Pesquisar este blog

Seguir por E-mail

Mostrando postagens com marcador Ateismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ateismo. Mostrar todas as postagens

A REVOLUÇÃO DO MUNDO ATEU ENTROU NA IGREJA - LITURGIA DIÁRIA , 30 DE NOVEMBRO DE 2013

sábado, 30 de novembro de 2013

 
 
A REVOLUÇÃO DO MUNDO ATEU ENTROU NA IGREJA

 

O que fazer quando tudo parece imerso em uma confusão tremenda? O que fazer quando não parece subsistir nada de certo? O homem é feito para viver diante de Deus e em Deus encontrar a própria consistência e paz. Outrora, a Igreja Católica comunicava esta paz. Era o mundo, aquele distante de Deus, a estar em continua agitação, mas não a Igreja. A Igreja era a estabilidade

 

Era o mundo sem Deus a estar imerso em uma contínua Revolução, e esta Revolução contínua era amada pelas almas instáveis e desesperadas que, descontentes da vida, buscavam ansiosamente uma impossível novidade que apagasse o seu vazio interior

 

A Igreja não. Sempre igual a si mesma, estabelecida e pacífica na estabilidade de Deus, avançava no mar da história e era o navio seguro para as almas que não amavam a Revolução, reconhecendo-a falsa e enganosa . Era o mundo moderno que, não querendo depender mais de Deus e de nenhuma autoridade, criticava a Igreja acusando-a de não mudar nunca! Não acreditando em Deus, o mundo moderno não entendia a estabilidade da Igreja, porque no fundo não entendia a estabilidade de Deus

 

Assim, em meio a todas as terríveis revoluções, a Igreja com os seus santos, com a graça sobrenatural dos seus sacramentos, com a verdade imutável revelada por Deus e transmitida pela Tradição e pela Escritura, caminhava no mundo, arrancando todas as almas que podia da Revolução que mata, para levá-las a seu seio, na estabilidade da graça que edifica . Tantos eram atingidos pela maravilhosa paz que emanava da Igreja Católica, paz que convencia e convertia, paz que está entre os maiores sinais de Deus

 

Quantas conversões à Igreja Católica também no mundo protestante: eles tinham se adaptado à modernidade sempre mais ateia e indiferente, mas esta modernidade não dava paz e muitos, assim, retornavam à Igreja Católica. Descreve muito bem esta situação Carlo Lovera de Castiglione no seu famoso texto sobre “O movimento de Oxford”. Assim disse, falando da crise doutrinal desencadeada dentro da igreja anglicana na metade do século XIX : “… os fiéis, alguns não sabiam mais o que pensar, outros tomavam partido dos inovadores, muitos olhavam além dos confins da Igreja Estabelecida, para os Católicos Romanos, para os quais a serenidade da fé e a imutabilidade da doutrina se refletia na posse da verdade, plena de segurança e de paz” (Carlo Lovera di Castiglione, Il movimento di Oxford, Morcelliana 1935, pag. 220)

 

“A serenidade da fé e a imutabilidade da doutrina se refletia na posse da verdade, plena de segurança e de paz” : como são doces estas palavras. E a doçura própria de Deus que doa à Igreja aquela serenidade que todo coração busca . Mas agora tudo mudou… chegaram dias terríveis que a retórica politicamente correta dos cristãos amodernados não pode esconder: a Revolução do mundo ateu entrou na Igreja e está consumindo tudo . Não existe mais estabilidade,  parecemos ter entrado em uma perene Revolução que tudo muda continuamente: confusão nos ritos, confusão na doutrina, confusão na moral e confusão na disciplina. Não se sabe se a verdade de hoje durará até amanhã. Tantos padres e fiéis leigos correm afanosamente para não ficar para trás, para adaptar-se como podem a esta extenuante confusão

 

Quem busca verdadeiramente a Deus, nesta “Igreja revolucionária” , permanece terrivelmente sozinho. O que fazer neste clima asfixiante? E o que não fazer? Antes de tudo, é preciso não deixar-se tomar pela agitação, é preciso não reagir como os revolucionários : seria como curar o mal, que é precisamente a Revolução, com a própria doença. O espírito revolucionário, também quando pretende salvar o bem, não será jamais a solução . É preciso, antes, estar verdadeiramente fora da Revolução, vivendo integralmente o catolicismo naquela estabilidade que lhe pertencia antes que a Revolução invadisse tudo

 

Na confusão escura, nas trevas, urge decidir diante de Deus a viver como católicos, estavelmente . Por isso é preciso encontrar um lugar que te comunique a paz da fé em posse da verdade revelada. Um lugar onde é celebrada a Missa é celebrada com a máxima dignidade e piedoso zelo , onde Cristo é o centro , elegê-lo como referência para a própria vida, deixando-se educar por este lugar. Não viver agitado em uma luta perene, mas viver como católico na liturgia de sempre, na doutrina de sempre, na graça de sempre segundo os sacramentos de sempre; e assim realizar todo o bem que o Senhor nos permite cumprir

 

