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Comentário do Evangelgo do XXVII Domingo do TC. Ano: C 06.10.2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013



Se prepare para a Santa Missa deste Domingo dia 06/10/2013, meditando o Vídeo Comentário do Evangelho Lc 17,5-10, do XXVII Domingo TC ANO C, caso não abrir: http://pt.gloria.tv/?media=507510

Neste Evangelho os discípulos pedem algo de muito concreto e diria ate´de muito sensato: "Senhor aumenta a nossa fé!". Realmente eles precisavam de muita fé, como nós, que diante do mal, dos escândalos, das dificuldades, logo desanimam e caem no pecado, na ira, no pecado, e squecem da lei principal do Senhor, o Amor e a Misericórida....A que o Senhor te chama diante do pecado, diante do escândalo, diante do mal?....

Lhe convido a fazer parte do nosso grupo do Facebook "Homilia de Domingo" http://www.facebook.com/groups/362082863901647/ Lhe convido também a adicionar mais amigos para receberem as homilias de Domingo, esta também é uma maneira de evangelizarmos juntos... para adicionar basta clicar no espaço "adicionar amigos" o nome daqueles que vocês desejam adicionar.. Que Maria Rainha da Paz, lhe conceda todas as graças necessárias e atenda os pedidos de vosso coração, segundo a bondade e vontade do Pai. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.!!!
Pe. Mateus Maria Da Divina Misericórdia



Vídeo Comentário do Evangelho Lc 16,19-31, do XXVI Domingo TC ANO C 22/09/13

quarta-feira, 25 de setembro de 2013


Se prepare para a Santa Missa deste Domingo dia 22/09/2013, meditando o Vídeo Comentário do Evangelho Lc 16,19-31,  do XXVI Domingo TC ANO C.

O Evangelho deste Domingo descreve a figura do rico: cores vistosas, como a púrpura e o bisso de um monarca oriental, fechado no seu mundo dourado; ostentação de festas e mesas postas, apesar da miséria do mundo. Um homem sem nome. No entanto, o pobre Lázaro "jazia à sua porta, coberto de chagas" (16, 20); um verbo para dizer a sorte dramática de todos os infelizes do mundo. "À porta", para não incomodar a visão dos ricos. O pobre pedinte de migalhas só tem uma dignidade: o nome. Mas o contraste é árduo; os dois mundos são distintos; não olham um para o outro. A riqueza escava o primeiro abismo da vida: entre abastados e pobres. Mas existe um segundo risco: a riqueza faz definhar a vida dos ricos. A hora de prestar contas é a morte, como limiar de um mundo que se encontra "além".... Caso o vídeo não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=503835

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Vídeo Comentário do Evangelho do XXIV Domingo 15/09/2013 TC ANO C

sexta-feira, 13 de setembro de 2013


Se prepare para a Santa Missa deste Domingo dia 15/09/2013, meditando o Vídeo Comentário do Evangelho Lc 15,11-32,  do XXIV Domingo TC ANO C.

O Evangelho deste Domingo é o Evangelho dos Evangelhos, é o centro de toda a Sagrada Escritura, é a parabola do Pai de Misericórdia, uma parábola intrigante, que desmascara o justo que há em nós, e ao mesmo tempo revela o escandaloso amor de Deus que acolhe o filho mais novo que também está dentro de nós querendo fugir para o mundo... Do outro lado todo a parábola aponta para o Pai, que é o grande desconhecido, pois os filhos moram com ele, trabalham com ele, mas não o conhecem, não se sentem filhos, mas sim escravos, empregados, é uma trsite tragédia... contudo, o Pai continua amando e buscando sempre os seus dois filhos que não o conhecem e que não o amam..  Caso o vídeo não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=499066

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Vídeo Comentário do Evangelho do XXIII Domingo TC ANO C - 08/09/2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013


Vídeo homilia do Evangelho do XXIII Domingo TC ANO C - 08/09/2013 - Lc 14,25-33 
O Evangelho de hoje fala do discipulado, mostra o que é ser filho e irmão. É o coração do evangelho de Lucas, é um evangelho dedicado ao justo para que mude o seu coração, e se torne discípulo. Neste evangelho Jesus põem as condições para quem quiser ser seu discípulo, e são varias condições, para sermos discípulos, será que você consegue seguir Jesus? Caso não abrir clique no link: http://pt.gloria.tv/?media=495718

