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A ARMADILHA DO FEMINISMO

segunda-feira, 25 de março de 2013

 
 
 
 
 
Fustel de Coulanges ou Friedrich Engels? “A cidade antiga” ou “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”? Sigmund Freud ou Edward Westermarck? Você pode escolher, caro leitor, o que lhe parecer mais convincente. Eu já escolhi.
 
Cada dia que passa, estou mais convencido de que as ideologias têm prazo de validade. Não me assustam essas tendências do politicamente correto em matéria sexual ou quejandos, nem essa histeria na defesa do feminismo. Claro, elas, essas tendências, causam um estrago incomensurável na sociedade; o efeito é o de uma hecatombe, de uma bomba nuclear. Fica um gosto bem amargo na boca. Mas passa. Vai passar.
 
Há alguns dias eu dizia que certas teses jurídicas têm o mesmo prazo de validade de um iogurte. O iogurte é conservado artificialmente. Em pouco tempo azeda. E, ainda assim, precisa ser conservado em um ambiente artificial para manter-se. É como o feminismo. Precisa do ambiente refrigerado e artificial da ideologia para manter-se. Precisa daquele quadradinho, daquele retângulo resfriado chamado cosmovisão, peculiar visão de mundo. A ideologia é do tamanho de uma geladeira.
 
Não sei se todos sabem, mas o feminismo está diretamente ligado ao marxismo cultural, a uma espécie de interpretação da história segundo a qual o casamento – vejam lá o que diz Engels no seu “A origem da família” – teria sido uma invenção cruel dos machos para expropriar das mulheres a mais-valia, o fruto do seu trabalho. Nesse sentido, o feminismo seria o antídoto para essa situação perversa.
 
O marxismo cultural não vê distinções reais entre os sexos. Por quê? Porque, como toda ideologia, é furado, é desmentido pela realidade. Para sobreviverem, as ideologias têm de ignorar a realidade. Têm de fingir que ela não existe. Têm de fugir do teste, do confronto com o mundo real. Para acreditar numa coisas dessas, o homem, o ser humano, tem de descrer de seus olhos e de seus ouvidos. Mas há quem o faça. Dostoiévski, no desconcertante “Memórias do subsolo”, diz que o homem é de tal modo afeiçoado à dedução abstrata que chega a deturpar a verdade, a descrer de seus olhos e de seus ouvidos apenas para sustentar a sua lógica. Há pensadores que querem convencer que têm razão, mesmo quando estão errados.
 
“A cidade antiga”, de Fustel de Coulanges, serve como uma refutação cabal das teses marxistas. Coulanges demonstra como o casamento e a família antigos formaram-se ao redor da religião. E não se trata da religião cristã. Trata-se da religião antiga. A mulher da antiguidade, quando se casava, passava a cultuar o deus do marido. Mudava de religião. Isso nada tinha a ver com a expropriação do trabalho da mulher. O homem antigo não era um capitalista ateu ou agnóstico. Era essencialmente religioso.
 
Desculpem-me o mau hábito. Gosto um pouco de expressões fortes. O mundo moderno está acostumado a cuspir no senso comum. Alguns inteligentinhos querem convencer-nos de um monte de ideias de plástico. Chesterton, ao falar de Nietzsche, no “Ortodoxia”, diz que quem não amolece o coração acaba amolecendo o cérebro. Há um tipo de conhecimento, de dados, que nos são entregues de presente pela realidade. São dons gratuitos do mundo real. Não precisam ser explicados. Qualquer homem simples do campo, com a luz da sua razão natural, com o uso do senso comum, sabe que homem e mulher são diferentes. Não têm eles o mesmo vigor físico, não têm a mesma disposição psicológica, não têm a mesma configuração anatômica. Têm diferentes e complementares órgãos sexuais.
 
Mas a ideologia politicamente correta, construída a partir de uma junção do marxismo com as teorias psicológicas de Freud, quer convencer-nos do contrário. Os papéis dos sexos não seriam naturais, mas socialmente construídos. Seriam moldados por uma estrutura opressora, de dominação, de poder. É o que diz Herbert Marcuse, autor da frase: “Faça amor, não faça guerra”.
 
Ora, a mulher não deve pretender ser um outro homem. Ela nunca o conseguirá. Nunca se realizará com isso. A plena realização e a felicidade só são alcançadas quando se busca e se vive a verdade sobre si mesmo. Isso passa pela correta compreensão da própria natureza, da própria sexualidade. Isso exige o uso da razão natural que eu gosto de chamar simplesmente de senso comum, algo que tem sido tão esvaziado, tão difamado e tão pouco compreendido.
 
Caso o leitor deseje informar-se mais sobre esse assunto, remeto-o para o meu artigo: “A moral burguesa como fonte dos ‘direitos sexuais’ e do novo conceito de ‘famílias’”, publicado no site jurídico Migalhas: http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI168754,61044-A+moral+burguesa+como+fonte+dos+direitos+sexuais+e+do+novo+conceito .
 
Texto de Paul Medeiros Krause, Procurador do Banco Central em Belo Horizonte.
 


Estudo revela que casais que partilham as tarefas domésticas são mais susceptíveis de se separar

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

 
Mais um mito feminista refuta pela realidade.

