SOBRE A RECITAÇÃO DO SANTO ROSÁRIO - LITURGIA DIÁRIA , 04 DE OUTUBRO DE 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013



SOBRE A RECITAÇÃO DO SANTO ROSÁRIO


ESPECIALMENTE NO MÊS DE OUTUBRO

CARTA ENCÍCLICA
INGRUENTIUM MALORUM
DO SUMO PONTÍFICE
PAPA PIO XII
AOS VENERÁVEIS IRMÃOS PATRIARCAS, PRIMAZES,  ARCEBISPOS E BISPOS E OUTROS ORDINÁRIOS DO LUGAR EM PAZ E COMUNHÃO COM A SÉ APOSTÓLICA


INTRODUÇÃO  : 1. Nunca, desde que, por desígnio da divina Providência, fomos elevados à suprema cátedra de Pedro, à vista das ameaças do mal, deixamos de contar ao seguro patrocínio da Mãe de Deus a sorte da família humana, tendo publicado, como bem sabeis, por mais de uma vez, cartas de exortação a este propósito. É patente, veneráveis irmãos, com quanto empenho, entusiasmo e união de almas, o povo cristão tenha correspondido às nossas exortações por toda a parte. Assim o têm esplendidamente mostrado, repetidas vezes, os grandiosos espetáculos de fé e de amor para com a augusta Rainha do Céu, principalmente aquela manifestação de alegria universal que nos foi dado, por assim dizer, contemplar com os nossos olhos, quando, no ano passado, circundados de inúmera multidão, proclamamos solenemente, da Praça de São Pedro, a assunção da virgem Maria em corpo e alma ao Céu


2. Se é grato pensar nestas coisas, que nos consolam pela firme esperança da misericórdia divina, não faltam, contudo, em verdade, no presente, motivos de grave tristeza que preocupam e angustiam nosso ânimo paterno


Os males do nosso tempo : 3. Veneráveis irmãos, bem sabeis como são calamitosos os tempos que atravessamos. A concórdia fraterna das nações, há tanto tempo despedaçada, não a vemos ainda restabelecida em toda parte; pelo contrário, a cada passo, os ânimos se agitam mais com ódios e rivalidades, e sobre os povos pairam ainda ameaças de guerras cruentas. Acresce a desapiedada tempestade de perseguições que, em não poucas regiões do globo, atormentam, já há muito, acirradamente, a Igreja, privada de sua liberdade e acabrunhada por angústias e calúnias de todo o gênero, fazendo até correr, por vezes, sangue de mártires. A quantas e quão grandes insídias não vemos, nesses países, expostas as almas de nossos filhos, para fazê-los abjurar da fé de seus maiores, e separá-los, para desventura deles, da união com esta Sé Apostólical! E, finalmente, não podemos deixar, de maneira nenhuma, em silêncio o novo crime que se está a cometer, para o qual, com profunda dor, chamamos não só a vossa atenção, mas a de todo o clero, a de todos os pais e mães de família, e dos próprios governantes. Referimo-nos à iníqua campanha desencadeada, em toda a parte, pelos ímpios, contra a cândida inocência das criancinhas. Infelizmente, nem sequer a idade inocente foi poupada, pois não tem faltado quem temerariamente ouse cortar as flores que ornam os místicos jardins da Igreja, destruindo as mais belas esperanças da religião e da sociedade. Quem pensar bem nisso, não pode já maravilhar-se de que os povos gemam sob o açoite dos flagelos divinos e vivam sob o pesadelo de maiores calamidades


Confiança na Mãe de Deus e dos homens : 4. Mas, ao ponderardes a situação tão sobrecarregada de graves perigos, não deveis, veneráveis irmãos, deixarvos abater pelo desânimo, mas lembrados daquela palavra divina: "Pedi e dar-vos-á, buscai e encontrareis, batei e abrir-vos-á" (Lc 11, 9), com fé mais firme voltai-vos para a virgem Mãe de Deus, sob cujo manto encontrou sempre refúgio o povo cristão nas horas de perigo, pois que ela "foi constituída causa de salvação para todo o gênero humano" (S. Ireneu, Advers. haer., III, 22; PG, VII, 959)