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Vídeo Homilia do XXI Domingo do TC Ano: C 25.08.2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013


 Neste Evangelho Jesus é interrogado sobre a salvação, um tema tão atual, que nos questiona. O homem é capaz de se salvar com as suas boas obras? Com a sua caridade? Como o bem feito ao próxi omo? Qual é o papel da Igreja na Salvação do homem? Qual é o nosso papel em busca da nossa salvação? Caso não abrir o vídeo clique: http://pt.gloria.tv/?media=489972
 

Vídeo Comentário do Evangelho/Solenidade da Assunção de Maria 18/08/2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013


Se prepare para a Missa deste Domingo 18/08/2013, ocasião em que a Santa Madre Igreja, comemora a Solenidade da Assunção de Maria. Medite com vídeo Comentário do Evangelho de Domingo esta grandiosa solenidade mariana. Caso o vídeo não abrir clique no link: http://pt.gloria.tv/?media=487579

A Sagrada Tradição da Igreja ensina que Nossa Senhora foi elevada ao céu de corpo e alma, após sua morte. No entanto, as particularidades da “morte” da Virgem Maria não são conhecidas. Santo Epifânio, bispo de Salamina de Chipre, compôs, nos anos de 374-377, o livro sobre as heresias, no qual escreve: “Ou a santa Virgem morreu e foi sepultada e seguiu-se depois sua Assunção na glória, ou sem fim verificou-se em plena e ilibada pureza, adornando a coroa de sua virgindade...” (MS, p. 267).

O Dogma da Assunção da Virgem Santíssima foi proclamado, solenemente, pelo Papa Pio XII no dia 1º de novembro de 1950 e sua festa é celebrada no dia 15 de agosto. Grande júbilo e alegria pairou sobre todo o mundo católico naquela data, especialmente para os filhos de Maria. Quando o Papa o decretou por meio da Constituição Apostólica “Munificientissimus Deus” foi uma verdadeira apoteose, tanto na Praça de São Pedro em Roma, como nas outras cidades do mundo católico. Nesse documento disse o Papa: “Cristo, com Sua morte, venceu o pecado e a morte e sobre esta e sobre aquele alcançará também vitória pelos merecimentos de Cristo quem for regenerado sobrenaturalmente pelo batismo. Mas por lei natural Deus não quer conceder aos justos o completo efeito dessa vitória sobre a morte, senão quando chegar o fim dos tempos. Por isso os corpos dos justos se dissolvem depois da morte, e somente no último dia tornarão a unir-se, cada um com sua própria alma gloriosa. Mas desta lei geral Deus quis excetuar a Bem-Aventurada Virgem Maria. Ela, por um privilégio todo singular venceu o pecado; por sua Imaculada Conceição, não estando por isso sujeita à lei natural de ficar na corrupção do sepulcro, não foi preciso que esperasse até o fim do mundo para obter a ressurreição do corpo”.

Lhe convido a fazer parte do nosso grupo do Facebook "Homilia de Domingo" http://www.facebook.com/groups/362082863901647/ Lhe convido também a adicionar mais amigos para receberem as homilias de Domingo, esta também é uma maneira de evangelizarmos juntos... para adicionar basta clicar no espaço "adicionar amigos" o nome daqueles que vocês desejam adicionar.. Que Maria Rainha da Paz, lhe conceda todas as graças necessárias e atenda os pedidos de vosso coração, segundo a bondade e vontade do Pai. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.!!! Pe. Mateus Maria Da Divina Misericórdia


Vídeo Homilia do XIX Domingo do TC. Ano:C 11.08.2013

quinta-feira, 8 de agosto de 2013


(Caso não abrir o vídeo clique no link: http://pt.gloria.tv/?media=484953 )
Se prepare para a Missa deste Domingo, medite o Comentário da Homilia do XIX Domingo do TC. Ano:C 11.08.2013, um Evangelho belíssimo, Lc 12,32-48, onde Jesus nos diz: "Não tenhais medo pequeno rebanho..." O Senhor Jesus sendo o nosso pastor, quer cuidar de nós, que tomar as redeas de nossas vidas en tomar conta de tudo o que nos machuca, quer tirar de nós o Medo, e para isso nos ensina um caminho de abandono e vigilância... medite mais com o vídeo comentário no link:

Qual é o teu tesouro? Qual é a tua riqueza? Onde está o teu tesouro, ali está o teu coração! Senão buscamos o céu, o nosso coração é vazio, é pobre!

