia quem haveria de traí-lo, é ao final do capítulo seis de São João, que é o capítulo da anunciação da Eucaristia. A queda de Judas veio na noite que Nosso Senhor instituiu a Eucaristia, na noite da Última Ceia
 

A Eucaristia é tão essencial para nossa união com Cristo, que nem bem Nosso Senhor a anunciou no Evangelho para já começar a ser a prova de fidelidade de seus seguidores. Primeiro, perdeu as massas, porque era muito duro em suas palavras, e já não mais o seguiam. Em segundo lugar, perdeu alguns de seus discípulos: “Eles já não andavam mais com Ele”. Terceiro, dividiu seu grupo de apóstolos, já que aqui Judas é anunciado como o traidor
 

Portanto, a Hora Santa, além de seus benefícios espirituais, preveniu meus pés de vaguear muito longe. Quando se está atado a um Sacrário, a própria corda não é tão larga para encontrar outras pastagens. Essa tênue lâmpada do tabernáculo, embora pálida e difusa, tem uma misteriosa luminosidade para obscurecer o brilho “das luzes brilhantes”. A Hora Santa tornou-se como um tanque de oxigênio para reavivar o sopro do Espírito Santo no meio da suja e hedionda atmosfera do mundo. Mesmo quando parecia ser tão pouco proveitoso, e carente de intimidade espiritual, tinha a sensação de ser ao menos como um cão na porta de seu dono, pronto caso fosse chamado
 

A Hora Santa tornou-se, também, um magistério e uma mestra, já que, embora antes de amar a alguém devemos conhecer essa pessoa, sem embargo, depois sabemos que é o Amor que aumenta o conhecimento. As convicções teológicas não só são obtidas das duas capas de um livro formal, mas dos dois joelhos sobre um genuflexório diante de um Sacrário. Finalmente, fazendo uma Hora Santa todos os dias, constituía para mim uma área da vida na qual podia pregar o que praticava. Muitas poucas vezes em minha vida preguei o jejum de forma rigorosa, já que o jejum sempre me pareceu extremamente difícil; porém, podia pedir aos outros para fazerem a Hora Santa, porque eu a fazia
 

Gostaria de ter mantido, ao longo do tempo, um registro das milhares de cartas que venho recebendo de sacerdotes e leigos contando-me suas experiências na prática da Hora Santa. Cada retiro para sacerdotes que eu pregava havia a Hora Santa como resolução prática. Demasiadas vezes os retiros são como as conferências sobre saúde. Há um acordo geral sobre a necessidade de se ter saúde, porém falta uma recomendação específica sobre como ser saudável. A Hora Santa se transformou em um desafio para os sacerdotes do retiro, e depois, quando os vídeos dos meus retiros estavam disponíveis para os leigos, era edificante ler sobre os que respondiam à graça, fazendo uma Hora diária frente ao Senhor. Um monsenhor, por debilidade ante o álcool, e pelo consequente escândalo, foi ordenado a deixar sua paróquia, e foi posto à prova em outra diocese, onde participou do meu retiro. Respondendo à graça de Deus, deixou o álcool, foi restituído efetivamente em seu sacerdócio, seguiu fazendo a Hora Santa todos os dias, e morreu na presença do Santíssimo Sacramento
 

Como exemplo da grande amplitude de efeitos da Hora Santa, certa vez recebi uma carta de um sacerdote da Inglaterra que dizia, com suas próprias palavras: “Deixei o sacerdócio, e caí em um estado de degradação”. Um sacerdote amigo o convidou a ouvir o cassete sobre a Hora Santa de um retiro que eu havia pregado. Respondendo à graça, foi restituído novamente ao sacerdócio, e lhe foi confiado o cuidado de uma paróquia. A Divina Misericórdia produziu nele uma mudança, e então recebi esta carta:
 