No que parece ser uma chapada na cara de quem defende a "igualdade de género", um relatório recente apurou que a taxa de divórcio entre casais que partilham as lides domésticas é cerca de 50% mais elevada de que entre os casais onde a mulher leva a cabo a maior parte das tarefas caseiras.
Thomas Hansen, co-editor do estudo intitulado “Equality in the Home” ["Igualdade no Lar"] afirmou:
O que nós apuramos é que a divisão de responsabilidades em casa não implica necessariamente um aumento do contentamento.
A ausência de correlação entre a igualdade em casa e a qualidade de vida  foi surpreendente, afirmou o pesquisador.

[ed: Tradução: "Aquilo que as feministas nos têm dito há décadas não corresponde à realidade dos factos.."]
Seria de esperar que as separações ocorressem com mais frequência entre as famílias com menos igualdade no lar, mas as nossas estatísticas revelam exactamente o contrário.
Os dados revelam que "quanto mais o homem faz em casa, maior é a taxa de divórcio". Os motivos por trás disto, continuou Hansen, encontram-se parcialmente nas tarefas em si.
Provavelmente é algo visto como bom ter papéis claros e bem definidos . . . . onde uma pessoa não perturba o outro .... Podem existir menos discussões, uma vez que ambos podem mais facilmente entrar em rota de colisão se ambos têm os mesmos papéis e uma das partes sente que o outro não está a fazer o que lhe compete.
 
Mas a razão principal para uma mais elevada taxa de divórcio, sugeriu Hansen, prende-se com os valores dos casais "modernos" em si e não nas tarefas que eles levam a cabo.
Os casais modernos são isso mesmo [modernos], tanto na forma como dividem as tarefas, como na percepção do casamento como uma instituição menos sagrada ... Nestes casais modernos, a mulher tem também um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado, o que lhe torna menos dependente financeiramente do esposo. Eles podem sobreviver mais facilmente se se divorciarem.
A Noruega tem uma longa tradição de igualdade de género e em 70% dos casos, ambos os sexos partilham de igual modo a tarefa de cuidar das crianças. Mas quando se fala nas tarefas domésticas, as mulheres norueguesas ainda fazem a maior parte do trabalho em 7 de cada 10 casais.
Segundo o estudo, as mulheres que faziam a maior parte das tarefas domésticas, faziam-no por vontade própria e os seus níveis de felicidade eram tão elevados como a dos casais "modernos".
( . . . )
Os pesquisadores esperavam apurar que, onde os homens faziam mais tarefas, os níveis de felicidade da mulher eram mais elevados. Na verdade, o que eles apuraram é que eram os homens que viam os seus níveis de felicidade a aumentar embora o das mulheres não sofresse variações.
 
* * * * * *
Será que sempre que as feministas apelam para uma "divisão de tarefas em casa", na verdade o que elas pretendem é um aumento de  tensões entre os casais (guerra de classes aplicada aos sexos) de modo que isto aumente as probabilidades do divórcio ocorrer? Pode ser, como pode não ser. É complicado saber o que se passa na cabeça duma feminista.
Mas uma coisa é certa: se levarmos em conta que a destruição da instituição do casamento é um dos grandes propósitos do movimento feminista - e do esquerdismo em si - fica assim claro que todos os conselhos matrimoniais dados por uma feminista não valem absolutamente nada. Mais ainda, os casais normais devem ficar ofendidos sempre que uma feminista se disponibiliza para ser sua "conselheira matrimonial".
 
Ainda em relação ao estudo em si ; o problema dos divórcios serem mais frequentes entre os casais  igualitários do que entre os casais tradicionais provavelmente - e quase de certeza - não se restringe só à questão da divisão das tarefas domésticas mas sim na atitude "moderna"  de ambos - que aceita a noção de que  "não há papéis de género" para cada um dos sexos. Ou seja, se um casamento parte do pressuposto que o mesmo não é uma união de dois seres fundamentalmente distintos  - mas complementares - tendo em vista a criação dum ambiente onde cada pessoa tem um papel único a cumprir, invariavelmente outras áreas da vida comum sofrerão com esta mentalidade.
Se a isto adicionarmos a natural repulsa que as mulheres têm por homens emasculados/efeminizados, é seguro afirmar que mais cedo ou mais tarde as mulheres perdem interesse (sexual incluído) no "homem a dias" que vive com ela.
 
Por fim: ao afirmar que "Nestes casais modernos, a mulher tem também um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado", Hansen revelou que quanto mais educação formal a mulher têm, maiores são as probabilidades do casamento acabar em divórcio. Ou seja, toda a receita feminista para um "casamento bem sucedido"  falha em toda a linha.
Mas, como  já sabemos, é esse o propósito.
 

