O testemunho de Sara, que, com a ajuda de Maria, conseguiu reaproximar-se de Jesus.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014



Queridos irmãos, queridas irmãs, a paz! Aquilo que tantos entre nós experimentamos em nossas vidas foi vivenciado por Sara, uma italiana de Lozio: a Mãe de Jesus sempre nos leva a seu Filho.

“Deus, através de Nossa Senhora, me tomou pela mão e me levou em Sua direção. Nestes dias de espiritualidade e de preciosas pérolas de catequese, aqui em Lozio,  na Casa da Sabedoria, em que analisamos a parábola do Pai Misericordioso, eu me senti tanto como o irmão maior quanto como o menor, mas especialmente como este último, que se afastou da casa do pai, mas que depois retorna, no meu caso, primeiro com o arrependimento da cabeça e depois com o do coração.

Na minha vida nunca faltei à Santa Missa e nem à Eucaristia; quando era adolescente, frequentei o oratório e sempre fiz parte do coro da minha paróquia. MAS SER PRATICANTE NÃO QUER DIZER SER CRENTE, como nos disse Dom Carlo Tarantini. E assim, quando se tem uma fé fraca, não nutrida pela Palavra e baseada principalmente sobre o dever, é fácil deixar-se seduzir por aquilo que o mundo nos propõe: algo aparentemente mais fascinante e fácil de alcançar, algo muito sorrateiro. Foi assim que, pouco a pouco, dia após dia, semana após semana, convencida por pessoas em boa fé, me deixei fascinar pelas filosofias orientais inspiradas na new age: a reencarnação, o carma, a crença nos espíritos guias, os tratamentos baseados nas energias, como o reiki ou o shiatsu (que nunca pratiquei, mas que algumas vezes recebi) e meditações de vários tipos. A prática ligada a essas filosofias (ou presumidas como tais) por graça de Deus não duraram muito – cerca de um ano e meio – mas foram suficientes para afastar-me de Deus. 

Eu, apesar de tudo, continuava a ir à Missa e a receber os sacramentos, mas, por exemplo, aquelas poucas vezes em que faltava à missa, cheia dessas ideias, dizia para mim mesma que não era tão importante, no fundo era só uma forma e o Deus, na nova era, pode ser chamado como você quiser: “Deus”, “luz”, “universo”. De acordo com aquelas ideias – mesmo se naturalmente não falem para você nestes termos – você é o seu próprio Deus, tudo começa em você: você é poderoso, você pode curar os outros se  quiser, você pode fazer qualquer coisa. A afirmação do próprio “eu” e a procura do próprio bem-estar psicofísico são o fim de tudo. Naturalmente, tudo isso se faz passar por harmonia cósmica, luz, união energética com o universo. E depois, muitas vezes se colocava na dança Jesus ou algum santo, floresciam altares e imagens de Cristo. Eis o engano. Claro, se me tivessem dito que tudo aquilo era obra do demônio, não teria ouvido uma só palavra que me diziam , mas não  – eis aqui a grande e sutil sedução demoníaca: FAZER PASSAR O MAL POR BEM. Mas não é possível servir a dois senhores. Ou se está com Deus ou se está contra Deus.

Não lhes escondo que muitas vezes senti escrúpulos de consciência e me perguntei se tudo aquilo não era contra Deus. Então pensei Nele. Mandou Sua Mãe para me salvar. De fato, graças a uma série de acontecimentos, de pessoas, de “coincidências” (apesar de sabermos muito bem que as coincidências são o disfarce que Deus usa para chamar a Si os homens) e graças a uma voz dentro de mim que me dizia para ir ao Santuário de Nossa Senhora de Bozzola, tudo mudou. Foi no Santuário que despertei do sono da alma. Ali enxerguei o meu pecado em toda a sua dimensão, ali experimentei toda a amargura possível pelas minhas culpas. Ali me coloquei nas mãos de Deus através de Maria. E quando você se dá a Deus, acontece todo um recomeçar. Deus sabe tirar o bem até mesmo do mal. Pensem: eu traí Deus, dei- Lhe as costas (concordo, sem plena consciência do meu pecado, pensando estar certa), porém, O traí. E Ele, o que faz? Não somente me perdoou, mas me colocou  no colo e me beijou, trouxe a mais bela veste e me revestiu com ela, colocou um anel no meu dedo e calçados nos pés. Matou para mim o bezerro cevado. De fato, dignou-se enviar Nossa Senhora para me chamar, deu-me o privilégio de encontrar o fantástico grupo dos “apóstolos e servos de Maria”, chamou-me sobre o monte, em Lozio, para ver e sentir de perto as belezas do Espírito Santo, e agora me chama para ir a Medjugorje.

Senhor Jesus, meu único e imenso Deus, obrigada por ter-me levado pela mão como uma mãe faz com sua criança e por ter-me feito subir em Tua direção, para as alturas do Teu imenso amor. Obrigada, Senhor Jesus.”
Sara F., Lozio 2011
Fonte: guardacon.me
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