“Semana passada tivemos nossa Solene Exposição anual do Santíssimo Sacramento. Animei um grande número de pessoas a vir e velar durante todo o dia, e todos os dias, e assim não teríamos que guardar o Santíssimo Sacramento por falta de pessoas para velar. Na última tarde, organizei uma procissão com os Primeiros Comungantes (crianças que estavam prestes a fazer sua Primeira Comunhão), atirando pétalas de rosa diante do Senhor. Os homens da paróquia formaram uma Guarda de Honra. O resultado foi surpreendente: havia mais de 250 pessoas presentes para a procissão e a Hora Santa. Estou convencido de que nossa gente está buscando, muitas das vezes, devoções que muitas das paróquias oferecem, e isto passa porque nós, os sacerdotes, não podemos ser molestados com incômodos. No ano que vem espero que a Exposição Solene seja ainda com mais quantidade de pessoas, já que agora a notícia está sendo espalhada. No último par de semanas, formei um grupo de estudos da Bíblia; isto é para animar nossa gente a ler a Palavra de Deus. Começo com a leitura das Escrituras e meditamos durante a tarde; logo depois, temos uma breve exposição do Santíssimo Sacramento, e meditação até o momento da Bênção. Comecei também a percorrer as ruas ao redor da paróquia, e rezo a Missa toda semana em uma casa da quadra, e convido todos dessa rua a vir e participar. A resposta tem sido muito boa, tendo em conta que isto é novidade por aqui. Não quero me converter em um sacerdote ativista; assim que me levanto, bem cedo, faço minha Hora Santa. Ainda tenho meus problemas pessoais para controlar, mas tomei coragem de suas palavras: “terás que combater muitas batalhas, mas não te preocupes porque, no final, ganharás a guerra diante do Santíssimo Sacramento”
 

Muitos leigos que leem os livros e ouvem os cassetes também estão fazendo a Hora Santa. Outro dos frutos da Hora Santa é a sensibilidade à Presença Eucarística de Nosso Divino Senhor. Recordo-me de haver lido nos escritos de Lacordaire, o famoso orador da Catedral de Notre Dame em Paris: “Dai-me um jovem que possa apreciar por dias, semanas e anos, a dádiva de uma rosa, ou o aperto da mão de um amigo”
 

Vendo, no início de meu sacerdócio, que os matrimônios se destroem e os amigos se separam quando a sensibilidade e a delicadeza se perdem, tomei várias medidas para conservar essa responsabilidade. Recém-ordenado, e como estudante na Universidade Católica de Washington, nunca entrava na sala de aula sem antes subir a escadaria até a capela para fazer um pequeno ato de amor a Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. Mais tarde, na Universidade de Louvain, na Bélgica, entrava para visitar Nosso Santíssimo Senhor em cada uma das igrejas pelas quais passava até chegar à sala de aula. Quando segui o trabalho de graduação em Roma, e fui às Universidades Angelicum e Gregoriana, visitava todas as igrejas no caminho desde a zona de Trastevere, onde vivia. Tempos depois, como professor na Universidade Católica de Washington, consegui pôr uma capela em frente à minha casa, para que sempre pudesse, antes e depois de sair, ver a lâmpada do Sacrário como um sinal para ir adorar o Coração de Jesus Cristo pelo menos por uns poucos segundos. Tratei de ser fiel a esta prática durante toda a minha vida, e ainda agora, no departamento em New York onde vivo, a capela está entre meu local de estudo e meu dormitório. Isto quer dizer que não posso me mover de uma área à outra de meu pequeno departamento sem ao menos fazer uma genuflexão e uma pequena jaculatória a Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento
 

Fonte: SHEEN, Fulton J. Treasure in Clay: The Autobiography of Fulton J. Sheen, Image Books, New York, 1980 – Capítulo XII

 
 
 

LITURGIA DO DIA 22 DE JULHO DE 2014


 
PRIMEIRA LEITURA (2COR 5,14-17)
 

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios - Irmãos, 14o amor de Cristo nos pressiona, pois julgamos que um só morreu por todos, e que, logo, todos morreram. 15De fato, Cristo morreu por todos, para que os vivos não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 16Assim doravante, não conhecemos ninguém conforme a natureza humana. E, se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne, agora já não o conhecemos assim. 17Portanto, se alguém está em Cristo, é uma criatura nova. O mundo velho desapareceu. Tudo agora é novo - Palavra do Senhor
 

SALMO RESPONSORIAL  (Sl 62)
 

A minh’alma tem sede de vós, Senhor!
 

— Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora ansioso vos busco! A minh’alma tem sede de vós, minha carne também vos deseja, como terra sedenta e sem água!
 

— Venho, assim, contemplar-vos no templo, para ver vossa glória e poder. Vosso amor vale mais do que a vida: e por isso meus lábios vos louvam
 

— Quero, pois vos louvar pela vida, e elevar para vós minhas mãos! A minh’alma será saciada, como em grande banquete de festa; cantará a alegria em meus lábios, ao cantar para vós meu louvor!
 

