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Dom Henrique responde sobre o homossexualismo e o sacramento do matrimônio

sábado, 12 de abril de 2014

 

Dom Henrique responde sobre o homossexualismo e o sacramento do matrimônio

Entrevista concedida ao jornalista Romero Vieira Belo, de “O Jornal” pelo Cônego Henrique, hoje Bispo Dom Henrique, da diocese de Aracaju, Sergipe

Baseada em quê a Igreja condena o homossexualismo? 

Primeiro, é necessário distinguir homossexualidade e homossexuais. 

A Igreja, fundada na Escritura, sempre ensinou que o plano de Deus para a sexualidade humana é a complementaridade homem-mulher: “Homem e mulher ele os criou!” A relação homoerótica não é de acordo com o plano de Deus. No entanto, a Igreja também ensina que nenhum de nós é mais aquele ser humano que Deus pensara desde o início: somos todos meio desfigurados pelo pecado do mundo; todos temos tendências que nos desfiguram. Ora, na visão cristã, o homoerotismo é uma deturpação do projeto de Deus para a sexualidade. No entanto, as pessoas homossexuais não têm culpa de terem essa tendência e devem ser tratadas com respeito e caridade. No entanto, jamais a Igreja poderá dizer que a relação homossexual é um ideal ou que tanto faz uma relação homo ou heterossexual. Realmente, a Escritura fecha essa possibilidade! Dizer o contrário seria ser fiel à onda atual, mas infiel ao Cristo e ao seu Evangelho.

Ao pregar que o sexo é só para procriação, a Igreja não se distancia da realidade, já que a sociedade hoje vê a relação sexual até como diversão?

A Igreja não prega isso!
O ato sexual é, primeiramente, uma celebração do amor entre um homem e uma mulher que se amam e se deram na construção de uma vida, “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-se e respeitando-se todos os dias” dessa vida comum… A procriação é somente a segunda finalidade do ato sexual, mas não é essencial. 

Um casal que já não possa ter filhos, pode e deve continuar tendo uma vida sexual ativa, e uma vida prazerosa, onde o amor é vivido como mistério de carinho, intimidade e sedução. Ao contrário do que muitos pensam, a Igreja não tem horror à sexualidade! Quem duvidar, compre um manual de moral católica e leia! O que a Igreja não pode é concordar com a banalização da sexualidade instaurada no mundo de hoje. Aliás, ninguém sério e que tenha um pouco de profundidade existencial pode concordar com isso que está aí…

Faz sentido, a essa altura, desestimular o uso da camisinha, expondo os jovens ao contágio da aids e outras DSTs? 

A pergunta é simplista demais; é falaciosa.
Primeiro: o que a Igreja recrimina é um programa de educação sexual que se fundamenta simplesmente no “use camisinha”. Isso não é sério! No fundo, a mensagem termina sendo: “Chegou o Carnaval, chegou o Natal, chegou o São João, faça sexo! Tudo é permitido, desde que você use camisinha!” É o programa de banalização sexual do governo. 

Ora, isso não é admissível! É preciso falar de sexo e dizer a essa juventude que sexo tem a ver com amor, com responsabilidade, com doação, com valores, com um projeto de vida! Nesse contexto é admissível falar de preservativo, pois nem todos são cristãos e nem todos são castos. 

Em segundo lugar: para um cristão, o ideal continua sendo a castidade, isto é, a vida sexual somente no casamento. O sexo fora do casamento foi, é e continuará sendo pecado – esse é o ensinamento do Evangelho e nem a Igreja nem ninguém pode mudar isso! Um discípulo de Cristo que lhe queira ser fiel deve evitar relações fora do matrimônio, com ou sem camisinha. 

A crise sacerdotal não poderia ser superada ou atenuada com o fim do celibato?

Primeiro, graças a Deus, o Brasil nunca teve tantos seminaristas como agora. Só no ano passado tivemos sete ordenações diaconais de uma só vez. Isso só ocorreu aqui em Maceió em 1941. Temos poucos padres porque no Brasil sempre foi assim. Agora é que estamos melhorando. Em segundo lugar, no Oriente, onde os padres católicos podem casar-se, há também crise de vocações. A questão não é de facilidades, mas fidelidade e amor a Jesus, que nos tornam capaz de dar a vida a ele e por ele!