Isto será sempre possível na Igreja, isto a Igreja assegurará sempre, (apesar das tentativas diabólicas) ,  alcançar verdadeiramente a santidade, poder se instruir, em um grupo real, ainda que pequeno, sobre a doutrina imutável e sobrenatural, sob uma autoridade real e conservando a segurança que permanecerá sempre nos verdadeiros sacerdotes e nos Bispos fiéis, que não se demitiram (talvez mesmo sem notar) nas mãos das comissões e da colegialidade

 

Caríssimos, se vivermos assim, as trevas terríveis de hoje permanecerão fora dos nossos corações. Rezemos para que Nossa Senhora nos obtenha este refúgio, e que nós busquemos de lhe ser sempre mais dignos

 

 

 LITURGIA DO DIA 30 DE NOVEMBRO DE 2013
PRIMEIRA LEITURA (RM 10,9-18)

LEITURA DA CARTA DE SÃO PAULO AOS ROMANOS - Irmãos, 9se, com tua boca, confessares Jesus como Senhor e, no teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. 10É crendo no coração que se alcança a justiça e é confessando a fé com a boca que se consegue a salvação. 11Pois a Escritura diz: “Todo aquele que nele crer não ficará confundido”. 12Portanto, não importa a diferença entre judeu e grego; todos têm o mesmo Senhor, que é generoso para com todos os que o invocam. 13De fato, todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo. 14Mas, como invocá-lo, sem antes crer nele? E como crer, sem antes ter ouvido falar dele? E como ouvir, sem alguém que pregue? 15E como pregar, sem ser enviado para isso? Assim é que está escrito: “Quão belos são os pés dos que anunciam o bem”. 16Mas nem todos obedeceram à Boa Nova. Pois Isaías diz: “Senhor, quem acreditou em nossa pregação?” 17Logo, a fé vem da pregação e a pregação se faz pela palavra de Cristo. 18Então, eu pergunto: Será que eles não ouviram? Certamente que ouviram, pois “a voz deles se espalhou por toda a terra, e as suas palavras chegaram aos confins do mundo” - Palavra do Senhor

SALMO RESPONSORIAL (SL 18)

SEU SOM RESSOA E SE ESPALHA EM TODA A TERRA    

 

— Os céus proclamam a glória do Senhor, e o firmamento a obra de suas mãos; o dia ao dia transmite esta mensagem, a noite à noite publica esta notícia

 

— Não são discursos nem frases ou palavras, nem são vozes que possam ser ouvidas; seu som ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do universo a sua voz

EVANGELHO (MT 4,18-22)

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO + SEGUNDO MATEUS - Naquele tempo, 18quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. 19Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 20Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram. 21Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Jesus os chamou. 22Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram - Palavra da Salvação

 

 
 
 
Mensagem de Nossa Senhora em 2 de fevereiro de 2013 – “Queridos filhos; O AMOR está ME trazendo a vocês – o amor que EU desejo ensinar também a vocês – o amor real; o amor que MEU FILHO mostrou a vocês quando ELE morreu na cruz por amor a vocês; o amor que está sempre pronto a perdoar e a pedir perdão. Quão grande é o seu amor? MEU CORAÇÃO Maternal está triste quando ele procura por amor em seus corações. Vocês não estão prontos a submeter a sua vontade à Vontade de DEUS por amor. Vocês não podem ME ajudar a levar aqueles que não chegaram a conhecer o Amor de DEUS a conhecê-LO, porque vocês não tem amor real. Consagrem os seus corações a MIM e EU guiarei vocês. EU ensinarei vocês a perdoar, a amar seus inimigos, e a viver de acordo com o MEU FILHO. Não tenham medo de vocês mesmos. Nas aflições, MEU FILHO não esquece daqueles que amam. EU estarei ao seu lado. EU implorarei ao PAI CELESTIAL pela luz da eterna verdade e amor para iluminar vocês. Rezem pelos seus pastores para que através de sua oração e jejum, eles possam guiar vocês no amor. Obrigada” – Mensagem de Nossa Senhora em Medjugorje
 
 

 

A IGREJA CELEBRA HOJE , SANTO ANDRÉ APÓSTOLO - Hoje a Igreja está em festa, pois celebramos a vida de um escolhido do Senhor para pertencer ao número dos Apóstolos.  Santo André nasceu em Betsaida, no tempo de Jesus, e de início foi discípulo de João Batista até que aproximou-se do Cordeiro de Deus e com São João, começou a segui-lo, por isso André é reconhecido pela Liturgia como o “protocleto”, ou seja, o primeiro chamado: “Primeiro a escutar o apelo, ao Mestre, Pedro conduzes; possamos ao céu chegar, guiados por tuas luzes!”  Santo André se expressa no Evangelho como “ponte do Salvador”, porque é ele que se colocou entre seu irmão Simão Pedro e Jesus; entre o menino do milagre da multiplicação dos pães e Cristo; e, por fim, entre os gentios (gregos) e Jesus Cristo. Conta-nos a Tradição que depois do Batismo no Espírito Santo em Pentecostes, Santo André teria ido pregar o Evangelho na região dos mares Cáspio e Negro . Apóstolo da coragem e alegria, Santo André foi fundador das igrejas na Acaia, onde testemunhou Jesus com o seu próprio sangue, já que foi martirizado numa cruz em forma de X, a qual recebeu do santo este elogio: “Salve Santa Cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou!” - Santo André Apóstolo, rogai por nós