Católicos defendem catedral de Posadas contra feministas do XXVII Encuentro Nacional de Mujeres


Meus irmãos, é com muita tristeza que eu posto este vídeo. Satanás sabe que está em seus últimos dias e por isso vocifera terrivelmente e luta contra a Igreja de Jesus Cristo. Na Argentina, no infame dia 28 de setembro, no qual as feminazis tas de toda a América Latina lutam pela legalização ao aborto, um grupo de endemoniadas quis invadir a catedral de Posadas. Um grupo valoroso de homens e rapazes fez um cordão humano em volta da igreja e, de braços cruzados uns aos outros, rezavam o terço em voz alta. Imaginem então, a turma dos infernos o que não fizeram com esses homens de Deus... Não pensemos que isso está longe de começar a acontecer no Brasil, por isso, quem ainda não se convenceu que a luta pela defesa da vida é a luta pela Igreja de Cristo nos dias de hoje, assista ao vídeo e comece a trabalhar por isso. Pelo amor de Deus!!!! Caso não abirir: http://www.youtube.com/watch?v=7qchh_QzYhE

FEMINISTAS ARRUACEIRAS.....

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Queridos amigos, sob o pretexto de uma manifestação pelas "mulheres", feministas abortistas, arruaceiras e seminuas invadem missa das crianças no Rio de Janeiro. 

 Por favor, divulguem para que TODOS vejam o respeito e a "tolerância" desse pessoal com quem pensa diferentemente deles. São essas mulheres que são "vítimas" de violência de gênero? NUNCA DÊ o seu voto a uma mulher feminista que se proponha a legalizar o aborto, o "casamento gay" e outras sandices semelhantes. Se elas tratam assim os cristãos que estão dentro da Igreja, rezando a Deus pacificamente, que tipo de gente "da paz" são elas? Nunca coloque uma mulher feminista no poder. Por favor! Por amor a Deus e ao próximo, NÃO DÊ PODER para essa legião de mulheres do mal. São desajustadas demais!!!! Espalhe essa mensagem nos seus e-mails e facebook. Obrigada Renata Gusson 

FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS INSTRUMENTALIZAM SENADORAS

sexta-feira, 16 de março de 2012


FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS INSTRUMENTALIZAM SENADORAS

O site do You Tube apresenta um vídeo com o seguinte comentário:


No dia internacional da mulher, senadoras financiadas por empreiteiras do aborto como a Fundação Ford, Rockefeller e Mcar
thur foram surpreendidas por uma mulher comum que denunciou: O MOVIMENTO FEMINISTA É, SIM, INSTRUMENTALIZADO PARA AGIR CONTRA A MULHER.

OS SENADORES DEVERÃO JULGAR O
ANTEPROJETO DA REFORMA DO CÓDIGO
PENAL, NO QUAL CONSTA A AMPLIAÇÃO DA
IMPUNIDADE PARA ABORTO. SAIBA MAIS
AQUI:

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23262

PARA MELHOR DEFENDER O DIREITO À VIDA,
ESTUDE ESTES DOCUMENTOS:

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf

http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf

http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf

http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf

 

Feministas e Aborto

terça-feira, 13 de março de 2012


No Dia Internacional da Mulher, senadoras financiadas por empreiteiras do aborto como a Fundação Ford, Rockefeller e McArthur foram surpreendidas por uma mulher comum que denunciou: o movimento feminista é, sim, instrumentalizado para agir contra a mulher. Os senadores deverão julgar o anteprojeto da Reforma do Código Penal, no qual consta a ampliação da impunidade para aborto de deficientes e crianças com síndrome de down.

Feministas rejeitam o Cadastro de Gestantes por proteger o Nascituro

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A proposta traz a palavra "nascituro" ao dizer que os serviços de saúde devem garantir "às gestantes e aos nascituros" atendimento seguro e humanizado. O termo, rejeitado pelos movimentos feministas, é o mesmo usado no polêmico "Estatuto do Nascituro", projeto de lei que quer conferir ao bebê ainda em gestação proteção jurídica e garantia de vida --restringindo o abortamento legal que existe hoje.
 
25/01/2012 - 20h04
Cadastro de gestantes gera saia-justa para ministro da Saúde
O ministro Alexandre Padilha (Saúde) foi bombardeado nesta quarta-feira com críticas à medida provisória que instituiu o cadastro de gestantes no país.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1039520-cadastro-de-gestantes-gera-saia-justa-para-ministro-da-saude.shtml
Governo institui cadastro para prevenir mortalidade materna
 
O assunto dominou a pauta da reunião do Conselho Nacional de Saúde --órgão que fiscaliza e monitora as políticas de saúde-- na tarde de hoje e levou o ministério a negociar com os conselheiros a criação de um grupo de trabalho para sugerir ajustes na proposta. Padilha é presidente do conselho.
As críticas foram feitas por pelo menos dez conselheiros (de 40 presentes) e até por uma integrante da SPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres), que acompanhou a reunião. Grupos de movimentos feministas também assistiram ao encontro.
Desde que foi assinada pela presidente Dilma Rousseff, em dezembro passado, a MP vem causando polêmica. A pressão dos movimentos feministas, principalmente, já levou Padilha a explicar pelo Twitter a intenção da proposta.
As críticas se dão tanto pela forma como a medida foi encaminhada ao Congresso --sem a devida discussão com a sociedade, argumentaram conselheiros-- quanto pelo seu teor.
A proposta traz a palavra "nascituro" ao dizer que os serviços de saúde devem garantir "às gestantes e aos nascituros" atendimento seguro e humanizado. O termo, rejeitado pelos movimentos feministas, é o mesmo usado no polêmico "Estatuto do Nascituro", projeto de lei que quer conferir ao bebê ainda em gestação proteção jurídica e garantia de vida --restringindo o abortamento legal que existe hoje.
"Para nós, um grande problema é o 'nascituro', traz toda uma discussão que pode parecer paranoia, mas não é. Não estou trazendo a posição [da SPM], mas acho que é bastante sensato que a gente pense em retirar a questão do nascituro", afirmou Elisabeth Saar, da SPM, que alertou não falar oficialmente pela secretaria, já que não havia recebido um convite oficial para estar no local. "É um desgaste desnecessário para todos nós, especialmente nós do governo", completou.