Por que a Igreja defende tanto o celibato, se a Bíblia não contém nenhuma objeção ao casamento de padres?

Realmente, o celibato é apenas um conselho. No entanto, desde o princípio, a Igreja viu nele um valor, um sinal de que não temos aqui na terra morada permanente e também um sinal de entrega indivisa e total a Cristo e à sua missão. É bom recordar que o Cristo foi celibatário, São Paulo também o foi e o recomenda.
Já no Novo Testamento, os ministros ordenados podiam casar-se, mas, ficando viúvos, não poderiam se casar uma segunda vez: deviam ser esposos de uma só mulher. No entanto, a Igreja no Ocidente pode, um dia, mudar a obrigatoriedade do celibato. Como já disse, no Oriente, ele só é obrigatório para os Bispos…
Em casos extremos, como os de crianças nascidas sem cérebro, deve-se recorrer à eutanásia?

Não. Não compete a nós decidir quem deve viver e morrer. Não somos Deus! Uma coisa é a morte como decorrência natural de uma condição deficiente de saúde e outra, bem diferente, é a morte provocada por antecipação em decorrência de convicções ideológicas. Para Hitler, os judeus deveriam morrer porque eram uma raça maligna, os deficientes mentais também. Agora, na Holanda, já se começa a assassinar recém-nascidos com doenças graves. É uma barbárie assassina! Ou a vida humana é sempre humana e deve ser preservada ou estamos abrindo as portas do inferno!

Imaginem quando se decidir matar crianças pobres porque não darão lucro ao sistema ou matar velhinhos porque dão prejuízo à previdência! É este o pecado original do homem: querer ser o seu Deus, querer decidir de modo contrário a Deus o que é bem e o que é mal… Sempre terminamos quebrando a cara!

Para a Igreja, quando começa a vida? 

No momento da concepção.

O uso de células-tronco pode salvar vidas, curar enfermos. Por que a Igreja é contra?

A pergunta não reflete a realidade. A Igreja é a favor da pesquisa com células-tronco e aplaude tais pesquisas. Ela é contra a pesquisa com células-tronco de embriões humanos, porque os mata. Os embriões já são seres humanos! Assassinar seres humanos é imoral, é crime sempre e em qualquer fase da existência.
Salvar vidas de uns matando outros é imoral! Eu posso dar minha vida por outra pessoa, mas ninguém pode me matar, tirar minha vida contra minha vontade, para salvar outro alguém! A experiência com células-tronco embrionárias é a vitória da razão assassina, da razão atéia, da razão imoral!

A Igreja mantém sua posição contrária ao aborto, mesmo em casos de estupro?

Sim. É muito fácil resolver o problema matando o mais fraco.
Sabemos que a experiência de estupro é traumática. Mas, isso não justifica moralmente matar a criança. A atitude correta seria ajudar a mãe a ter seu filhinho e, se ela não quer criá-lo, providenciar imediatamente uma adoção. 

A família tradicional está se decompondo? Há como salvá-la?

Sim, está. A família hoje é um pequeno núcleo de um homem, uma mulher e duas ou três crianças, meio perdidos num mundo que o pressiona por todos os lados. É triste, porque não há esperança para a família – nem para nenhuma sociedade sadia – sem espírito de renúncia, sem ideais, sem a capacidade de ser feliz na felicidade dos outros. Os valores da sociedade moderna – que absolutiza o sucesso o bem-estar e o lucro -, privam os filhos da presença dos pais, sobretudo da mãe e deixam a educação por conta dos meios de comunicação e da escola, que já não educa, mas simplesmente transmite conhecimentos. Ou se muda o paradigma de sociedade e de valores, ou as conseqüências serão muito ruins. 

Quem achar que estou sendo negativo, olhe um pouquinho em volta e veja o que está acontecendo com nossos jovens e crianças, que educação estão tendo, que valores estão assimilando… É assustador… A salvação da família está na redescoberta de alguns valores fundamentais, como a convivência, o diálogo, a sobriedade de vida, a solidariedade e, não por último, a prática religiosa, o lugar de Deus na nossa vida…

E o casamento? É instituição ultrapassada?