O TESTEMUNHO DE EX-ATEIA QUE SE CONVERTEU AO CRISTIANISMO APÓS CONHECER O PENSAMENTO DO PAPA BENTO XVI‏

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O TESTEMUNHO DE EX-ATEIA  QUE SE CONVERTEU AO CRISTIANISMO APÓS CONHECER O PENSAMENTO DO PAPA BENTO XVI‏
                                                                               

Na última Páscoa, quando eu estava começando a explorar a possibilidade de que deveria haver algo a mais na fé católica, além do que eu tinha acreditado e sido levada a crer, eu li "Cartas a um jovem católico", de George Weigel01. Uma passagem em particular chamou-me a atenção

Falando dos milagres do Novo Testamento e do significado de fé, Weigel escreve: "No jeito católico de ver as coisas, andar sobre as águas é algo totalmente sensato a se fazer. Ficar no barco, atendo-se tenazmente às nossas pequenas comodidades, é loucura."
Nos meses seguintes, aquela vida fora do barco – a vida da fé – começou a fazer bastante sentido para mim, a ponto de eu não poder mais justificar ficar parada. No último fim de semana eu fui batizada e confirmada na Igreja Católica

É claro, isso não deveria acontecer. Fé é algo que a minha geração não considera, mas deixa de lado e ignora. Eu cresci sem nenhuma religião e tinha oito anos quando aconteceu o atentado de 11 de setembro
A religião era irrelevante na minha vida pessoal e, durante meus anos na escola, a religião só proporcionava um fundo de notícias de violência e extremismo. Eu lia avidamente Dawkins, Harris e Hitchens, cujas ideias eram tão parecidas com as minhas que eu empurrava quaisquer dúvidas para o fundo da minha mente. Afinal, qual alternativa havia lá para o ateísmo?
Como uma adolescente, eu percebi que precisava ler além dos meus polemistas favoritos, como começar a pesquisar as ideias dos mais egrégios inimigos da razão, os católicos, a fim de defender com mais propriedade minha visão de mundo. Foi aqui, ironicamente, que os problemas começaram
Eu comecei lendo o discurso do Papa Bento XVI em Ratisbona, ciente de que tinha gerado controvérsia na ocasião e era uma espécie de tentativa – fútil, é claro – de reconciliar fé e razão. Também li o menor livro de sua autoria que pude encontrar, On Conscience02. Eu esperava – e desejava – achar preconceitos e irracionalidade para sustentar meu ateísmo. Ao contrário, fui colocada diante de um Deus que era o Logos; não um ditador sobrenatural esmagador da razão humana, mas o parâmetro de bondade e verdade objetiva que se expressa a Si mesmo e para o qual nossa razão se dirige e no qual ela se completa, uma entidade que não controla nossa moral roboticamente, mas que é a fonte de nossa percepção moral, uma percepção que requer desenvolvimento e formação por meio do exercício consciente do livre-arbítrio

Era uma percepção da fé mais humana, sutil e fiável do que eu esperava. Não me conduziu a uma epifania espiritual dramática, mas animou-me a buscar mais no catolicismo, a reexaminar com um olhar mais crítico alguns dos problemas que tinha com o ateísmo.
Primeiro, moralidade. Para mim, uma moralidade ateísta conduzia a duas áreas igualmente problemáticas: ou era subjetiva a ponto de ser insignificante ou, quando seguida racionalmente, implicava resultados intuitivamente repulsivos, como a postura de Sam Harris sobre a tortura. Mas as mais atraentes teorias que poderiam contornar esses problemas, como a ética das virtudes, geralmente o faziam a partir da existência de Deus. Antes, com minha compreensão caricata de teísmo, eu acharia isso absurdo. Agora, com o discernimento mais profundo que eu tinha começado a desenvolver, eu não tinha tanta certeza.
Depois, metafísica. Eu percebi rapidamente que confiar nos neoateístas para argumentar contra a existência de Deus era um erro: Dawkins, por exemplo, dá um tratamento dissimuladamente superficial a Tomás de Aquino em "Deus, um delírio", abordando apenas o resumo das cinco vias de São Tomás – e distorcendo as provas resumidas, para variar.Informando-me melhor sobre as ideias aristotélico-tomistas, eu as considerei uma explanação bastante válida do mundo natural, contra a qual os filósofos ateístas não tinham conseguido fazer um ataque coerente

O que eu ainda não entendia era como uma teologia que operava em harmonia com a razão humana poderia ser, ao mesmo tempo, nas palavras de Bento XVI, "uma teologia fundamentada na fé bíblica". Eu sempre considerei que a sola scriptura, mesmo com suas evidentes falácias e deficiências, era de certo modo consistente, acreditando nos cristãos que leem a Bíblia. Então eu fiquei surpresa ao descobrir que esta visão poderia ser refutada com veemência tanto pelo ponto de vista católico – lendo a Bíblia através da Igreja e de sua história, à luz da Tradição – como pelo ateu.
Eu procurei por absurdos e inconsistências na fé católica que pudessem descarrilhar minhas ideias da inquietante conclusão à qual eu me dirigia, mas o irritante do catolicismo é sua coerência: uma vez que você aceita a estrutura básica de conceitos, todas as outras coisas se ajustam com uma rapidez incrível. "Os mistérios cristãos são um todo indivisível", escreveu Edith Stein em "A ciência da cruz"03. "Se entramos em um, somos levados a todos os outros". A beleza e autenticidade até das mais aparentemente difíceis partes do catolicismo, como a moral sexual, se tornaram claras quando não eram mais vistas como uma lista descontextualizada de proibições, mas como componentes essenciais no corpo complexo do ensinamento da Igreja