Devoção ao Rosário : 5. Não é, pois, sem alegre expectativa e reavivada esperança, que vemos aproximar-se mais um mês de outubro, no qual os fiéis costumam acorrer com maior freqüência às igrejas para invocarem Maria por meio da devoção do santíssimo Rosário. Essa devoção, veneráveis irmãos, desejamos se faça este ano com o maior fervor de alma, como exigido pelas necessidades do mundo. É que bem sabemos quão grande eficácia e força tem a reza do terço para impetrar o materno auxílio da Virgem santíssima. Porque, embora não seja o único modo de orar capaz de nos atrair esse auxílio, contudo, cremos que o terço de nossa Senhora é meio ótimo e frutuosíssimo, como aliás no-lo indica veemente a sua origem mais celeste que humana, e a própria razão de ser


6. Pois que há aí de mais apto e de mais belo que as flores de que se entretece esta grinalda mística – a oração dominical e a saudação angélica? E como às repetidas preces vocais ajunta a contemplação dos sagrados mistérios, resulta também, por modo extraordinariamente salutar, que todos, mesmo os rudes e iletrados, têm nele modo expedito e fácil de conservar e aumentar a fé. E realmente, com a meditação freqüente dos mistérios sagrados, a alma, insensivelmente, vai pouco a pouco haurindo e embebendo-se da força que eles encerram, inflamando-se maravilhosamente na esperança dos bens imortais, levada forte e suavemente a seguir os vestígios do próprio Cristo e de sua Mãe santíssima. E a recitação tão repetida das mesmas fórmulas, longe de ter algo de estéril ou de enfadonho, possui, pelo contrário, admirável virtude – como se pode experimentar – para incutir, nos que rezam, a confiança de serem ouvidos, e para exercer, sobre o maternal coração de Maria, uma espécie de suave violência!


7. Portanto, veneráveis irmãos, cuidai com o máximo empenho que os féis, aproveitando a oportunidade do mês próximo, cumpram esse dever tão frutuoso com a maior diligência possível, e que entre eles esta devoção obtenha cada dia maior divulgação e apreço. Que pela vossa ação o povo cristão compreenda a fundo a dignidade, a força e o valor do terço


O terço em família : 8. Mas é sobretudo dentro das paredes do lar que temos o desejo de ver reflorir por toda a parte o hábito assíduo da reza do terço, e seja religiosamente guardado e revigorizado com novo fervor. É que será vão o esforço de remediar a situação decadente da sociedade civil se a família, princípio e base de toda a sociedade humana, não se ajustar diligentemente à lei do evangelho. E nós afirmamos que, para desempenho cabal desse árduo dever, é sobremaneira conveniente o costume da reza do terço em família. Quão suave e profundamente agradável a Deus é o espetáculo do lar cristão que, ao cair de cada noite, ressoa com as harmonias dos reiterados louvores da augusta Rainha do Céu! Então essa prece comum reúne pais e filhos, de volta do trabalho do dia, em admirável união de almas, aos pés da imagem de Maria; depois une piedosamente com os ausentes, com os já falecidos; a todos, enfim, com suavíssimo vínculo de amor, liga mais estreitamente a virgem Maria, que, como mãe amantíssima, rodeada da coroa dos seus filhos, ali estará presente a infundir com profusão os dons da união e da paz doméstica. Então o lar da família cristã, ajustado ao modelo da família de Nazaré, tornar-se-á mansão de santidade na terra e quase templo sagrado, em que a reza do Rosário de Maria não será apenas particular forma e modo de oração a subir cada dia ao céu em cheiro de suavidade, mas eficacíssima escola de disciplina e virtude cristã. Efetivamente, os admiráveis mistérios da redenção, propostos à contemplação, hão de fazer que os mais idosos, tendo ante os olhos os exemplos luminosos de Jesus e de Maria, se habituem a passá-los, dia a dia, à prática da vida, deles possam haurir conforto nas angústias e adversidades e, por eles movidos, frutuosamente se lembrem dos tesouros dos bens celestes "aos quais não chega o ladrão, nem rói a traça" (Lc 12, 33). E farão que nas mentes das crianças se vão penetrando as principais verdades da fé cristã, de tal maneira que floresça quase espontaneamente nos seus corações inocentes o amor ao Redentor benigníssimo, ao mesmo tempo que logo desde a tenra idade, sob a luz do exemplo dos pais que reverentemente ajoelham ante a majestade de Deus, aprendem a conhecer o valor da oração feita em comum