Para o mundo atual, sim. Para os cristãos, jamais! O problema é que a liberdade descompromissada e o “faça-você-mesmo” que tem substituído os valores cristãos, não realizam as pessoas. É uma falsa liberdade, porque motivada por um egocentrismo de dar pena. Não se encontrará a realização, a plena humanização por um caminho como esse… Os cristãos são convidados a testemunhar os valores do Evangelho também na vida familiar, matrimonial e sexual. Mas, isso só é possível quando a gente descobre o Cristo de verdade. Caso contrário, as exigências do Evangelho não passarão de moralismo castrador.

O catolicismo precisa mudar, se abrir, para acompanhar as transformações que marcam os tempos hodiernos?

O catolicismo não deve se preocupar em “acompanhar as transformações”, mas em ser fiel ao Evangelho.
Claro que a Igreja tem sempre o dever de ser atenta ao melhor modo de se comunicar com a humanidade em cada época e cultura. O Concílio Vaticano II, na década de 60, fez isso, preparando a Igreja para o mundo atual. Mas, isso não quer dizer que a Igreja deva ou possa trair a Verdade do Evangelho ou esconder as exigências morais que Cristo coloca para os seus discípulos. Como dizia a Bem-aventurada Teresa de Calcutá, “nós não somos chamados a fazer sucesso, mas a ser fiéis!” A Igreja, como um organismo vivificado pelo Espírito Santo, estará sempre mudando para ser fiel à sua missão. Mas, sua referência não são as modas do momento, mas unicamente o Cristo, e Cristo crucificado e ressuscitado!

Será possível que o cristianismo, daqui a alguns milênios, venha a perder sua essência histórica e transformar-se em algo como uma lenda?

Isso aconteceria se, para agradar o mundo, a Igreja entrasse na onda. Mas, não ocorrerá. Cristo prometeu que, na força do seu Espírito Santo, estará sempre com sua Igreja. Ela já enfrentou as perseguições do Império Romano, a tragédia das invasões bárbaras, as lutas contra os tiranos do Sacro Império e dos monarcas absolutos, déspotas esclarecidos ou não. A Igreja já enfrentou o cativeiro dos papas em Avinhão durante quase setenta anos; sobreviveu à terrível experiência da dilaceração com a Reforma protestante, suportou dez péssimos papas consecutivos na época do Renascimento; já enfrentou a crítica do racionalismo, do iluminismo e do humanismo ateu do século XIX; sobreviveu à perseguição terrível dos regimes pagãos do século XX: o fascismo, o marxismo e o nazismo. Agora luta contra novos gigantes: a secularização, o consumismo, o ateísmo prático, a onda anti-cristã dos meios de comunicação de massa… E vencerá, mais uma vez. Ela perderá sempre mais poder político, poder de barganha, prestígio e até número de fiéis. Mas, isso, ela nunca deveria ter tido; a sua força não consiste nisso. Sua glória, sua força, seu arrimo é unicamente Cristo, loucura, escândalo e fraqueza para o mundo, sabedoria e poder de Deus para os que crêem… “As portas do inferno não prevalecerão” – a promessa do Senhor a Pedro continua de pé!

Papa cita o Concílio Vaticano II para igualar aborto a crime abominável

sexta-feira, 11 de abril de 2014

O papa Francisco citou nesta sexta-feira (11) o Vaticano II para enfatizar que este Concílio (1962-1965) classificou o "aborto e o infanticídio de crimes abomináveis".
Ele disse ainda que "todo o direito civil deve apoiar -se no reconhecimento do direito à vida".
"É importante reiterar a máxima oposição a qualquer ataque direto à vida, especialmente inocente e sem defesa: o bebê no ventre materno é inocente por excelência", afirmou Francisco ante uma delegação do Movimento Católico para a Vida.
"Recordemos as palavras do Concílio: a vida, uma vez concebida, deve ser protegida (...). O aborto e o infanticídio são crimes abomináveis", declarou Jorge Mario Bergoglio, citando a constituição adotada pelo Concílio, a "Gaudium and spes" ("Prazer e esperança").
Mais cedo, Francisco pediu perdão pelos atos dos padres que molestaram crianças, em suas palavras mais fortes até então sobre o escândalo de pedofilia que atingiu a Igreja Católica.
“Eu me sinto compelido a assumir pessoalmente todo o mal cometido por alguns padres, poucos em número, obviamente não comparáveis ao total de padres, e a pedir pessoalmente por perdão pelos danos que eles causaram por terem abusado sexualmente de crianças”, disse o Papa a membros do Escritório Internacional Católico para a Infância (BICE), segundo a Radio Vaticano.