— Para mim fostes sempre um socorro; de vossas asas à sombra eu exulto! Minha alma se agarra em vós; com poder vossa mão me sustenta
 

EVANGELHO (JO 20,1-2.11-18)
 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João - 1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. 11Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: “Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. 14Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15Jesus perguntou-lhe: Mulher, por que choras?A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”. 16Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabunni” (que quer dizer: Mestre). 17Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. 18Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor”, e contou o que Jesus lhe tinha dito - Palavra da Salvação
 


Mensagem do dia  02/01/2009 para a vidente Mirjana – “Queridos filhos! Enquanto grande graça celestial está sendo derramada sobre vocês seus corações permanecem endurecidos e sem resposta. Meus filhos, por que vocês não me dão seus corações completamente? Eu apenas desejo colocar neles a Paz e a Salvação - o meu Filho. Com meu Filho sua alma se dirigirá para nobres objetivos e vocês nunca se perderão. Mesmo em meio a grande escuridão vocês encontrarão o caminho. Meus filhos, decidam por uma nova vida com o nome de meu Filho em seus lábios. Obrigada” – Mensagem de Nossa Senhora em Medjugorje

 
 

Santa Maria MadalenaA IGREJA CELEBRA HOJE , SANTA MARIA MADALENA - Natural de Mágdala, na Galileia, Maria Madalena foi contemporânea de Jesus Cristo, tendo vivido no Século I. O testemunho de Maria Madalena é encontrado nos quatro Evangelhos: “Os doze estavam com ele, e também mulheres que tinham sido curadas de espíritos maus e de doenças. Maria, dita de Mágdala, da qual haviam saído sete demônios…” (Lc 8,1-2). Após ter sido curada por Jesus, Maria Madalena coloca-se a serviço do Reino de Deus, fazendo um caminho de discipulado, de seguimento a Nosso Senhor no amor e no serviço. E este amor maduro de Maria Madalena levou-a até ao momento mais difícil da vida e da missão de Nosso Senhor, permanecendo ao lado d’Ele: “Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena” (Jo 19,25). Maria Madalena foi a primeira testemunha da Ressurreição de Jesus: “Então, Jesus falou: ‘Maria!’ Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: ‘Rabûni!’ (que quer dizer: Mestre)” (Jo 20,16). A partir deste encontro com o Ressuscitado, Maria Madalena, discípula fiel, viveu uma vida de testemunho e de luta pela santidade. Existe também uma tradição de que Maria Madalena, juntamente com a Virgem Maria e o Apóstolo João, foi evangelizar em Éfeso, onde depois veio a falecer nesta cidade. O culto à Santa Maria Madalena no Ocidente propagou-se a partir do Século XII. Santa Maria Madalena, rogai por nós!

A SANTA MISSA SOB O OLHAR DA VIRGEM MARIA - Liturgia diária , 06 de julho de 2014

sábado, 5 de julho de 2014

Foto antiga de um grupo de sacerdotes e bispos , com a imagem da Virgem Maria ao fundo
A SANTA MISSA SOB O OLHAR DA VIRGEM MARIA
Quem observar estes preceitos viverá por eles (Lv 18, 5)
 
Caríssimos amigos sacerdotes, para sermos um sacerdote segundo o coração do próprio Cristo, não é tão difícil como tantos pensam ser. Claro, que é preciso renunciar-se a si mesmo como Jesus pediu! E isso significa esquecer o EU, para ser em Deus.  Mas Ele aprecia a simplicidade de cada um, nossa maneira própria de ser e de agir, porém ao sermos chamados para o Serviço da Autoridade Sacerdotal, devemos vivenciar com o máximo de amor e fé aquilo que celebramos. Se a Santa Missa é o Sacrifício Propiciatório, o centro da nossa vida cristã, então nós deveríamos ser profissionais na virtude heroica de cumprir com fidelidade e amor este Santo Ofício, pondo ali nossa vida, nossa alma, todo o nosso coração. Proponho assim algumas observações para vivermos segundo o coração amoroso de Deus, servindo no Altar com verdadeira dignidade sacerdotal
 
1-Precisamos, em primeiro lugar, sermos homens que temem a Deus e que vivem o que de fato pregamos. Assim sendo, precisamos viver sempre em Estado de Graça, não celebrar a Santa Missa sem antes nos purificarmos e se santificarmos pelo Sacramento da Confissão, para que o Sacramento da Eucaristia não nos seja sacrílego e condenatório, ainda que válido. Sermos mais assíduos a este Santo Sacramento, que é um encontro frequente com Aquele que é a Misericórdia Infinita. Para os que a suplicam humildemente! Aliás, todo o povo deve ser preparado pelo sacerdote, para sempre estar em estado de graça
 