Bem vind ao grupo "Homilia de Domingo" http://www.facebook.com/groups/362082863901647/ Lhe convido a adicionar mais amigos para receberem as homilias de Domingo, esta também é uma maneira de evangelizarmos juntos... para adicionar basta clicar no espaço "adicionar amigos" o nome daqueles que vocês desejam adicionar.. Que Maria Rainha da Paz, lhe conceda todas as graças necessárias e atenda os pedidos de vosso coração, segundo a bondade e vontade do Pai. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.!!! Pe. Mateus Maria Da Divina Misericórdia


Vídeo Comentário do Evangelho do XVIII domingo do TC. Ano: C 04.08.2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

 
Se não abrir clique: http://www.youtube.com/watch?v=SdK6ldckZPM&feature=c4-overview&list=UUV8NMteRtq3HrPR0fmiVAjA
Homilia do XVIII domingo do TC. Ano: C 04.08.2013. No Evangelho deste Domingo, Jesus nos adverte sobre o acumulo de riquezas, que faz com que a vida do homem se torna fixada e segura apenas nas coisas deste mundo, que passam, que possuem uma perene consistência, mas que nem sempre nos ajudam a buscar as coisas do alto.
NO livro do Eclesiates meditamos que a vida do homem que não esta centrada em Deus se torna uma vida de Vaidade, em hebraico, "rebre" que significa vazio, assim é a vida do homem que acumula, preocupado apenas com as coisas deste mundo... uma vida vazia! 
Assim irmãossomos chamados a buscar as coisas do alto, a termos uma herança, o céu, a sermos ricos de Deus, e não apenas ricos nas coisas do mundo.
Qual é o teu tesouro? Qual é a tua riqueza? Onde está o teu tesouro, ali está o teu coração! Senão buscamos o céu, o nosso coração é vazio, é pobre!

Vídeo Comentário do Evangleho do XVI Domingo do TC.Ano:C. 21.07.2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013


Se prepare para a Missa deste Domingo, medite o Vídeo Comentário do Evangleho do XVI Domingo do TC.Ano:C. 21.07.2013, feito por Pe. Mateus Maria. Se não abrir clique: http://www.youtube.com/watch?v=n57_aqrzzA8&feature=c4-overview&list=UUV8NMteRtq3HrPR0fmiVAjA
 

Vídeo Comentário do Evangelho do XV Domingo do Tempo Comum C 14/07/13

quarta-feira, 10 de julho de 2013

 
Vídeo Homilia do XV Domingo do Tempo Comum C 14/07/13 Meditaremos a passagem mais conhecida como a 'parabola do Bom Samaritano'. Uma passagem Belíssima na qual Jesus se identifica, quase se apresentando com o bom samaritano, que não vive fundado na lei, no legalismo, mas vive segundo os sentimentos de Deus... Caso não abrir clique: http://www.youtube.com/watch?v=2E2FMAKlkQs&feature=em-upload_owner

Vídeo Comentário do Evangelho do XII Domingo do T.C Ano: C. 23.06.2013

sábado, 22 de junho de 2013


Comentário do Evangelho do XII Domingo do T.C Ano: C. 23.06.2013. Se não abrir clique: http://www.gloria.tv/?media=462626

A liturgia deste domingo coloca no centro da nossa reflexão a figura de Jesus: quem é Ele e qual o impacto que a sua proposta de vida tem em nós? A Palavra de Deus que nos é proposta impele-nos a descobrir em Jesus o “messias” de Deus, que realiza a libertação dos homens através do amor e do dom da vida; e convida cada “cristão” à identificação com Cristo – isto é, a “tomar a cruz”, a fazer da própria vida um dom generoso aos outros. O Evangelho confronta-nos com a pergunta de Jesus: “e vós, quem dizeis que Eu sou?” Paralelamente, apresenta o caminho messiânico de Jesus, não como um caminho de glória e de triunfos humanos, mas como um caminho de amor e de cruz. “Conhecer Jesus” é aderir a Ele e segui-l’O nesse caminho de entrega, de doação, de amor total. A primeira leitura apresenta-nos um misterioso profeta “trespassado”, cuja entrega trouxe conversão e purificação para os seus concidadãos. Revela, pois, que o caminho da entrega não é um caminho de fracasso, mas um caminho que gera vida nova para nós e para os outros. João, o autor do Quarto Evangelho, identificará essa misteriosa figura profética com o próprio Cristo. A segunda leitura reforça a mensagem geral da liturgia deste domingo, insistindo que o cristão deve “revestir-se” de Jesus, renunciar ao egoísmo e ao orgulho e percorrer o caminho do amor e do dom da vida. Esse caminho faz dos crentes uma única família de irmãos, iguais em dignidade e herdeiros da vida em plenitude.
 