Havia um último problema, porém: minha falta de familiaridade com a fé como algo vivido. Para mim, toda a prática e a língua da religião – oração, hinos, Missa – eram algo totalmente estranho, em direção ao qual eu relutava em dar o primeiro passo
Minhas amizades com católicos praticantes finalmente convenceram-me que eu tinha que fazer uma decisão. Fé, no fim das contas, não é meramente um exercício intelectual, um assentimento a certas proposições; é um radical ato da vontade, que engendra uma mudança total da pessoa. Os livros levaram-me a ver o catolicismo como uma conjectura plausível, mas o catolicismo como uma verdade viva eu só entendi observando aqueles que já serviam a Igreja por meio da vida da graça
Eu cresci numa cultura que tem amplamente virado as costas para a fé. Por isso eu era capaz de levar minha vida adiante com meu ateísmo mal concebido e incontestado, e isso explica pelo menos parcialmente a grande extensão de apoio popular que têm os neoateístas: para cada ateu ponderado e bem informado, existirão outros com nenhuma experiência pessoal de religião e nenhum interesse em argumentar simplesmente indo na onda da maré cultural

Enquanto a popularidade do ateísmo beligerante e reacionário diminui, cristãos sérios capazes de explicar e defender sua fé serão uma presença crescentemente vital na esfera pública. Eu espero que eu seja um pequeno exemplo da força de atração que o catolicismo ainda carrega em uma época que lhe parece às vezes irascivelmente oposta
Por Megan Hodder, 24 de maio de 2013
Fonte: The Catholic Herald


QUEM É O SACERDOTE NO MUNDO DE HOJE?‏ - LITURGIA DIÁRIA , 08 DE JULHO DE 2013

domingo, 7 de julho de 2013

QUEM É O SACERDOTE NO MUNDO DE HOJE?‏
CARDEAL MAURO PIACENZA, PREFEITO DA CONGREGAÇÃO PARA O CLERO, EM PALESTRA DADA NOS ESTADOS UNIDOS A UM GRUPO DE SACERDOTES


Dorothy Thompson, escritora americana, decênios atrás, publicou em um artigo para uma revista os resultados de uma acurada pesquisa sobre o famigerado campo de concentração de Dachau. Uma pergunta-chave relativa aos sobreviventes era esta: “Quem, em meio ao inferno de Dachau, permaneceu mais tempo em condições de equilíbrio? Quem manteve durante mais tempo o senso próprio de identidade?”  A resposta foi unânime e sempre a mesma: “Os padres católicos”


Sim, os padres católicos! Esses conseguiram manter-se no próprio equilíbrio, no meio de tanta loucura, porque eram conscientes da vocação deles. Esses tinham sua escala hierárquica de valores. A dedicação deles ao ideal era total. Esses eram conscientes da sua missão específica e das motivações profundas que a levantou. Em meio ao inferno terreno, esses portavam seu testemunho: aquele de Jesus Cristo!


Vivemos em um mundo instável. Existe uma instabilidade na família, no mundo do trabalho, nos vários grupos sociais e profissionais, nas escolas e instituições. O padre, porém, deve constitucionalmente ser um modelo de estabilidade e de maturidade, de dedicação plena ao seu apostolado. No caminho inquieto da sociedade, existe muitas vezes uma interrogação à mente do cristão: “Quem é o sacerdote no mundo de hoje? É um marciano? É um alienado? É um fóssil? Quem é?”


A secularização, o gnosticismo, o ateísmo nas suas várias formas, estão reduzindo sempre mais o espaço do sagrado, estão sugando o sangue do conteúdo da mensagem cristã. Os homens das técnicas e do bem-estar, o povo caracterizado pela febre do “aparecer”, demonstram uma extrema pobreza espiritual. São vítimas de uma grave angústia existencial e se mostram incapazes de resolver os problemas de fundo da vida espiritual, familiar e social


Se quiséssemos interrogar a cultura mais difundida, perceberíamos que essa é dominada e impregnada pela dúvida sistemática e pela suspeita contra tudo o que concerne à fé, à razão, à religião, à lei natural. “Deus é uma hipótese inútil – escreveu Camus – e estou perfeitamente seguro que não me interessa”



Na melhor das hipóteses, um pesado silêncio cai sobre Deus; mas se chega rapidamente à afirmação do insanável conflito das duas existências destinadas a eliminar-se: ou Deus ou o homem. Se, então, lançássemos um olhar panorâmico sobre os comportamentos morais, não poderíamos fugir da constatação da confusão, da desordem, da anarquia que reina neste campo. O homem se faz o criador do bem e do mal. Concentra egoisticamente a atenção sobre si. Substitui a norma moral pelo próprio desejo e procura o próprio interesse