2-Antes de subir ao Altar para o Santo Sacrifício, devemos ter carinho e perfeita obediência ao Santo Magistério da Igreja que sempre nos exorta a nos vestirmos de Cristo – sacerdote por excelência – e para isso, precisamos aceitar e respeitar tudo o que é sagrado na liturgia, a começar pelas Sagradas Vestes. Precisamos nos vestir de Cristo e não segundo a moda do mundo, as vestes sacerdotais são uma das exigências do Magistério da Igreja e, portanto, do agrado de Deus, que seja de fato conforme nos ordenam vestir. O celebrante deve usar sempre Alvas brancas, estola e casula liturgicamente corretas, evitando, portanto, as casulas modernas com cores do arco-íris, “Aquarelas do Brasil”, cores do time de futebol... Isso ofende muito o nosso Senhor, que foi despojado de suas sagradas vestes, e por isso nós devemos nos vestir liturgicamente correto e com muito zelo, para repararmos este ato doloroso da Sua Santa Paixão
 
3-Ao subir no Altar, precisamos externar todo nosso zelo interior para com o Cristo que novamente se imola na Cruz, fazendo a genuflexão correta e sem pressa diante do Sacrário, e reverência diante da Santa Cruz e das sagradas imagens e beijar com reverência e amor o Santo Altar, lugar do Sacrifício e da manifestação de Deus. Nós sacerdotes precisamos ter um carinho e zelo especial pelo Altar. De fato, conforme o Magistério da Santa Igreja nos exorta, não basta amar, é preciso demonstrar, provar este amor, ou seja, externar, tornar isso visível, para que os outros vendo estas boas obras glorifiquem o Pai. Para isso, na Santa Missa devemos seguir fielmente o Rito Sagrado, sem inventar, sem criar, sem introduzir coisas que a desvirtuem. A Santa Missa deve ser um mergulho profundo no interior da alma, padres e leigos, sem palmas, abraços, agitações e danças.  Santa Missa não é um show, é um Sacrifício. Se misteriosamente há uma Vítima sendo crucificada, como se pode aplaudir?
 
4-Devemos lembrar que Nossa Senhora acompanha cada sacerdote ao Altar, sempre no lado direito. Ela observa cada gesto sacerdotal e se emociona ao notar o grau de amor que se desprende do sacerdote pelo Sagrado Mistério. Por isso, amigo sacerdote, precisamos realizar cada gesto litúrgico com muita serenidade, simplicidade e amor. Devemos ter em mente apenas a presença de Deus, de Sua Santíssima Mãe e de todo o Céu nesta hora suprema, e não se preocupar com as pessoas presentes, pois a Santa Missa é o Sacrifício de Cristo – Jesus é a Missa, é a Eucaristia – que se oferece ao Pai pela salvação das Almas, vivos e falecidos. Nenhum sacerdote deve ter vergonha de externar seu amor e seu zelo pela Santa Liturgia, nem jamais transgredir os atos litúrgicos, caso contrário, Jesus se envergonhará dele diante de Seu Pai e seus Anjos
 
5-Nossa Senhora também está atenta e ouvindo a nossa Homilia, afinal, cada fiel tem direito de ouvir as Verdades Divinas e o sacerdote tem a obrigação de expor com precisão as verdades do Evangelho e do Magistério da Igreja. Não as suas! Por isso, devemos ser fiéis e anunciar o que recebemos e tudo aquilo que nós cremos e vivemos. Em nossos sermões devemos usar de linguagem ponderada e piedosa (cf. Sl 11, 7 e 17, 31), mas firme e segura, para utilidade e edificação do povo, a quem devemos anunciar os Novíssimos, denunciar os vícios e pregar as virtudes, lembrar o castigo e propor a glória, com brevidade, porque o Senhor, na Terra, usou de palavra breve (cf. Rm 9, 8). Para isso a preparação das homilias é fundamental!
 