O Rosário, força da Igreja e aurora de melhores dias : 9. De novo, pois, e categoricamente, não hesitamos em afirmar em público que depositamos grande esperança no Rosário de nossa Senhora como remédio dos males do nosso tempo. Porque não é pela força, nem pelas armas, nem pelo poder humano, mas sim, pelo auxílio alcançado por meio dessa devoção, que a Igreja, munida desta espécie de funda de Davi, consegue impávida afrontar o inimigo infernal, ao qual bem pode dirigir as palavras do pastorzinho adolescente: "Tu vens contra mim de espada, lança e escudo, e eu vou contra ti em nome do Deus dos exércitos...; e saberá toda esta multidão que não é com espada nem com lança que o Senhor salva" (1 Rs 17, 44.49)


10. Por isso desejamos veementemente que todos, veneráveis irmãos, seguindo o vosso exemplo e a vossa exortação, correspondam religiosamente a estas nossas paternais advertências, em união de ânimos e de palavras, no mesmo ardor de caridade. Se males e esforços dos maus aumentam, aumente também e vigore, dia a dia mais, o zelo de todos os bons, os quais devem procurar insistentemente alcançar, da nossa Mãe amantíssima, principalmente por este modo de oração, que lhe é, por certo, tão caro, que para a Igreja e para a sociedade humana alvoreçam, quanto antes, tempos melhores


As intenções do papa : 11. Que ela nos alcance, peçamos-lhe todos, de seu unigênito Filho, como Mãe poderosíssima de Deus, instada pelas preces de tantos filhos, que aqueles que, por infelicidade sua, se afastaram da verdade e da virtude, a elas voltem com alma nova; que os ódios e rivalidades que são fonte de discórdias e misérias de toda a ordem, se apaziguem e harmonizem felizmente; que brilhe auspiciosamente a paz, uma paz verdadeira, justa e sincera para os indivíduos, para as famílias, para os povos e nações; finalmente, que, salvaguardados os direitos da Igreja como é de sacrossanta justiça, aquela força benfazeja que dela brota livremente para os espíritos dos homens, para as classes da sociedade civil, para as artérias do próprio organismo da coisa pública, ajunte em fraterna aliança toda a família das nações e a conduza àquela prosperidade que harmonize, garanta, e conjugue os deveres e os direitos de todos, a ninguém lese, e se afirme, por mútua união de sentir, agir e colaborar, cada vez mais florescente


Oremos pelos que mais sofrem : 12. E não esqueçais, veneráveis irmãos e queridos filhos, ao desfiardes, em prece de novo fervor, as contas do terço de nossa Senhora, não esqueçais, dizemos, os que no cativeiro, nas prisões, nos campos de concentração se encontram infelizmente detidos. Como sabeis, há entre eles membros do venerando episcopado, afastados violentamente das suas sedes precisamente por terem defendido com valentia os sacrossantos direitos de Deus e da Igreja; há filhos, pais e mães de família arrancados para longe do lar doméstico e condenados a levar vida miserável, por terras desconhecidas e sob outros céus e outros climas. Tal como nós amamos a todos esses com afeto particular e os abraçamos com paternal carinho, assim também vós, animados daquela caridade fraterna que deriva da religião cristã e é por ela fomentada, unindo às nossas as vossas preces diante do altar da Virgem Mãe de Deus, os encomendareis ao seu coração maternal. Ela, sem dúvida, com doçura especial, lhes aliviará o sofrer, reavivando-lhes no peito a esperança do prêmio eterno, e não deixará também, como firmemente confiamos, de apressar, quanto antes, o fim de tantas dores


CONCLUSÃO

Terço pelas intenções do romano pontífice : 13. Não duvidando que vós, veneráveis irmãos, com o costumado zelo ardente dareis conhecimento ao vosso clero e ao vosso povo, da maneira que vos parecer mais oportuna, desta nossa paterna exortação, e certos também de que os nossos filhos, esparsos por todas as partes do mundo, corresponderão de bom grado a este nosso convite, em testemunho da nossa gratidão e penhor das graças celestes, a vós todos, ao rebanho confiado a cada um de vós – nomeadamente aos que, durante o mês de outubro em especial, recitarem devotamente o terço pelas nossas intenções-, concedemos com efusão de coração a bênção apostólica