PAPA FRANCISCO SOBRE O ABORTO



PAPA FRANCISCO SOBRE O ABORTO

SACERDOTE: “DEPOIS DE SER ESTUPRADA, MINHA MÃE NÃO ABORTOU, PERDOEI E CONFESSEI O MEU PAI”

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

SACERDOTE: “DEPOIS DE SER ESTUPRADA, MINHA MÃE NÃO ABORTOU, PERDOEI E CONFESSEI O MEU PAI”

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Fev. 13 / 01:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- "Eu poderia estar em uma lata de lixo, mas me deram a vida", afirma o sacerdote Luis Alfredo León Armijos, de Loja (Equador) quem aos seus 41 anos compartilha sua história. O seu nascimento foi fruto de um estupro quando sua mãe tinha apenas 13 anos. O presbítero também conta como conheceu e perdoou o seu pai a quem confessou e que agora leva uma vida de fé. Em diálogo telefônico com o grupo ACI em 6 de fevereiro, o sacerdote diocesano e pároco da Paróquia São José em Loja, relatou que sua mãe, María Eugenia Armijos Romero, quando ainda era menor, cuidava e limpava uma casa em Loja para ajudar os seus pais e seus sete irmãos: "o dono da casa aproveitando que estava sozinho, abusou dela deixando-a grávida". Apesar do rechaço de sua família que "não queria que o bebê nascesse e por isso batiam na sua barriga e davam-lhe algumas bebidas para que abortasse", María sempre defendeu a vida de seu filho e ao ver-se sozinha e sem apoio "orou e sentiu em seu coração que o Senhor lhe dizia: defende essa criança que está em ti", contou o Pe. León. María fugiu de Loja para a cidade de Cuenca onde sobreviveu por seus próprios meios. No domingo 10 de outubro de 1961 às 10:00 a.m., em um parto cheio de complicações por sua pequena idade e fraca contextura, nasceu Luis Alfredo com alguns problemas respiratórios que o amor de mãe também ajudou a sanar. Depois de um tempo e com a ajuda paterna, María voltou para Loja para começar "uma vida como mãe solteira. Meu pai aceitou reconhecer-me e encarregar-se de mim, mas isso não quer dizer que as coisas estavam bem entre eles", relatou o Pe. León. O presbítero recorda que seu "pai visitava sempre a casa e cumpria suas obrigações para conosco. Eles (seus pais) tiveram mais 3 filhos, e minha relação com ele era distante, mas boa. Eu tinha muito respeito por ele, infundia autoridade, foi muito forte comigo, me levava para trabalhar". Quando o Pe. León tinha 16 anos o convidaram à Renovação Carismática onde "tive meu primeiro encontro com Cristo, aprendi de seu amor maravilhoso", e começou a pregar e dar catequese "em todo lugar que Deus me colocava" como nos ônibus e nas casas de recuperação de menores. Aos 18 anos sentiu o chamado à vocação sacerdotal e ingressou no Seminário de Loja sobrepondo-se à oposição do seu pai. "Ele me dizia: você não pode ser sacerdote porque você deve saber bem quem você é". Com uma permissão especial do Bispo por sua pouca idade, foi ordenado aos 23 anos: "foi toda uma bênção para minha vida", recorda. Dois anos depois ingressou no Caminho Neocatecumenal e sua mãe lhe contou, depois de terminar a relação com seu pai, como foi que veio ao mundo. Isso marcou o ponto de início para um caminho de reconciliação de ambos. O sacerdote ajudou a sua mãe a entender que não podia odiar o seu pai e que Deus a convidava a amar sua própria história. O sacerdote relatou ao grupo ACI que com esta experiência ele compreendeu que sempre tinha pregado aos outros sobre o amor de Cristo em suas vidas e agora entendia que "Deus me permitia ser sacerdote não para julgar, mas para perdoar, para ser instrumento de sua misericórdia, e eu tinha julgado muito o meu pai por tudo". Anos mais tarde recebeu uma ligação do seu pai "ia fazer uma operação e estava com medo, e me disse: quero que me confesse". Depois de 30 anos sem comungar, "meu pai retornou à comunhão, à Eucaristia". "Eu lhe dizia: pai, você merece o céu, uma vida eterna, assim como a Igreja também está me fazendo ver o céu, e nesse momento os olhos do meu pai se encheram de lágrimas". Quando o Pe. León prega para mães gestantes que passam por dificuldades lhes recorda que assim como Jeremias, Deus forma no ventre a vida de um filho, e que não o vejam como "um filho que traz sofrimento, que traz dor, eu lhes digo que um filho traz a salvação, traz bênçãos". "Como Jesus Cristo que foi insultado, açoitado, já desde menino foi causa de cruz e de dor, em seus filhos recebam a bênção de Jesus" adicionou. O presbítero aconselha aos filhos que conheçam bem "a própria história. Aprendam a ver as coisas desde o amor de Deus. Podemos inteirar-nos de nossa história e odiar a própria vida, julgar a Deus como aconteceu comigo, mas descobri que o amor de Deus tinha estado aí me cuidando em toda a vida". "Jovem, se o pai da terra errou e te falhou, Deus Pai nunca nos falhou. Se for filho e mãe solteira deve ver em sua vida como Deus Pai te cuidou", exorta. "Eu poderia estar em uma lata de lixo, mas me deram à vida, eu digo é uma gratuidade, tudo o que tenho, a vida em si mesmo é um dom delicioso que Deus dá", concluiu