Comentário do Evangelho do XI Domingo do T.C Ano: C 16.06.2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013


Vídeo Comentáiro do Evangelho do XI Domingo do T.C Ano: C 16.06.2013. Se não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=459086
 

Vídeo Comentário do Evangelho do lX Domingo do T.C ano: C 02.06.2013

terça-feira, 28 de maio de 2013


CASO NÃO ABRIR CLIQUE: http://upload.gloria.tv/?media=451262
 Estamos diante do pedido que um centurião faz à Jesus. Prestemos bem a atenção para o fato do homem que pede ser um centurião, portanto um “inimigo” dos judeus, um ocupador da sua terra, mas apesar disso, ser com certeza um homem bom, pois a passagem diz claramente que ele tinha muita afeição pelo seu servo, (o que naquele tempo seria coisa rara), e que até tinha mandado construir a sinagoga para os judeus. Percebamos também que este homem se sente indigno de se aproximar de Jesus e por isso pede a outros que por ele intercedam, levando-nos a pensar na importância da intercessão. Meditemos ainda no fato de Jesus se admirar da fé daquele homem. Com efeito aquele homem dando a perceber a sua autoridade sobre aqueles que ele comanda, reconhece em Jesus Cristo uma autoridade bem maior, ou melhor, a autoridade total, pois vai muito para além das coisas do mundo, acreditando ele, centurião, que Jesus Cristo com uma só palavra pode curar o seu servo...

 

Comentário do Evangelho da Solenidade de Pentecostes Ano: C 19.05.2013.

quarta-feira, 15 de maio de 2013


Vídeo Comentário do Evangelho deste Domingo de Pentecostes, Jo 14,15-16.23b-26. Caso não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=444712

O verdadeiro fogo, o Espírito Santo, foi trazido sobre a terra por Cristo. Ele não o arrebatou dos deuses, como fez Prometeu segundo o mito grego, mas fez-se mediador do "dom de Deus", obtendo-o para nós com o maior gesto de amor da história: a sua morte na cruz.

Deus quer continuar a doar este "fogo" a cada geração humana e, naturalmente, é livre de o fazer como e quando o quer. Ele é espírito, e o espírito "sopra onde quer" (cf. Jo 3, 8). Porém, existe um "caminho normal" que o próprio Deus escolheu para "lançar fogo sobre a terra": este caminho é Jesus, o seu Filho Unigénito encarnado, morto e ressuscitado. Por sua vez, Jesus Cristo constituiu a Igreja como o seu Corpo místico, para que prolongue a sua missão na história. "Recebei o Espírito Santo" — disse o Senhor aos Apóstolos, na tarde da ressurreição, acompanhando estas palavras com um gesto compreensivo: "soprou" sobre eles (cf. Jo 20, 22). Assim, manifestou que lhes transmitia o seu Espírito, o Espírito do Pai e do Filho. Agora, caros irmãos e irmãs, na hodierna solenidade a Escritura diz-nos mais uma vez como deve ser a comunidade, como devemos ser nós para receber o dom do Espírito Santo. Na narração, que descreve o acontecimento do Pentecostes, o Autor sagrado recorda que os discípulos "se encontravam todos reunidos no mesmo lugar". Este "lugar" é o Cenáculo, a "sala no andar de cima" onde Jesus realizara a última Ceia com os seus Apóstolos, onde lhes aparecera ressuscitado; aquela sala que se tinha tornado, por assim dizer, a "sede" da Igreja nascente (cf. At 1, 13). Todavia, mais do que insistir sobre o lugar físico, os Actos dos Apóstolos tencionam acentuar a atitude interior dos discípulos: "Todos, unidos pelo mesmo sentimento, se entregavam assiduamente à oração" (At 1, 14). Por conseguinte, a concórdia dos discípulos é a condição para que venha o Espírito Santo; e a condição prévia da concórdia é a oração.