Neste contexto, a vida e o ministério do sacerdote são de importância decisiva e urgente atualidade. Na verdade - deixe-me dizer – que quanto mais é marginalizado mais é importante, mais é considerado superado e mais é atual. O sacerdote deve proclamar ao mundo a mensagem eterna de Cristo, na sua pureza e radicalidade; não deve diminuir a mensagem, mas deve, ao contrário, elevar as pessoas; deve dar à sociedade anestesiada pelas mensagens de certos regentes oculto, detentores dos poderes, a força libertadora de Cristo 


Todos sentem a necessidade de reformas sociais, econômicas e políticas; todos desejam que, nas lutas sindicais e no discurso econômico seja reafirmada e observada a centralidade do homem e a perseguição dos objetivos de justiça, solidariedade, de convergência ao bem comum. Tudo isso permanecerá somente um sonho, se não se mudar o coração do homem, de tantos homens, que por sua vez renovem as estruturas


Vejam, o verdadeiro campo de batalha da Igreja é o mundo secreto da alma do homem e nele não se entra sem muito tato, muita compunção, além que com a graça de estado prometida do sacramento da ordem. É justo que o padre se insira na vida, na vida comum dos homens, mas não deve ceder ao conformismo e aos compromissos da sociedade. A Sã Doutrina, mas também a documentação histórica que demonstram que a Igreja é capaz de resistir a todos os ataques, a todos os assaltos que possam acontecer contra ela, de todas as potências políticas, econômicas e culturais, mas não resiste ao perigo que deriva do esquecimento desta palavra de Jesus: “Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo”. Jesus mesmo indica a conseqüência deste esquecimento: “Se o sal se torna insípido, como se preservará o mundo da corrupção?” (cfr. Mt 5, 13-14)



A que serviria um sacerdote assim assemelhado ao mundo, tornado um padre mimetizado e não mais fermento transformador? De frente a um mundo anêmico de oração e adoração, o sacerdote é, em primeiro lugar, o homem da adoração e da oração, do culto, da celebração dos santos mistérios. De frente a um mundo submerso em consumismo, pansexualismo, atacado pelos erros, apresentados nos aspectos mais sedutores, o sacerdote precisa falar de Deus e das realidades eternas e, para podê-lo fazer de modo credível, deve ele mesmo crer apaixonadamente, assim como deve ser “limpo”!


O padre deve aceitar as impressões de ser no meio do meio do povo como alguém que parte de uma lógica e fala uma língua diferente dos outros: “Não vos conformeis à mentalidade deste mundo” (Rm 12,2). Ele não é como “os outros”. O que as pessoas esperam dele é exatamente que não seja “como todos os outros”. Diante de um mundo imerso na violência e corroído pelo egoísmo, o padre deve ser o homem da caridade. Das montanhas puríssimas do Amor de Deus, do qual faz uma particularíssima experiência, desce aos vales, aonde muitos vivem as suas vidas de solidão, de incomunicabilidade, de violência, para anunciar a Misericórdia, Reconciliação e Esperança. O sacerdote responde às exigências da sociedade, fazendo-se voz de quem não tem voz: os pequenos, os pobres, os anciãos, os oprimidos, os marginalizados


Não pertence a si mesmo, mas aos outros. Não vive para si e não procura que é seu. Procura aquilo que é de Cristo, isto é, que é dos seus irmãos. Compartilha as alegrias e dores de todos, sem distinção de idade, de categoria social, de facção política, de prática religiosa. Ele é o guia da porção do povo que lhe é confiada. Certamente, não é o condutor de um exército anônimo, mas pastor de uma comunidade formada por pessoas que têm, cada uma, seus nomes, suas histórias, seus destinos, seus segredos


O sacerdote tem a difícil, mas exaltante tarefa, de guiar estas pessoas com a mais religiosa atenção e com o mais escrupuloso respeito pela sua dignidade humana, seu trabalho, seus direitos, com a plena consciência que, às condições deles de filhos de Deus corresponde em si uma vocação eterna, que se realiza na plena comunhão com Deus. O sacerdote não hesitará em dar a vida, ou em uma breve, mas intensa, temporada de dedicação generosa e sem limites, ou em uma doação quotidiana, longa, no gotejamento de humildes gestos de serviço ao seu povo, direcionado sempre à defesa e formação da grandeza humana e do crescimento cristão de todos os simples fiéis e do inteiro povo seu


Um padre deve ser ao mesmo tempo pequeno e grande, nobre de espírito como um rei, simples e natural como um camponês. Um herói na conquista de si, o soberano dos seus desejos, um servidor para os pequenos e débeis; que não se abaixa diante dos poderosos, mas que se curva diante dos pobres e dos pequenos, discípulo do seu Senhor e líder de seu rebanho. Nenhum dom mais precioso pode ser concedido a uma comunidade que um sacerdote segundo o coração de Cristo. A esperança do mundo consiste no poder contar, também para o futuro, com o amor de corações sacerdotais límpidos, fortes e misericordiosos, livre, generosos e fiéis


Amigos, se os ideais são altos, a estrada difícil, o terreno talvez também minado, as incompreensões são muitas, mas tudo podemos n’Aquele que nos conforta (cfr. Fl 4, 13). O eclipse da luz de Deus e do Seu amor não é a extinção da luz e do amor de Deus. Já amanhã aquilo que estava interposto, obscurecendo a fé, colocando o mundo numa escuridão assustadora, poderá diluir-se, e depois da longa pausa, longa demais do eclipse, retornar o sol, pleno e esplêndido 


