A guerra das guerras (Vídeo)

sexta-feira, 11 de abril de 2014



Sabemos que o aborto é a guerra mais terrível, egoísta e injusta que já foi declarada. É a guerra dos poderosos contra os fracos, dos nascidos contra os não-nascidos, da mãe contra o filho, do médico contra o seu povo... do homem contra Deus.
O fato é que o nascituro é a maior vítima dessa catástrofe, mas não é o único a sofrer, a segunda vítima do aborto é a mulher. E como toda guerra, o aborto deixa sequelas... não somente no físico, mas especificamente na alma.
Assim como os soldados que retornam da guerra trazem consigo traumas, as mães que abortam carregam os mesmos sintomas que os soldados: a mesma angústia, o mesmo desespero, a mesma anomalia, pesadelos, insônia, alcoolismo, agressão ou depressão, psicose... e suicídio. É a síndrome pós-aborto.

Seguem algumas estatísticas:
  • O Governo da Finlândia, em um estudo em 1997, encontrou sete vezes mais suicídios entre as mulheres que praticaram abortos.
  • Segundo um estudo da Universidade de Baltimore - EUA, em 1984: 64%das mulheres são internadas em hospitais psiquiátricos depois do aborto.
  • Segundo a Academia Real de Ginecologia da Inglaterra: 59% das mulheres sofrem graves e permanentes transtornos psiquiátricos depois do aborto. 
  • A Associação Americana de Psiquiatria, no início dos anos 80, identificou a depressão, hostilidade, indiferença e isolamento, flashbacks, insônia e pesadelos, e incapacidade de expressar sentimentos como consequências psicológicas do aborto. 
  • Uma pesquisa feita no Irã revela: mulheres que praticaram o aborto tem quase 200% de chances de adquirir o câncer de mama.
  • Outros estudos indicam ainda um alto índice de tentativas de suicídio, alcoolismo, bulimia e anorexia, frigidez e disfunções sexuais, relacionamentos rompidos (70%), violência doméstica e automutilação, incapacidade de concentração, cansaço e nervosismo, crise histeria e agressão. 
Nesse contexto, a sociedade age com hipocrisia e indiferença, pois não pode admitir que uma mulher seja atormentada por algo que a própria sociedade aprova, incentiva e favorece. A sociedade não pode reconhecer o veneno que tem dado de beber a essas vítimas e que está queimando terrivelmente por dentro. 
Enquanto todo mundo olha para o outro lado, ignorando essa guerra que aflige a sociedade como um todo, as mães abortivas enlouquecem, se mutilam, se suicidam, caem nos vícios... e o pior, passam pela morte espiritual... todas elas morrem de fato, espiritualmente, junto com seu próprio filho inocentemente assassinado.
E antes que filho e mãe se tornem vítimas fatais dessa guerra maligna, lutemos pela VIDA, através de ações e orações, contrariando essa sociedade e nos unindo à Igreja de Cristo.
Para que não haja dúvidas na mente dos Cristãos Católicos, sobre o que diz a Doutrina da Igreja Católica, acerca do aborto: a Igreja afirmou, desde o primeiro século, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral:
Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido. Deus, Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis (GS 51).
O país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza. Madre Tereza de Calcutá.





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