“A IGREJA NÃO PODE SE CURVAR ÀQUELES QUE “NUTREM UM ÓDIO PATOLÓGICO POR SEUS JUÍZOS”

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014


“A IGREJA NÃO PODE SE CURVAR ÀQUELES QUE “NUTREM UM ÓDIO PATOLÓGICO POR SEUS JUÍZOS”

Semanas depois de apoiar bravamente a Lei que proíbe o Casamento entre Pessoas do Mesmo Sexo, de 2013, sancionada pelo presidente de sua nação, o Presidente da Conferência Nacional de Bispos da Nigéria (CBCN), ARCEBISPO IGNATIUS KAIGAMA, DE JOS, mais uma vez aparece como um dos bispos vivos mais assertivos, simplesmente por defender aquilo que a Igreja sempre defendeu:

A crítica da posição da Igreja Católica acerca do aborto e demais atos imorais correlatos atribui-se a preconceitos herdados dos críticos e sua ignorância a respeito das convicções e tradições da Igreja

De acordo com o Arcebispo: “A Igreja Católica tem sido criticada por causa de sua posição em questões como o aborto, o preservativo, a homossexualidade, a clonagem, a pesquisa com células tronco [embrionárias], etc.” Entretanto, ele afirmou que os pontos de vista principais da Igreja em questões morais chave não podem ser negociados

O ordinário local de Jos salientou ainda que: “A Igreja Católica frequentemente é julgada por pessoas que não se importam em conhecer aquilo em que realmente cremos. Preconceitos herdados de uma geração para outra têm cegado tanto os críticos da Igreja Católica que eles não conseguem ser objetivos a respeito das convicções e tradições da Igreja”

O Arcebispo Kaigama advertiu contra a submissão aos desejos de alguns governos e organizações internacionais que queriam forçar o continente africano e, especialmente, a Nigéria a adotar seus valores morais e culturais adulterados. Suas palavras: “Não devemos ser engolidos pela posição tirana de alguns governos ou organizações não governamentais internacionais que desejam ditar a tendência moral do mundo com base em seus valores seculares”

Ele continuou: “Na África, em se tratando de controle populacional, do uso de preservativos, da homossexualidade, etc., às vezes, os pontos de vista do Ocidente são forçados goela abaixo dos africanos através de indução financeira. Os africanos não devem ser macacos de imitação, acreditando que o que vem do Ocidente é o ideal”