Acima das inquietações e contestações que agitam o mundo, e se fazem sentir também dentro da Igreja, estão em ação forças secretas, escondidas e fecundas de santidade. Acima dos rios de palavras e discursos, dos programas e planos, das iniciativas e das organizações, estão almas santas que rezam, sofrem, expiam adorando o Deus-conosco. Entre esses há crianças e adultos, homens e mulheres, jovens e idosos, cultos e ignorantes, doentes e sadios, e há também tantos sacerdotes, que não somente são dispensadores dos mistérios de Cristo, mas na Babel atual, permanecem sinais seguros de referência e esperança para quantos procuram a plenitude, o sentido, o fim, a felicidade




LITURGIA DIÁRIA , 08 DE JULHO DE 2013
PRIMEIRA LEITURA: GÊNESIS 28, 10-22

XIV SEMANA COMUM , (VERDE - OFÍCIO DO DIA) - LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS - Naqueles dias, 10Jacó, partindo de Bersabéia, tomou o caminho de Harã. 11Chegou a um lugar, e ali passou a noite, porque o sol já se tinha posto. Serviu-se como travesseiro de uma das pedras que ali se encontravam, e dormiu naquele mesmo lugar. 12E teve um sonho: via uma escada, que, apoiando-se na terra, tocava com o cimo o céu; e anjos de Deus subiam e desciam pela escada. No alto estava o Senhor, 13que lhe dizia: "Eu sou o Senhor, o Deus de Abraão, teu pai e o Deus de Isaac; darei a ti e à tua descendência a terra em que estás deitado. 14Tua posteridade será tão numerosa como os grãos de poeira no solo; tu te estenderás, para o ocidente e para o oriente, para o norte e para o meio-dia, e todas as famílias da terra serão benditas em ti e em tua posteridade. 15Estou contigo, para te guardar onde quer que fores, e te reconduzirei a esta terra, e não te abandonarei sem ter cumprido o que te prometi." 16Jacó, despertando de seu sono, exclamou: "Em verdade, o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia!" 17E, cheio de pavor, ajuntou: "Quão terrível é este lugar! É nada menos que a casa de Deus; é aqui, a porta do céu." 18No dia seguinte, pela manhã, tomou Jacó a pedra: sobre a qual repousara a cabeça e a erigiu em estela, derramando óleo sobre ela. 19Deu o nome de Betel a este lugar, que antes se chamava Luz. 20Jacó fez então este voto: "Se Deus for comigo, se ele me guardar durante esta viagem que empreendi, e me der pão para comer e roupa para vestir, 21e me fizer voltar em paz casa paterna, então o Senhor será o meu Deus. 22Esta pedra da qual fiz uma estela será uma casa de Deus, e pagarei o dizimo de tudo o que me derdes" - Palavra do Senhor

SALMO RESPONSORIAL(90)

REFRÃO:  VÓS SOIS MEU DEUS, NO QUAL CONFIO INTEIRAMENTE
1. Quem habita ao abrigo do Altíssimo e vive à sombra do Senhor onipotente, diz ao Senhor: "Sois meu refúgio e proteção, sois o meu Deus, no qual confio inteiramente". -R.

2. Do caçador e do seu laço ele te livra. Ele te salva da palavra que destrói. Com suas asas haverá de proteger-te, com seu escudo e suas armas, defender-te. -R.

3. "Porque a mim se confiou, hei de livrá-lo e protegê-lo, pois meu nome ele conhece. Ao invocar-me hei de ouvi-lo e atendê-lo, e a seu lado eu estarei em suas dores". -R.


EVANGELHO: MATEUS 9, 18-26

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO MATEUS - Naquele tempo, 18Falava ele ainda, quando se apresentou um chefe da sinagoga. Prostrou-se diante dele e lhe disse: Senhor, minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe-lhe as mãos e ela viverá. 19Jesus levantou-se e o foi seguindo com seus discípulos. 20Ora, uma mulher atormentada por um fluxo de sangue, havia doze anos, aproximou-se dele por trás e tocou-lhe a orla do manto. 21Dizia consigo: Se eu somente tocar na sua vestimenta, serei curada. 22Jesus virou-se, viu-a e disse-lhe: Tem confiança, minha filha, tua fé te salvou. E a mulher ficou curada instantaneamente. 23Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus os tocadores de flauta e uma multidão alvoroçada. Disse-lhes: 24Retirai-vos, porque a menina não está morta; ela dorme. Eles, porém, zombavam dele. 25Tendo saído a multidão, ele entrou, tomou a menina pela mão e ela levantou-se. 26Esta notícia espalhou-se por toda a região - Palavra da salvação






 

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE – “Hoje convido-os à conversão. Esta é a mensagem mais importante que lhes dei aqui. Filhinhos, desejo que cada um de vocês seja portador das minhas mensagens. Convido-os, filhinhos, a viverem as mensagens que lhes dei durante estes anos. Este tempo é tempo de graça. Especialmente agora que também a Igreja convida-os à oração e à conversão. Também Eu, filhinhos, convido-os a viverem as minhas mensagens que lhes dei durante este tempo em que apareço aqui” – MENSAGEM DO DIA 25.02.96

Carta a um leitor ateu

quinta-feira, 13 de junho de 2013





                        A meu ver, uma das provas de que Deus existe é a profissão de médico-legista. Não encontro explicação racional para o fato de alguém se sentir atraído por tal ofício, isto é, para ter um gosto tão oposto ao meu. Poderia citar outras profissões ou atividades. Esse é apenas um exemplo. Certamente, para outros, a existência dos advogados somente pode ter explicação divina, tal é a repulsa que sentem pelo ofício de lidar com as leis.