 
CADASTRO
A criação do cadastro que reunirá informações das gestantes em pré-natal, tanto na rede pública como na privada, também foi motivo de críticas. "Entendemos que a MP dá um controle muito grande sobre a mulher, nem pergunta se ela quer ou não fazer o cadastro", disse Maria do Espírito Santo Tavares, conselheira que puxou o debate.
Ela foi a primeira a pedir a retirada da MP do Congresso Nacional. Pelo menos outros cinco conselheiros fizeram o mesmo pedido.
"O que está em questão não é o compromisso [do governo no assunto], é o método, o processo (...) É preciso que o remédio não se transforme em veneno", argumentou Jurema Werneck, também conselheira. Ela criticou a falta de debate anterior à edição da MP e citou Dilma. "Ela não tem licença de nos atropelar."
Padilha explicou longamente que a intenção da proposta é reduzir os níveis de mortalidade materna e, não, controlar as gestantes. "Pelo menos 200 mil curetagens são feitas por ano no SUS. [Nomes e endereços das pacientes] estão no sistema, é público? Fez com que alguém fosse atrás para ver se foi de um aborto inseguro? Não."
Apesar de não ter força legal para determinar a retirada da MP, o conselho pode decidir por uma recomendação ao ministério para que isso ocorra e colocar Padilha em situação desconfortável.
Frente à possibilidade de o conselho aprovar a rejeição da MP, o ministério propôs a criação de um grupo para estudar o texto e apontar sugestões em 15 dias. É possível que o conselho solicite audiência com Dilma.
"Qualquer decisão de revogar a MP vai suscitar uma discussão que não interessa. O questionamento mais forte é de uma palavra", defendeu Padilha, que se disse satisfeito com o adiamento da discussão.
 
*** outra notícia associada ***
Mulheres devem boicotar cadastro de grávidas
Texto publicado em 19 de Janeiro de 2012 - 10h29
Fonte: Causa Operária Online
http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=61492
 
Pouco mais de uma semana após estar reunida com mais de duas mil mulheres na 3º Conferência Nacional de Mulheres, em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff preparou um verdadeiro presente de grego para o natal das mulheres brasileiras.
Publicada no dia 26 de dezembro de 2001, como uma de suas últimas medidas em seu primeiro ano de mandato a Medida Provisória 557 foi o presente de Natal de Dilma para a direita mais obscurantista que existe no Brasil. A MP sela o acordo da presidenta com esses setores e é a pá de cal em qualquer ilusão em seu governo como minimamente progressista para as conquistas femininas.
Porque é uma ameaça e um ataque aos direitos das mulheres?
Primeiro é preciso dizer que Medidas Provisórias e decretos se tornaram a regra da atuação do Executivo brasileiro para impor suas decisões sobre a sociedade e o Parlamento. Apenas em 2011 foram editadas 36 MPs, com temas variados, mas que em sua maioria trataram de temas que se fossem amplamente discutidos pela sociedade num debate amplo ou, se pelo menos seguisse os tramites de um projeto de lei comum provavelmente não se tornaria Lei, tamanho conteúdo de ataque aos direitos e patrimônio nacional. Só para citar um exemplo, foi através de MP que o Congresso aprovou a privatização dos Correios. Sem nenhuma discussão, totalmente nas costas dos trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos e de toda população.
Isto porque esse tipo de proposta tem tramitação específica dentro do Congresso. Tem prazos a serem cumpridos e o poder de trancar a pauta de votação até que seja contemplada. O que, via de regra, acontece com a aprovação da proposta do Governo que editou a MP e, neste momento, tem ampla maioria nas duas casas legislativas.
Pois bem, é cumprindo esse mesmo modo antidemocrático de se fazer leis e aprovar medidas contrárias aos interesses da população que a MP 557 foi enviada pelo governo Dillma ao Congresso no apagar das luzes de 2011.
Mas ao contrário de outras MPs que tratavam de temas diversos, mesmo que um não tivesse absolutamente nada a ver com o outro para facilitar a aprovação em bloco do ataque (a que privatizou os Correios era conhecida como a MP do pré-sal, por exemplo), esta tem um objetivo claro e direto: criar um “Sistema Nacional de Cadastro”, para “Vigilância e Acompanhamento da Gestante”.
Em um único projeto, a presidenta Dilma conseguiu contemplar diversas propostas da tropa de choque que há anos tenta aprovar, sem sucesso, uma única lei para ampliar as restrições e punições sobre o direito ao aborto (ver quadro nesta página).