O presidente da CBCN salientou a necessidade de “discernimento cultural ou intelectual” sobre a parte dos africanos ou nigerianos, acrescentando: “ou de outra forma corremos o risco de perder os nossos valores e não nos tornarmos nem africanos nem ocidentais.” Ele acrescentou: “Precisamos ser fiéis à nossa herança religiosa mesmo em momentos em que algumas das pessoas que nos apresentaram o cristianismo se tornaram seus críticos ardentes e alguns deles nutrem um ódio patológico pelas diretrizes ou juízos morais da Igreja”

BOATO DE INTERNET , ESPALHA MENTIRA SOBRE O PAPA FRANCISCO

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Boato de interne dissemina frase atribuída ao Papa  Francisco.
BOATO DE INTERNET , ESPALHA MENTIRA SOBRE O PAPA FRANCISCO

O texto que circula na internet intitulado de “Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais, diz o Papa Francisco” é tão falso quanto uma nota de três reais. De origem espanhola, a postagem já ganhou versão em português com muitos compartilhamentos o que está incitando uma série de julgamentos sobre o Papa que nem sequer comentou os temas em questão

“Em um discurso poderoso que está repercutindo em todo o mundo , o Papa Francisco declarou”, diz a publicação que não menciona qual seria esse discurso papal. Não menciona porque não existe. Simples! Não existe nada com estes dizeres comunicados pelo Papa. A tentativa é confundir os fieis sobre a ortodoxia do magistério de Francisco

A má-intenção de quem disseminou o texto na internet prossegue quando põe na boca do pontífice o que ele não afirmara. Nossa igreja é grande o suficiente para heterossexuais e homossexuais , por pró-vida e pró- escolha!”. Basta rever os últimos pronunciamentos – estes, sim oficiais – contra o aborto. Jamais ele emitiu parecer favorável aos “pró-escolha”, ou seja, aqueles que são cúmplices da ideologia abortista

 

A tradução  da mentira espanhola já se disseminou em alguns sites pelo Brasil que publicaram indiscriminadamente o conteúdo. Qual seria a intenção do autor do texto? Para Tobias Cortez, diretor de marketing e relacionamento do novaguia.org “parece ter  uma inteligência articulada por trás da disseminação do conteúdo: 
1. se o inferno é farsa, se pode viver como quiser;
2. Até é concebível entender Adão e Eva como recurso literário, mas não como justificativa para inexistência do inferno. Uma tentativa clara de desqualificar e empobrecer o que a Igreja fala e ensina”

O texto termina dizendo que alguns cardeais não gostaram do que o Papa falou. Não cita quem são os purpurados. O motivo é o mesmo, a notícia é falsa
Nota
O perfil em espanhol do News.va, órgão oficial de comunicação do Vaticano, divulgou nota alertando sobre o perigo de confiar nestas notícias estranhas atribuídas ao Papa
Confira trecho:
Pela internet circulam milhares de histórias falsas, e às vezes é difícil saber de onde se originou a ‘notícia’ e se esta vem de uma fonte confiável ou não. Por isso, ante uma notícia referente ao Papa Francisco que nos pareça estranha, é bom questionar-nos e ir às fontes vaticanas para ver se também ali estas notas aparecem e com que palavras são escritas

Não é a primeira vez
É recorrente a má interpretação ou deturpação das falas  dos últimos papas pela mídia. Contudo, colocar em sua boca palavras que nunca disse é inaceitável. Republicar postagens sem averiguar a origem das fontes é erro crasso no jornalismo, um desserviço à sociedade, sem contar o desrespeito a milhões de católicos
Outro boato de internet compartilhado por muitos usuários dizia ser do Papa a frase: “Quem é da luz não mostra sua religião,mas seu amor”. O pontífice nunca afirmara isso. O problema grave é que muitos católicos ficaram discutindo como se o pontífice tivesse dado tal ensinamento
Logo depois da vinda do Papa Francisco ao Brasil por conta da Jornada Mundial da Juventude espalharam esta frase atribuindo-a a ele:
“Você pode ter sido batizado na igreja, criado na igreja, servido na igreja. Pode ser que tenha se casado na igreja, morrido na igreja, ter sido velado na igreja e ainda assim acordar no inferno caso esteja meramente na igreja e não em Cristo”