                        Como explicar a existência dos goleiros, uma vez que os atacantes têm muito maior visibilidade? Como entender os bateristas, se vocalistas e guitarristas possuem maior evidência? Há maior recompensa material ou moral para certas funções, o que me leva a crer nos talentos inatos harmonicamente distribuídos. No mundo parece haver uma certa ordem, de modo que, se não houvessem as distorções do mercado e as pressões dos pais, tudo leva a crer, haveria grande equilíbrio e adequada distribuição de profissões e atividades. Com um detalhe: ninguém é médico para tratar as próprias doenças, dentista para cuidar das próprias cáries, lixeiro para levar o próprio lixo. Cada um de nós existe para os outros. E, creio, cada um dos outros existe também para nós.

                        Estou plenamente convencido de que se todos os homens fossem sinceros consigo mesmos, seguindo sua real vocação, suas verdadeiras aptidões, poder-se-ia verificar que a natureza sempre produziu harmoniosa correspondência entre dons e necessidades. O problema é que há desvios de rota. Quantos indivíduos, por exemplo, não tiveram de renunciar aos próprios destinos, às próprias escolhas, para realizar loucos desejos dos pais? Sim, loucos desejos, pois os genitores não são proprietários dos talentos e vocações dos filhos. Não são donos do sentido da existência dos filhos. Não lhes possuem os destinos. A ninguém é dado curar suas frustrações impondo frustrações aos outros, suicidando o sentido da existência dos outros. E é também por isso que o aborto se reveste de especial gravidade: o aniquilamento do sentido da existência do nascituro.

                        Há quem diga que a vida não tem sentido. Isso não é verdade. Até a morte tem sentido. O que existe em superabundância são os cegos, cegos para o sentido. Detectar a razão da existência exige uma certa habilidade, um certo treino. O mesmo se dá com a existência de Deus. Há quem diga que Deus não existe. Mas as provas da existência de Deus são a todo o momento esfregadas na nossa cara. O que há saindo pelos ladrões são os cegos que não sabem ler braile.

                        Diz-se que os cegos, por lhes faltar a visão, desenvolvem mais os outros sentidos. Com o homem moderno dá-se algo inverso. Por embrenhar-se demais nos toques, nos esbarros com a matéria, por afligir-se com o presente do dia dos namorados, com a perda do emprego, com o carro do ano, sofre terrível e angustiante atrofia de uma capacidade interior, da sua sensibilidade para o invisível e intangível, para o que está além do toque, além do tato e da vista.

                        De uma certa maneira, pode-se dizer que, para encontrar o sentido da vida ou mesmo as provas da existência de Deus, é preciso aprender a ler em braile. Trata-se de um outro tipo de leitura, de uma outra espécie de sensibilidade, de uma percepção de diversa natureza. O modo pelo qual estamos acostumados a conhecer, sobretudo nesses tempos encharcados de materialismo, é impróprio, é insuficiente, é inadequado para nos levar à apreensão de realidades metafísicas. Não por acaso há quem diga que a metafísica morreu. Mas não se aprende o que é amor pelo dicionário. Há uma espécie de sentido interno que nos mostra o que é o elo que une os amantes.

Às vezes, é o sofrimento quem inicia o processo de alfabetização. Viktor Emil Frankl, um grande homem do nosso tempo, provou o campo de concentração nazista e comprovou que há sentido na vida até mesmo ali. E mais: há um sentido específico para cada momento, para cada ato, para cada segundo e instante, e não apenas um sentido geral e abstrato para tudo. Intuiu ele que esse sentido está ligado a dois fatores: liberdade e responsabilidade. Sim, porque somos livres para tomar decisões sem sentido. Somos livres. Mas também somos responsáveis. Decisões sem sentido têm consequências, às vezes, catastróficas. Geram vazio existencial e toda uma série de frustrações. Mas é possível dar sentido mesmo aos erros e retificar a rota.

                        Dostoiévski esteve também à beira da morte, diante do pelotão de fuzilamento, condenado por traição. Conta-se que ele já tinha dividido mentalmente os poucos minutos que lhe restavam, para despedir-se dos companheiros. Tantos segundos para despedir-se deste, tantos segundos para despedir-se daquele. E, no entanto, no derradeiro instante, já no lugar da execução, a pena capital que lhe seria imposta foi comutada em quatro anos de trabalhos forçados. Em um de seus livros, Viktor Frankl cita uma frase do autor russo: “de uma só coisa eu tenho medo: não ser digno dos meus tormentos”. Sim, o autor de “Memórias do subsolo” enxergou um sentido a realizar diante dos seus tormentos.