 
Do que trata a MP 557?               
Na propaganda oficial, o Ministério da Saúde apresenta a proposta como um passo fundamental e demonstra a decisão do governo em avançar no combate à mortalidade materna no Brasil.
Como fez questão de destacar Maria José Rosado, das Católicas pelo Direito de Decidir, na prática, a realidade é outra. “No final de 2011, enquanto no Uruguai, seguindo o que aconteceu no México e na Colômbia, o Senado aprova a descriminalização do aborto, no Brasil vivemos o retrocesso.
“Nesses países, como também na Argentina, amplas discussões na sociedade apontam na direção de mudanças legais que efetivem o respeito aos direitos humanos das mulheres. Em nosso país, uma Medida Provisória – instrumento herdado do autoritarismo da ditadura militar – decretada em momento oportuno para evitar o debate e a crítica, quer tornar compulsória a maternidade para as mulheres brasileiras”. Não se trata de outra coisa.
Deixando de lado o fato sinistro de criar o Cadastro através de MP, o caráter em si da proposta é uma ameaça aos princípios básicos da democracia e um ataque aos direitos das mulheres.
Primeiro porque é compulsório e universal. Ou seja, não dá o direito de escolher entre fazer parte ou não do sistema de monitoramento. Segundo a proposta, toda mulher que realizar pré-natal, no Sistema Único de Saúde ou na rede privada, será cadastrada.
A situação é ainda pior para as mais pobres que aceitarem o “benefício financeiro no valor de até R$ 50,00 (cinquenta reais)” (Art. 10). A esmola, ou chantagem financeira para, supostamente, “auxiliar o seu deslocamento e seu acesso às ações e aos serviços de saúde relativos ao acompanhamento do pré-natal e assistência ao parto prestados pelo SUS, nos termos de regulamento”, automaticamente divulga a situação da mulher grávida, porque o cadastro “será de acesso público”. Além da discriminação evidente em tal proposta que cria duas categorias de mulheres, ela viola diretamente o direito a privacidade.
O acesso e vigilância sobre a vida e corpos das mulheres é o desejo incontido da hierarquia da Igreja católica e da extrema-direita, para monitorar a vida sexual e reprodutiva das mulheres. E a MP vai longe nesse quesito. Nem mesmo depois de mortas as mulheres estarão livres da vigilância, porque propõe ainda um monitoramento no registro do óbito, com direito a investigação da causa da morte.
Em um país onde quase 10.000 mulheres foram apresentadas e expostas publicamente como criminosas, por terem sido atendidas numa Clínica de Planejamento Familiar suspeita de fazer aborto clandestino no Mato Grosso do sul, e mais de mil indiciadas criminalmente, mesmo sem provas e pelo simples fato de terem seu nome na relação de pacientes, pode-se imaginar os riscos que correm as mulheres cadastraras, e o que pode acontecer se tal medida for colocada em prática.
Mas não para por aí. Uma das partes mais grosseiras, que fazem crer que a MP foi elaborada numa reunião da Opus Dei ou veio diretamente do Tea Party, é a alteração que ela propõe na Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990.
O Artigo 16 da Medida dá nova redação à Lei, incluindo nela o conceito do nascituro. Um termo cunhado pela Igreja Católica em sua campanha de perseguição às mulheres, contra o aborto. Aqui o governo Dilma decidiu inovar no arcabouço jurídico brasileiro, colocando em pé de igualdade estatuto jurídico do feto e da mulher (veja imagem).
O silêncio da Secretaria de Políticas para as Mulheres
Além do espanto geral diante da Medida. Mais espantosa foi a reação da Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Depois de uma Conferência onde a presidenta e a sua ministra, Iriny Lopes, rasgaram elogios ao movimento organizado, prometeram que a Secretaria não será extinta e que políticas públicas em defesa das mulheres e seus direitos básicos são prioridades do governo, nenhuma palavra foi pronunciada diante da MP 557.
A presidenta, o que poderia falar? Afinal veio da Casa Civil, o despacho para o Cadastro. Mas a ministra.... restou ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha tentar responder a todos os questionamentos e tentar conter a revolta que a MP provocou nas redes sociais, blogs e no movimento de mulheres.
O questionamento foi geral. Não apenas para tentar esclarecer as lacunas deixadas pela proposta, como a própria decisão política de criar um Cadastro Nacional, se já existem sistemas que cumprem o papel de acompanhar as gestantes e, principalmente, porque esta não é a melhor maneira de combater os problemas que mantém as taxas de mortalidade materna.
Mesmo porque, não pode ser considerada séria nenhuma política de saúde pública que se destine a prevenção de mortes de mulheres na gestação ou pós-parto que não leve em consideração o aborto, quarta principal causa de mortes maternas no País.
Todo esse questionamento fez com que o Ministério da Saúde editasse a Portaria nº 68, publicada no último dia 11 de janeiro.
A portaria tenta resolver os principais problemas levantados, como a questão da privacidade e o fato de o cadastro ser compulsório.
Só depois dessa Portaria que a ministra Iriny Lopes se dignou a pronunciar-se sobre o assunto. E apenas para se eximir de qualquer responsabilidade. Dizer que não foi consultada ou participou de decisões a cerca do problema. Afinal, ela está deixando a SPM, para concorrer à prefeitura de Vitória, capital do Espírito Santo, pelo PT. O que vem por aí em torno da MP, portanto, será problema da próxima ministra das Mulheres.
Lutar contra a MP, boicotar o cadastro
Um dos principais problemas da decisão de Dilma de criar um cadastro via Medida Provisória é que esta tem poder de Lei e entra em vigor no momento em que foi publicada. Por isso também soa como mera aparência de “boa vontade” a Portaria editada pelo Ministério da Saúde. Apenas para mudar a aparência da coisa.
Medida Provisória só pode ser revogada por decisão direta do governo ou se for rejeitada pelo Congresso. O que não deve acontecer. Por isso mesmo o MS publicou a Portaria. Mas os problemas da MP ainda existem e só serão sanados com a sua extinção.
Por outro lado, a única maneira de derrubar a MP é lutar diretamente contra o Cadastro. É por isso que o coletivo de mulheres Rosa Luxemburgo faz um chamado ao boicote do sistema de vigilância que a Opus Dei através do governo Dilma quer impor sobre as mulheres.
A experiência do último período comprovou que contra as medidas autoritárias do governo e seus ataques aos direitos da população, não adianta fazer lobby, tentar criar emendas, ajustar as arestas etc. A aprovação do Novo Código Florestal, da MP 532 que privatizou os Correios, a construção da Usina de Belo Monte e tantos outros exemplos demonstraram isso.
É preciso agir diretamente contra a Medida autoritária, nesse caso o próprio Cadastro. Demonstrando que as mulheres não aceitam que o governo do PT privatize sua vida particular. E que não submeterão sua liberdade, autonomia, privacidade, e dignidade à chantagem econômica, e muito menos aos auspícios da Santa Sé e do obscurantismo secular.
A maternidade é uma escolha, o aborto um direito. Saúde é obrigação do Estado e não pode estar condicionada a nenhuma tipo de critério. Não à vigilância e monitoramente dos nossos corpos! Boicotar o cadastro de gestantes!
 