O autor desta construção é Mark A. Driscoll, pastor e autor norte-americano, co-fundador da igreja Mars Hill Church em Seattle, Washington
Por isso desconfie quando vir algo suspeito na internet, busque as fontes oficiais e abra uma nova guia em sua navegação

ASSASSINOS DAS FAMÍLIAS

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014


Crónica de un aborto voluntario


ASSASSINOS DAS FAMÍLIAS

“No dia 24 de maio de 2011, Arthur, Thomas, Anne e Benoît, os quatro filhos do sr. e sra. Dupont de Ligonnès, desapareciam abruptamente na cidade de Nantes, e sua mãe com eles. Alguns dias mais tarde, encontraram seus corpos, reunidos debaixo do terraço da casa. O pai tinha desaparecido sem deixar pistas

Este lar, católico e sem problemas, acabou assim em uma tragédia infinitamente triste que constitui o tema central desta crônica. Pouco a pouco, a hipótese de um assassinato de toda a família pelo pai, chamado Xavier, tornou-se o cenário mais plausível do quíntuplo homicídio
Xavier Dupont de Ligonnès, hoje principal suspeito, foi visto pela última vez no departamento do Var. Supondo que ele seja culpado, sua busca, que ocupa ativamente grande número de investigadores na França e fora do país, se revela uma prioridade. Não é justo que se encontre o responsável por este crime e que ele receba um castigo justo por seu malfeito inominável? Se ele matou sua mulher e seus quatro filhos, tão jovens e inocentes, ele acaba de se colocar na longa lista daqueles que chamamos de “exterminadores familiares”. Estes suscitam menos piedade por suas eventuais fraquezas psicológicas, que a indignação popular pelo caráter abominável de seus “familicídios

Ora, na verdade, já há longas décadas, outros exterminadores familiares cometem crimes comparáveis impunemente. Eles não se escondem para matar, como aqueles que a polícia procura, pois os assassinatos cujos eles se encarregam são, ao contrário, protegidos pela carta branca da lei e louvados pelos jornais. Eles não desaparecem depois de suas ações repreensíveis, mas são mantidos no topo do Estado, condecorados com a Legião de honra e dão lições sobre os direitos humanos. Eles não assassinam uma família, mas várias, mas milhões, e as leis que eles votam são concebidas para não deixar nenhum lar ileso. Enfim, todo aquele que tenta impedi-los de serem prejudiciais se vê exposto às vexações policiais, aos processos judiciários e às discriminações do Estado

Eles são exterminadores familiares. Nosso Ocidente os produz em série, e há muito tempo. Eles se chamam Alfred Naquet, Jean-Marc Ayrault, Richard Dupuy, Pierre Simon, Lucien Neuwirth, Simone Veil, Élisabeth Badinter, Étienne Baulieu, Sigmund Freud, Jacques Attali, Simone de Beauvoir, Laurence Taubira…

“Acuso”. Nós os acusamos de exterminar a família se servindo da autoridade pública, que comporta o poder de fazer as leis, da magistratura, autorizada a julgar, e do poder executivo. Seus crimes se chamam o aborto e o pacs (ndt.: contrato civil entre pessoas do mesmo sexo), o feminismo e a contracepção, o divórcio e o “casamento para todos”, a inseminação artificial e a esterilização…

Todas estas leis que envenenam a vida social não foram adotadas independentemente umas das outras: elas são etapas em um processo geral. Elas foram preparadas em um projeto global. Em resumo, digamos a palavra, e digamos-la com ainda mais convicção e confiança como raramente a pronunciamos nesta revista: existe um complô, uma vasta conspiração emanada das oficinas secretas, maçônicas e homicidas, estas mesmas oficinas que Leão XII, Pio IX e tantos outros soberanos pontífices denunciaram com a mais severa energia” – [FONTE : Padre Philippe Toulza , revista Fideliter n° 216 de novembro / dezembro de  2013]

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