                        O caro leitor deve saber que Beethoven quase nos privou de algumas de suas obras. Percebendo a surdez avançando e após desilusões amorosas, resolveu dar cabo da própria vida. Mas, misteriosamente – talvez tenha pedido auxílio aos céus, aos anjos e aos santos –, acabou vencendo o desespero e ofereceu à humanidade um exemplo quase sobre-humano de superação: compôs aquele glorioso edifício, a sua última e mais majestosa sinfonia, encontrando-se já completamente surdo. Ao invés de se deixar subjugar pela adversidade, ele resolveu “agarrar o destino pela garganta”, segundo suas próprias palavras.

                        Gostaria que o meu texto de hoje pudesse ser considerado como uma carta, uma missiva com endereço certo, uma mensagem a um leitor ateu. Gostaria de alertá-lo da sua cegueira e da necessidade de aprender a ler braile. Certos desenvolvimentos dão-se à custa de atrofias. Há uma espécie de visão interior que lê além do visível, que toca além do tato. De fato, é um tipo de visão, mais verdadeira e muito mais potente. Mas diz respeito a um outro alfabeto e a um outro tipo de idioma. Requer critérios outros, diversa habilidade, outro tipo de instrumentos. E já é um bom começo saber que essa capacidade existe.
 
Paul Medeiros Krause
Procurador do Banco Central em Belo Horizonte

URGENTE : QUEREM TIRAR DE NOSSA SENHORA APARECIDA O TÍTULO DE PADROEIRA DO BRASIL

sexta-feira, 7 de junho de 2013



URGENTE : QUEREM TIRAR DE NOSSA SENHORA APARECIDA O TÍTULO DE PADROEIRA DO BRASIL
AOS CATÓLICOS COM URGÊNCIA - URGENTÍSSIMO: projeto de lei contra NOSSA SENHORA APARECIDA


Outra loucura dos idiotas que deturpam o conceito de "Estado laico": querem tirar de NOSSA SENHORA APARECIDA o título de Padroeira do Brasil


Precisamos agir urgentemente !!


Mais uma de nossos “IRMÃOS EVANGÉLICOS”.....



BRASIL CATÓLICO PRECISA URGENTEMENTE DE SUA

AJUDA !!


Por favor, entre na página (é só clicar sobre o link abaixo) :




e envie um e-mail à Comissão pedindo o imediato arquivamento desse projeto. AJA E REPASSE PARA TODOS OS CONTATOS CATÓLICOS SOMENTE


 
Veja que coisa terrível está acontecendo. Há um projeto de lei tramitando no

Congresso Nacional que quer retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil
               
O PL 2623/2007, de autoria do Dep. suplente Victorio Galli, que é pastor Evangélico da Assembléia de Deus, já está na Comissão de Educação e Cultura para parecer conclusivo

Precisamos agir urgentemente . Por favor, entre na página (é só clicar sobre o link) http://www.familia.org.br/  e envie um e-mail à Comissão pedindo o imediato arquivamento desse projeto

Conto com você para impedir que Nossa Senhora Aparecida seja destronada, sem o conhecimento dos brasileiros

Mais um favor: envie esse e-mail para todos os seus parentes e amigos. Se todos nós católicos dissermos um NÃO com energia, esse absurdo projeto não irá para a frente

Nossa Senhora Aparecida nunca abandonou quem suplica sua ajuda, não abandonemos também Nossa Mãe e Padroeira. Em JESUS e Maria




Outra loucura dos idiotas que deturpam o conceito de "Estado laico" : querem tirar de NOSSA SENHORA APARECIDA o título de Padroeira do Brasil.
Vamos refletir :

1) Antes de ser "laico", o Brasil é um ESTADO. ESTADO significa, pela ordem, 1º) POVO + 2º) território + 3º) governo soberano. Obviamente, o território e o governo soberano NADA valem por si mesmos: eles, e o próprio todo (Estado), só existem para uma única e exclusiva finalidade: servir o POVO. O POVO é, portanto, mais importante que o próprio Estado






2) O POVO DESTA NAÇÃO, O QUAL A CONSTRUIU/CONSTRÓI, É HISTÓRICA, ATUAL E MAJORITARIAMENTE CATÓLICO 


3) A laicidade do Estado brasileiro significa, isto sim, ausência de uma religião declarada como do próprio Estado, e NÃO "agressão à crença, já consagrada e já solidificada pelo estado de fato, da maioria". A laicidade é do Estado (ente inferior); o POVO (ente SUPERIOR) não é laico, o POVO não é "sem religião declarada, prevalecente ou majoritária"


4) O Estado brasileiro não é só laico; o Estado brasileiro é DEMOCRÁTICO e HÁ DEMOCRACIA SOB A MAIORIA. "Direitos da minoria", mais uma vez, é algo que NÃO significa nem pode implicar "agressão/supressão ao Direito da Maioria". Minoria, tudo bem; já minoria EM DETRIMENTO da Maioria = OLIGARQUIA, que é exatamente O CONTRÁRIO de democracia!!

5) Nossa Senhora é nossa grande Mãe: sejamos realmente FILHOS dignos dela!
 


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Support : | |
Copyright © 2011. Nossa Senhora de Medjugorje - All Rights Reserved
Template Created by Nossa Senhora de Medjugorje, Aparições de Nossa Senhora
Proudly powered by