A mulher não deseja o aborto

terça-feira, 27 de dezembro de 2011


Dra. Pilar Virgil explica por que muitas mulheres chegam a cometer o aborto e roga: “Ajudemos as mulheres para que não abortem seus filhos!”.
A equipe de reportagem do ‘Destrave’ entrevistou a médica, especialista em Ginecologia e Obstetrícia, *Dra. Pilar Virgil, para um esclarecimento sobre a relação da mulher com o aborto. (Veja também especial sobre aborto)
Destrave: Muitas pessoas aderem ao aborto porque pensam que as mulheres podem fazer o que quiserem com o corpo, mas quando se encontram numa situação como esta não sabem como reagir e o que fazer. O que dizer a este respeito?
Dra. Pilar Virgil: Primeiramente é preciso pensar que eu não tenho um corpo, eu sou um corpo. Muitas vezes, nós pensamos: “Eu tenho um corpo”, vai ser como um brinquedo, porém, este “brinquedo” é diferente, e não é um “brinquedo”, sou eu. Portanto, o que eu faço comigo mesma é muito importante, e muitas vezes, tomamos decisões porque não nos conhecemos.
Entrevista Dra. Pilar
"Ajudemos estas mulheres a seguir com sua vida lhes dando onde morar, um lugar para trabalhar e seguir estudando", pediu Dra. Pilar
Destrave: Qual é o tipo de distúrbio que pode acontecer com uma mulher que pratica o aborto?
Dra. Pilar Virgil: O principal distúrbio ocorrido com o aborto é o que acontece com essa pessoa, porque o aborto tem vítimas. Então as consequências já conhecemos e são muitíssimas, por isso, é muito comum o desenvolvimento de certos transtornos. Porém, eu queria ir além: porque o que me importa são as consequências dos meus atos ou importa o que faço? (veja: as consequências do aborto na vida de uma mulher)
Destrave: Por que as mulheres chegam a ponto de pensar e praticar um aborto?
Dra. Pilar Virgil: Esta pergunta é fundamental: “Por que uma mulher quer fazer isso?”.
“É muito estranho encontrar uma mulher que deseja o aborto. A mulher deseja a vida”, alerta Dra. Pilar.
O que acontece com esta mulher? A mulher está só e muitas vezes não tem ninguém que a acompanhe. E diante dessa solidão tem temor. Do que tem medo? Milhares de mulheres nos têm dito ter medo de não ter onde viver, temor de não poder terminar seus estudos e de perder seu trabalho.
Portanto, esta é uma tarefa de todos. Que nós, diante desta mulher que está grávida e com medo, nos preocupemos com ela, acolhendo-a e dando-lhe um lugar onde dormir. Pais, permitam que elas continuem em sua casa e que elas continuem estudando.
É preciso dizer para esta mulher que a criança não vai competir com os seus ideais de vida. Por isso eu queria fazer um pedido: quando uma mulher se vê diante da dúvida se aborta ou não ela nunca vai querer matar, pois a mulher deseja a vida. Que ajudemos estas mulheres a seguir com a sua vida lhe dando onde morar, um lugar para trabalhar e seguir estudando. Eu creio que, com esta maneira de acolher, poucas mulheres optariam por essa situação [aborto].
__________________________________________________________________________________
*Pilar Virgil:
Possui estudos de pós-doutorado no Instituto de Medicina Reprodutiva e Endocrinologia (Texas, EUA) e no Hospital da Mulher Real (Melbourne, Austrália). É professora da Faculdade de Ciências Biológicas da PUC do Chile, palestrante em mais de 20 países, nos cinco continentes, para conferências e cursos de ensino de pós-graduação. Hoje é Diretora Internacional de Educação e afetividade do Programa Adolescente e Sexualidade e membro da Pontifícia Academia para a Vida, do Vaticano. É autora de mais de cem publicações científicas e livros de fertilidade dos casais. Recebeu os prêmios “AG Medical College” e “Ciência e Tecnologia” Editorial Los Andes. Nos últimos 10 anos, foi escolhida pela imprensa entre as 100 mulheres líderes do Chile.
Veja artigos sobre sexualidade