Queridos irmãos e irmãs, isto é válido também para a Igreja de hoje, é válido para nós que estamos aqui congregados. Se quisermos que o Pentecostes não se reduza a um simples rito ou a uma comemoração até muito sugestiva, mas seja um acontecimento actual de salvação, temos que nos predispor em expectativa religiosa do dom de Deus, mediante a escuta humilde e silenciosa da sua Palavra. A fim de que o Pentecostes se renove no nosso tempo, talvez seja necessário — sem nada tirar à liberdade de Deus — que a Igreja esteja menos "angustiada" com as actividades e mais dedicada à oração. É quanto nos ensina a Mãe da Igreja, Maria Santíssima, Esposa do Espírito Santo. Este ano o Pentecostes é celebrado precisamente no último dia de Maio, em que habitualmente se comemora a festa da Visitação. Também ela foi uma espécie de pequeno "pentecostes", que fez jorrar a alegria e o louvor dos corações de Isabel e de Maria, uma estéril e a outra virgem, e ambas se tornaram mães graças à extraordinária intervenção divina (cf. Lc 1, 41-45). A música e o canto, que acompanham esta nossa liturgia, ajudam-nos também eles a sermos concordes na oração, e por isso exprimo o profundo reconhecimento ao Coro da Catedral e à Kammerorchester de Köln. Com efeito, para esta liturgia, no bicentenário da morte de Joseph Haydn, foi escolhida muito oportunamente a sua Harmoniemesse, a última "Missa" composta pelo grande músico, uma sublime sinfonia para a glória de Deus. A todos vós que viestes para esta circunstância, dirijo a minha saudação mais cordial.

Para indicar o Espírito Santo, na narração do Pentecostes os Actos dos Apóstolos recorrem a duas imagens principais: a imagem da tempestade e do fogo. Claramente, São Lucas tem em mente a teofania do Sinai, descrita nos livros do Êxodo (cf. 19, 16-19) e do Deuteronómio (cf. 4, 10-12.36). No mundo antigo, a tempestade era vista como um sinal do poder divino, em cuja presença o homem se sentia subjugado e terrorizado, mas gostaria de sublinhar também mais um aspecto: a tempestade é descrita como "vento impetuoso", e isto faz pensar no ar, que distingue o nosso planeta dos outros astros e nos permite viver nele. O que o ar é para a vida biológica, o Espírito Santo é para a vida espiritual; e dado que existe uma poluição atmosférica que envenena o ambiente e os seres vivos, assim há também uma poluição do coração e do espírito, que mortifica e envenena a existência espiritual. Do mesmo modo como não podemos habituar-nos aos venenos do ar — e por isso o compromisso ecológico representa hoje em dia uma prioridade — da mesma forma deveríamos agir com relação àquilo que corrompe o espírito. No entanto, parece que a muitos produtos que poluem a mente e o coração, e que circulam nas nossas sociedades por exemplo, as imagens que espectacularizam o prazer, a violência e o desprezo pelo homem e pela mulher a isto parece que nos habituamos sem dificuldades. Também isto é liberdade, diz-se, sem reconhecer que tudo aquilo que polui, intoxica a alma principalmente das novas gerações e acaba por condicionar a sua própria liberdade. A metáfora do vento impetuoso do Pentecostes faz pensar no modo como, ao contrário, é precioso respirar o ar puro, quer com os pulmões, o ar físico, quer com o coração, o ar espiritual, o ar salubre do espírito que é a caridade!

A outra imagem do Espírito Santo que encontramos nos Actos dos Apóstolos é o fogo. No início mencionei o confronto entre Jesus e a figura mitológica de Prometeu, que evoca um aspecto característico do homem moderno. Apropriando-se das energias do cosmos — o "fogo" — hoje o ser humano parece afirmar-se como deus e desejar transformar o mundo excluindo, pondo de lado ou até rejeitando o Criador do universo. O homem já não quer ser imagem de Deus, mas de si mesmo; declara-se autónomo, livre e adulto. Evidentemente, tal atitude revela uma relação não autêntica com Deus, consequência de uma imagem falsa que se constrói dele, como o filho pródigo da parábola evangélica que pensa em realizar-se a si mesmo, afastando-se da casa do pai. Nas mãos de um homem assim, o "fogo" e as suas enormes potencialidades tornam-se perigosos: podem voltar-se contra a vida e contra a própria humanidade, como demonstra a história. Como perene admoestação permanecem as tragédias de Hiroxima e Nagasáqui, onde a energia atómica, utilizada para finalidades bélicas, semeou morte em proporções inauditas.