6-No ofertório, devemos direcionar a nossa atenção para este grande mistério de Deus ao deitar o vinho no cálice, que representa a Igreja, Santa e Santificadora. Abençoamos a água antes de deitar uma gota no cálice com vinho, pois ela representa a humanidade, a cada um de nós, as nossas lágrimas, somos santos e pecadores e necessitamos da Igreja para nos santificarmos é neste exato momento que nossos pecados veniais são remidos.  Devemos notar, caríssimo sacerdote, uma chamada de atenção nas rubricas, antes de pronunciar as sagradas palavras: “inclinando-se levemente”,  isto é, para frente e não para cima ou para trás, como muitos fazem arrogantemente. E ao elevar o precioso Corpo do Senhor, após a consagração, usar as duas mãos e jamais uma só e mesmo que esteja usando um microfone em uma das mãos, abandonai-o ao lado, para elevar o Corpo do Senhor com dignidade e zelo total.  Saiba, amigo sacerdote, que neste sagrado momento, a Santíssima Virgem assim como todo o Céu estão de joelhos em profunda adoração diante deste grande Mistério de Amor
 
7-Na sagrada Comunhão, é importante, tomar o cuidado de não permitir que Nosso Senhor seja novamente ofendido e crucificado com as comunhões sacrílegas, por isso deve ser avisado que somente se aproxime quem estiver preparado, em Estado de Graça e com a Confissão em dia poderá comungar. Basta uma breve exortação. Obedientes aos Documentos da Igreja, nada façamos do que não nos é permitido, por exemplo, deixando o povo tomar sozinho a Comunhão.  Jamais deixar Jesus abandonado no Altar, e ao nosso Rei e Senhor nunca se dê as costas. Lembremos irmãos, meus sacerdotes, o que dizia São Francisco de Assis que, está escrito na lei de Moisés que quem a transgredia, nem que fosse só em coisas exteriores, morria sem dó por sentença do Senhor. “Quanto maior e mais terrível castigo merece padecer aquele que pisa aos pés o Filho de Deus e tem em conta de profano o sangue pelo qual foi santificado, e insulta a graça do Espírito” (Hb 10, 28-29). Pois quando o homem, segundo diz o Apóstolo, não discernindo de outros alimentos e obras o santo pão de Cristo, o come indignamente ou, sendo digno, o come sem o reto espírito e sem atitude inconveniente, profana e calca aos pés o Cordeiro de Deus. Porquanto, diz o Senhor pelo Profeta: “Maldito aquele que faz com negligência a obra do Senhor” (Jr 48, 10) e condena na verdade os sacerdotes que não quiserem tomar a peito, dizendo: “Amaldiçoarei as vossas bênçãos!” (Ml 2, 2)
 
8-Consideremos a nossa dignidade, irmãos sacerdotes, pois Deus assim nos pede: “sede santos porque Eu Sou Santo” (Lev 11, 44). E assim como o Senhor Deus vos honrou acima de todos os homens, por causa deste Mistério, assim também nós, mais do que todos, devemos amar e reverenciar, honrar e adorar este mesmo Deus. É uma grande desgraça e uma lamentável fraqueza se nós, tendo-O assim presente, ainda nos preocupemos com qualquer outra coisa deste mundo.  É São Francisco de Assis quem assim exorta a nós sacerdotes: Pasme o homem todo, estremeça a Terra inteira, rejubile o céu em altas vozes quando, sobre o Altar, estiver nas mãos do sacerdote o Cristo Filho do Deus vivo. Ó grandeza maravilhosa, ó admirável condescendência! Ó humildade sublime, ó humilde sublimidade! O Senhor do Universo, Deus e Filho de Deus, se humilha a ponto de Se esconder, para nosso bem, na modesta aparência de pão. Percebamos, irmãos, a humildade de Deus! Derramemos ante Ele os nossos corações (Sl 61, 9). Humilhemo-nos para que Ele nos exalte (1 Pd 5, 6). Portanto, nada devemos reter para nós mesmos, para que as centelhas do nosso amor transformem nossas comunidades pela abundância de graças sobre elas derramadas
 
9-Por isso, após a Comunhão, sempre é bom acompanhar Nosso Senhor enquanto Ele se retira para o Tabernáculo e junto com os ministros, que Jesus seja adorado, com uma profunda genuflexão antes de fechar o Sacrário. Somente após o Senhor Se retirar, será conveniente purificar os vasos sagrados e fazer uma breve ação de graças com um respeitoso silêncio. Neste momento deveriam cessar os cantos e os instrumentos, para que cada um pudesse adorar nosso Deus, presente em cada um
10-Muito importante é a exortação final, e a preciosa bênção sacerdotal. Muitos de nós sacerdotes não fazemos nem ideia da força e da importância desta bênção e de todas as nossas bênçãos. Há sacerdotes que se negam a dar sua mão para que os leigos a beijem em sinal de respeito. Quando beijam Jesus! Porque se trata, ainda e sempre, do Próprio Deus abençoando o povo, e a tudo aquilo que mencionarmos ali
 