Aborto, um mal que clama aos céus

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


50 milhões de vidas são ceifadas todos os anos ainda no ventre de suas mães. Mas as vítimas não são só as crianças não nascidas, pesquisas indicam que graves transtornos mentais a físicos atingem a mulher que pratica o aborto. A sociedade também paga por este mal, pois em países onde o aborto foi aprovado a população está envelhecida e sem mão de obra jovem.
Para muitas mulheres ser mãe é algo maravilhoso e inexplicável. A maternidade as transforma, as deixa mais belas por dentro e por fora, seu lado emocional e afetivo atinge um grau mais elevado. No entanto, muitos casais recebem a notícia da gravidez como um grande “problema”, por acreditarem que terão o futuro profissional, amoroso e intelectual comprometido. A solução – para muitos – é o aborto, um mal que destrói a sociedade e ceifa a vida de 50 milhões de vidas todos os anos mundo afora. Um verdadeiro genocídio silencioso

Em 2004, o Papa João Paulo II demonstrou sua preocupação com esses atentados contra a vida, legitimados pelo Estado em vários locais do mundo. Há uma verdadeira “difusão da cultura da morte espalhada por todos os cantos do planeta, a qual leva diversos setores da opinião pública a justificar alguns delitos contra a vida em nome dos direitos da liberdade individual e, com este suposto, muitos pretendem sua legitimação por parte do Estado”, ratificou o Pontífice.
“Existe uma indústria da morte, que proporciona a morte no mundo”, declarou a cantora Elba Ramalho, que recebeu o “Destrave” para falar sobre esse tema. Ela nos contou que tem aderido a campanhas pró-vida, dando o seu depoimento como uma pessoa pública. “Estamos numa luta poderosa do mal contra Deus. Ele [o mal] quer sangue derramado e almas de inocentes”, denunciou a cantora.

São incontáveis as vítimas do aborto mundo afora. A primeira delas é a criança morta no lugar onde mais deveria encontrar proteção, mas as consequências são graves também para a mãe. Estudos apresentados por especialistas médicos no 1º Encontro de Estudos Médicos sobre a Vida Humana, em Lisboa, demonstraram forte relação do aborto induzido com graves enfermidades mentais e físicas das mulheres que o cometeram. Os dados revelaram que 60% das mulheres que o praticaram receberam cuidados mentais 90 dias depois. Depressão, comportamento bipolar, síndrome do pânico, surtos psicóticos foram alguns dos transtornos observados nelas, além do medo e da culpa.

Opinião popular sobre o aborto
Em 2003 o Datafolha registrou que 71% dos brasileiros eram contra o aborto. Em nova pesquisa realizada pelo Instituto Vox Popoli 82% dos brasileiros se declararam contra essa prática, ou seja, 7 anos depois o povo brasileiro – na sua esmagadora maioria – se diz a favor da vida.
Mas se o povo brasileiro é contra o aborto, por que de tempos em tempos novas leis rondam o Congresso Nacional para que esse mal seja aprovado como um direito da mulher? O que está por trás destes conceitos?
“São várias pressões de organismos internacionais, agências da ONU, interesses políticos, econômicos e culturais”, afirma o professor e jornalista Hermes Rodrigues. Segundo esse mesmo profissional está em curso no mundo uma tentativa de desconstrução da família e dos valores cristãos. “Existe um processo sutil e sofisticado para tentar desconstruir os valores da civilização cristã ocidental e as pessoas não sabem disso”, revela o professor.
Ideologia feminista
O aborto é também a principal bandeira da ideologia feminista. ‘Direitos reprodutivos da mulher’, ‘autonomia sobre o seu corpo’, ‘questão de saúde pública’, são alguns dos termos usados para fazer dessa prática [aborto] um direito da mulher.
“Se eu tivesse direito sobre o meu corpo eu poderia suicidar-me ou cortar um braço, mas a lei não me permite fazer fazer isso”, diz o advogado e escritor Jorge Escala. Segundo ele, diante da lei ninguém tem o direito sobre o corpo do outro. “A pessoa que a mulher carrega no seu ventre não faz parte dela; é o corpo do próprio bebê, por isso jamais pode ser abortado”.
Uma ideologia da desconstrução da maternidade está em curso no mundo. É o que se pode encontrar no livro “O mito do amor materno” de Elisabeth Badinter. De acordo como a autora “a maternidade é um monstro de duas cabeças. (…) Ela é a pedra no meio do caminho da liberação feminina”.