Na verdade, poder-se-iam encontrar muitos exemplos, menos graves e no entanto igualmente sintomáticos, na realidade de todos os dias. A Sagrada Escritura revela-nos que a energia capaz de mover o mundo não é uma força anónima e cega, mas a acção do "espírito de Deus que se movia sobre a superfície das águas" (Gn 1, 2) no início da criação. E Jesus Cristo "trouxe à terra" não a força vital, que já habitava nela, mas o Espírito Santo, ou seja, o amor de Deus que "renova a face da terra", purificando-a do mal e libertando-a do domínio da morte (cf. Sl 103 [104], 29-30). Este "fogo" puro, essencial e pessoal, o fogo do amor, desceu sobre os Apóstolos, reunidos em oração com Maria no Cenáculo, para fazer da Igreja o prolongamento da obra renovadora de Cristo.

Finalmente, ainda se tira um último pensamento da narração dos Atos dos Apóstolos: o Espírito Santo vence o medo. Sabemos como os discípulos se tinham refugiado no Cenáculo depois do aprisionamento do seu Mestre e aí permaneceram segregados com o temor de padecer a mesma sorte. Depois da ressurreição de Jesus, este seu medo não desapareceu repentinamente. Mas eis que no Pentecostes, quando o Espírito Santo pairou sobre eles, os homens saíram sem temor e começaram a anunciar a todos a boa notícia de Cristo crucificado e ressuscitado. Não tinham medo algum, porque se sentiam nas mãos do mais forte. Sim, queridos irmãos e irmãs, onde entra, o Espírito de Deus afasta o medo; faz-nos conhecer e sentir que estamos nas mãos de uma Omnipotência de amor: independentemente do que acontece, o seu amor infinito não nos abandona. Demonstram-no o testemunho dos mártires, a coragem dos confessores da fé, o impulso intrépido dos missionários, a sinceridade dos pregadores e o exemplo dos missionários, alguns dos quais são inclusive adolescentes e crianças. Demonstra-o a própria existência da Igreja que, não obstante os limites e as culpas dos homens, continua a atravessar o oceano da história, impelida pelo sopro do Espírito e animada pelo seu fogo purificador. Com esta fé e esta esperança jubilosa repitamos no dia de hoje, por intercessão de Maria: "Enviai o vosso Espírito, Senhor, para renovar a face da terra!".

Vídeo Comentário do Domningo da Ascensão de Jesus Ano: C 12.05.2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013



Neste Vídeo Comentário do Domningo da Ascensão, meditaremos o Evangelho de Lc 24,46-53. Se não abrir o vídeo, clique no link: http://pt.gloria.tv/?media=441040

Acredite nesta afirmação: nós já estamos com “um pé” no céu. Celebrando, hoje, o domingo da Ascensão do Senhor, a Igreja nos leva a contemplar em Cristo o nosso triunfo ao lado do Pai.

É fundamental conhecermos Cristo para que tenhamos ciência da esperança que Seu chamado nos dá ao descobrirmos as riquezas da glória que está na herança dos santos e o imenso poder que exerceu em favor dos que creem.

Essa riqueza não é algo a buscar no futuro, mas a viver já – hoje e agora – na Sagrada Liturgia na qual estamos com Ele, o Sumo Sacerdote, glorificando o Pai. Seria tão bom se pudéssemos celebrar com intensidade! Não simplesmente apegados aos ritos, mas ao mistério que nos é revelado em cada celebração.

Em cada uma delas, as portas do céu, no qual entramos com Cristo glorificado, se abrem. Com o Espírito que nos é dado, podemos nos alegrar com o Pai que vê Seu Filho voltando com os filhos que adotou.