Enfim o povo deve ser instruído a nunca sair da Igreja antes do Sacerdote, para que assim se complete do início ao fim da Santa Missa, o tremendo mistério do Amor do nosso Deus
 
Trecho do Livro " Sacerdotes! Estamos no caminho certo?
Arnaldo Haas e muitos Sacerdotes
 
 







LITURGIA DO DIA 06 DE JULHO DE 2014
PRIMEIRA LEITURA (ZC 9,9-10)
 
Leitura da Profecia de Zacarias - Assim diz o Senhor - 9“Exulta, cidade de Sião! Rejubila, cidade de Jerusalém! Eis que vem teu rei ao teu encontro; ele é justo, ele salva; é humilde e vem montado num jumento, um potro, cria da jumenta. 10Eliminará os carros de Efraim, os cavalos de Jerusalém; ele quebrará o arco de guerreiro, anunciará a paz às nações. Seu domínio se estenderá de um mar a outro mar, e desde o rio até os confins da terra” - Palavra do Senhor
 
SALMO RESPONSORIAL (SL 144)
 
Bendirei, eternamente, vosso nome, ó Senhor!
 
 — Ó meu Deus, quero exaltar-vos, ó meu Rei,/ e bendizer o vosso nome pelos séculos./ Todos os dias haverei de bendizer-vos,/ hei de louvar o vosso nome para sempre
 
— Misericórdia e piedade é o Senhor,/ ele é amor, é paciência, é compaixão./ O Senhor é muito bom para com todos,/ sua ternura abraça toda criatura
 
— Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem,/ e os vossos santos com louvores vos bendigam!/ Narrem a glória e o esplendor do vosso reino/ e saibam proclamar vosso poder!
 
— O Senhor é amor fiel em sua palavra,/ é santidade em toda obra que ele faz./ Ele sustenta todo aquele que vacila/ e levanta todo aquele que tombou
 
SEGUNDA LEITURA (RM 8,9.11-13)
 
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos - 9Vós não viveis segundo a carne, mas segundo o espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo.11E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos mora em vós, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que mora em vós.12Portanto, irmãos, temos uma dívida, mas não para com a carne, para vivermos segundo a carne. 13Pois, se viverdes segundo a carne, morrereis, mas se, pelo espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis - Palavra do Senhor
 
EVANGELHO (MT 11,25-30)
 
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus - Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: 25“Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.28Vinde a mim, todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve - Palavra da Salvação
 
 
 
Mensagem extraordinária de Nossa Senhora em 28/12/2012 para o vidente Ivan - “Queridos filhos, também hoje Eu desejo convidá-los para a alegria, os chamo novamente para a alegria. Ao mesmo tempo, os convido à responsabilidade. Queridos filhos, acolham responsavelmente as Minhas mensagens e vivam as Minhas mensagens porque, vivendo as Minhas mensagens desejo conduzi-los ao Meu Filho. Em todos estes anos nos quais estou junto de vocês, o Meu dedo está apontado em direção ao Meu Filho, em direção a Jesus, porque desejo conduzi-los todos até Ele. Por isto, também nos próximos dias, que a sua pergunta seja - Eu coloco a vocês esta pergunta: “Que coisa eu posso fazer para que o meu coração esteja mais próximo de Jesus ?” Que esta pergunta os guie. Digam a vocês mesmos: “Que coisa devo deixar para trás? Que coisa devo recusar (rejeitar), para que o meu coração seja mais próximo ao de Jesus ?” Rezem, queridos filhos ! Eu rezarei por todos vocês, a fim de que a resposta nos seus corações seja: “Sim, desejo estar mais próximo a Jesus!” Obrigada, queridos filhos, porque também hoje responderam ao Meu chamado e Me disseram sim”Mensagem de Nossa Senhora em Medjugorje
 
 
Santa Maria GorettiA IGREJA CELEBRA HOJE , SANTA MARIA GORETTI, VIRGEM E MÁRTIR - A Igreja, neste dia, celebra a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de “sim” a Deus e “não” ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus.Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: “Não, não, Deus não quer; é pecado!”Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: “Sim, o perdôo… Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa… Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna”.O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro, na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também.Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo. Santa Maria Goretti, rogai por nós!

 


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