O direito de viver
Em 25 de setembro de 1992, o Brasil ratificou o Pacto de San José, que dispõe, em seu artigo 4º, que o direito à vida deve ser protegido desde a concepção. A Constituição Federal do Brasil, no capítulo do seu artigo 5º, também estabelece a inviolabilidade do direito à vida.
A Igreja também afirma que em nenhuma hipótese o aborto pode ser justificado. “Segundo o Papa João Paulo II, em sua Encíclica Evangelium Vitae, o aborto é um ato gravemente desordenado enquanto morte deliberada de um ser humano. A vida é sagrada e, portanto, só Deus é o Senhor da vida”, reiterou o presidente do Pró-vida de Anápolis (GO), padre Luiz Carlos Lodi.
A sociedade precisa ficar atenta a esta legislação civil contrária aos ideiais e direitos da família e do nascituro. Qualquer forma de legalizar o aborto no país será mais um ‘rolo compressor’ passando por cima da Constituição e dos acordos de direitos humanos assinados pelo Brasil.
Desde o momento da concepção a vida quer ser vivida, num lindo, misterioso e milagroso desenvolvimento. Como diz o salmista Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe” (Salmo 139.13).
E para quem é a favor do aborto, fica a pergunta: Como ser a favor do aborto se você já nasceu?

fonte: http://destrave.cancaonova.com/aborto/

Feminista/abortista massacrada por advogado pro-vida em debate

terça-feira, 12 de abril de 2011


Abaixo segue apenas um dos vídeos, o quarto dos cinco disponíveis, de um debate sobre o aborto ocorrido em 2007 na TV do Supremo Tribunal Federal, no qual o advogado Celso Galli Coimbra, mantenedor do blog Biodireito Medicina, defende brilhantemente a posição Pró-Vida. Os demais vídeos podem ser vistos no próprio blog do advogado e é altamente recomendado que quem defende a vida os assista.

À professora Lia Zanotta, representante do CNDM (Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres), restou o cruzar e descruzar de pernas, o gaguejar, o bufar de raiva, entre outras coisas
Coitada da professora... Talvez ela tenha pensado que bastava fazer como o governo vem fazendo e enganando a muitos há muito tempo, dizer que tudo se trata de um problema de Saúde Pública e pronto. Aliás, o advogado Celso Galli Coimbra destrói a enganação abortista do tal problema de Saúde Pública, coisa que não tem qualquer fundamento utilizando-se os próprios dados oficiais do Ministério da Saúde.

É bom que se diga que o Ministro da Saúde do Governo Lula, José Temporão, também foi convidado ao debate e preferiu não comparecer e nem indicar representante. Talvez ele quisesse evitar o que teve de passar Lia Zanotta ao se ver enfrentando um debate sério sem qualquer argumento.

O debate teve momentos curiosíssimos. Um deles foi quando a professora defensora da legalização do aborto (Vídeo 3/5 - 10:38) diz que abortar não é matar o próprio filho. Ora, se o aborto por demanda não fosse a morte direta de um ser humano, toda esta discussão já teria terminado há muito. Patético.

Mas talvez o melhor momento seja quando o advogado Celso Galli Coimbra demonstra que o PL 1135/91, que trata da legalização do aborto, permite, através de artifício jurídico, que o aborto seja liberado até o momento anterior ao nascimento da criança, o que vai de encontro ao discurso da professora, que dizia que o movimento feminista defende o aborto até a 12a. semana de gestação.

Informada pelo advogado de que este limite de 12 semanas não está no projeto, Lia Zanotta diz uma frase que significa muito: "Não sei o que está no Projeto, meu senhor" (Vídeo 4/5 - 06:00).

Pois é... A professora Lia Zanotta fez parte da tristemente famosa Comissão Tripartite, que foi criada durante os primeiros tempos do Governo Lula especificamente para rever a legislação que proibia o aborto; esta comissão apresentou suas conclusões que serviram como base para modificação do texto do PL 1135/91, que ainda tramita no Congresso Nacional; e a professora vai à TV defender a legalização do aborto e, logicamente, também o PL 1135/91, sem que nem mesmo saiba o que vai no Projeto. Patético.

A verdade é que os abortistas em geral querem porque querem que todos se curvem à sua visão de mundo, por mais distorcida que esta seja. É por isto que a professora foi a um debate sobre um tema tão importante como é o aborto sem que tenha sequer apresentado um único dado comprovado. Sim, é isto mesmo! Uma professora-doutora, que leciona na UnB, vai a um debate e acha que não deve apresentar dado algum que possa ser comprovado. Talvez isto funcione com seus alunos...

Já o advogado Celso Galli Coimbra fez exatamente o oposto. Advogado experiente que é, mostrou dados e suas fontes, e derrubou uma a uma as teses da professora. Não sobrou pedra sobre pedra no castelo abortista. Mas também, convenhamos, é um castelo de areia, não?

Este debate demonstra também porque a maioria dos debates feitos no Brasil sobre o assunto aborto são quase sempre viciados, nos quais os abortistas ou são maioria na mesa ou simplesmente não existe a parte contrária. Quando a coisa é bem equilibrada, como foi o debate na TV do STF, a posição abortista faz água por todos os lados, e o que resta é um defensor do aborto cruzando e descruzando pernas, bufando, gaguejando, afetando indignação.

http://contra-o-aborto.blogspot.com/2011/04/advogado-pro-vida-massacra.html
Fonte
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