A Ascensão de Jesus não marca um fim ou uma “virada de página”. Ele continua vivo e presente, pois estamos unidos a Ele. Ele é a cabeça que atrai o Seu corpo para o Pai, vivificando-o por meio de Seu Espírito. A ascensão O coloca no centro de nossa vida e de nossa história. Jesus é o Senhor de todas as coisas, é a pedra angular que fora rejeitada pelos construtores. Ele é elevado junto ao Pai, com o qual se torna – na Sua humanidade vivificante – fonte do rio da vida..... Para meditar mais assista o vídeo comentário.


Comentário do Evangelho do Vl Domingo da Páscoa Ano: C 05.05.2013

segunda-feira, 29 de abril de 2013


Comentário do Evangleho do Vl Domingo da Páscoa Ano: C 05.05.2013. Se não abrir clique: http://www.gloria.tv/?media=436419
 

Vídeo Comentário do Evangelho do V Domingo da Páscoa 28/04/13 Ano C

quarta-feira, 24 de abril de 2013


Comentário do Evangelho do V Domingo da Páscoa 28/04/13 Ano C, Jo 13, 31-35, O Filho do homem, na perspectiva do evangelista João, começa a ser glorificado com o início da sua paixão que começa «agora» e que tende para o Calvário. Na realidade ele é exaltado sobre a cruz como a serpente de bronze no poste (3,14ss). A partir deste trono Jesus manifesta em plenitude a sua divindade (8,28) e atrai todos a si (12,32). Com tal glorificação o Filho do Homem é revestido daquela glória divina que possuía antes da existência do cosmos (17,5). Portanto, o Filho do Homem foi glorificado. Que significa esta afirmação e quando foi glorificado? Pouco antes o evangelista indica a saída de Judas, portanto a glorificação de Cristo é posta em relação direta com a morte, considerada como já acontecida, mas não é certamente Judas a causa de tal glorificação. Conforme a teologia joanina, o autor é Deus. Isto é indicado pelo uso do passivo divino: foi glorificado, subentendendo Deus como sujeito, isto é, Deus glorificou-o..... Caso não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=433867

Comentário do Evangelho do lV Domingo da Páscoa Ano: C 21.04.2013.

terça-feira, 16 de abril de 2013


Neste comentário do Evangelho do V Domingo da Pascoa ano C, vemos Jesus se intitula o Bom Pastor. Bom, ele o era por essência, como Filho de Deus, em quem habita. Em sua plenitude, a Bondade, ensina Santo Gregório, papa. Bom, também e ainda na sua forma, enquanto entregou sua vida pelas ovelhas que lhe foram confiadas pelo Pai. Não só se sacrificou por elas, continua o mesmo santo, mas ainda deu-se em alimento e bebida, na eucaristia: “Bom Pastor, entregou sua vida pela suas ovelhas para que, em sacramento para nós, vertesse seu corpo e sangue e saciasse as ovelhas que remira com o alimento de sua carne”. Vamos meditar hoje o pastorei do Senhor em nossas vidas... Caso não abrir o vídeo clique: http://pt.gloria.tv/?media=429976
 

Comentário do Evangelho do lll Domingo da Páscoa Ano: C 14.04.2013

terça-feira, 9 de abril de 2013


Estamos diante de um belo Evangelho Jo 21,1-19, um história de resgate e amor, na qual Jesus investe todas as suas fichas para resgatar o coração de Pedro, preso na dor da negação, lançado e vagando no mar e na escuridão da noite... Caso não abrir o Vídeo do lll Domingo da Páscoa Ano: C 14.04.2013, clique: http://pt.gloria.tv/?media=426742

Comentário do Evangelho deste II Domingo da Páscoa Ano: C 07.04.2013, João 20,19-31.

segunda-feira, 1 de abril de 2013


Comentário do Evangleho deste II Domingo da Páscoa Ano: C 07.04.2013, João 20,19-31.
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Diante dos medos, das incertezas, dos vãos temores (os discípulos encontravam-se de portas fechadas) eis que o Senhor oferece a força do Espírito capaz de renovar, transformar, vencer os temores para que o testemunho aconteça. A fé se torne resposta de vida. O horizonte de renovação vença. Todos nós temos um pouco de Tomé, mas a graça do Senhor vence, para que o incrédulo, acredite. Para que a nossa história se converta e renove na história de Jesus. Para que a sua paz nos torne livres para amar, na serenidade da sua presença que inunda de luz as pequenas grandes trevas da nossa vida, necessitadas do amor e da luz de Jesus.....
 
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