Dado em Roma, junto a São Pedro, no dia 15 de setembro, festa das sete dores da santíssima virgem Maria, no ano de 1951, XIII do nosso pontificado
 PIO PP. XII






LITURGIA DO DIA 04 DE OUTUBRO DE 2013
PRIMEIRA LEITURA (BR 1,15-22)
LEITURA DO LIVRO DE BARUC. - 15Ao Senhor nosso Deus, cabe justiça; enquanto a nós, resta-nos corar de vergonha, como acontece no dia de hoje aos homens de Judá e aos habitantes de Jerusalém,16aos nossos reis, nossos príncipes e sacerdotes, aos nossos profetas e nossos antepassados: 17pois pecamos diante do Senhor e lhe desobedecemos 18e não ouvimos a voz do Senhor, nosso Deus, que nos exortava a viver de acordo com os mandamentos que ele pôs sob os nossos olhos. 19Desde o dia em que o Senhor tirou nossos pais do Egito, até hoje, temos sido desobedientes ao Senhor nosso Deus, procedemos inconsideradamente, deixando de ouvir sua voz; 20por isso perseguem-nos as calamidades e a maldição, que o Senhor nos lançou por meio de Moisés, seu servo, no dia em que tirou nossos pais do Egito, para nos dar uma terra que mana leite e mel, como de fato é hoje. 21Mas não escutamos a voz do Senhor, nosso Deus, como vem nas palavras dos profetas que ele nos enviou, 22e entregamo-nos, cada qual, às inclinações do perverso coração, para servir a outros deuses e praticar o mal aos olhos do Senhor, nosso Deus! - Palavra do Senhor

SALMO RESPONSORIAL

POR VOSSO NOME E VOSSA GLÓRIA, LIBERTAI-NOS, Ó SENHOR!

— Invadiram vossa herança os infiéis, profanaram, ó Senhor, o vosso templo, Jerusalém foi reduzida a ruínas! Lançaram aos abutres como pasto os cadáveres dos vossos servidores; e às feras da floresta entregaram os corpos dos fiéis, vossos eleitos

— Derramaram o seu sangue como água em torno das muralhas de Sião, e não houve quem lhes desse sepultura! Nós nos tornamos o opróbrio dos vizinhos, um objeto de desprezo e zombaria para os povos e àqueles que nos cercam. Mas até quando, ó Senhor, veremos isto? Conservareis eternamente a vossa ira? Como fogo arderá a vossa cólera?

— Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo

— Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados!


EVANGELHO (LC 10,13-16)
PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO + SEGUNDO LUCAS - Naquele tempo, disse Jesus: 13“Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque se em Tiro e Sidônia tivessem sido realizados os milagres que foram feitos no vosso meio, há muito tempo teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e sentando-se sobre cinzas. 14Pois bem: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia terão uma sentença menos dura do que vós.15Ai de ti, Carfanaum! Serás elevada até o céu? Não, tu serás atirada no inferno.16Quem vos escuta a mim escuta; e quem vos rejeita a mim despreza; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” - Palavra da Salvação





 
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE - “Queridos filhos! O Pai não deixou vocês sozinhos, imenso é o Seu Amor, o Amor que Me conduz a vocês, para ajudá-los a conhecê-Lo e por intermédio de Meu Filho, com o coração preenchido possam chamá-Lo Pai, deste modo possam ser um povo na família de Deus. Mas, filhos Meus, não esqueçam que vocês não estão neste mundo só para vocês mesmos e que não chamei vocês aqui só para si mesmos. Aqueles que seguem Meu Filho, pensam no irmão em Cristo como em si próprios e não conhecem o egoísmo. Por isto eu desejo que vocês sejam a Luz do Meu Filho para que vocês possam iluminar aqueles que estão no pecado, aflição, dor e solidão, e com esta luz das suas vidas demonstrarem o Amor Divino. Eu estou com vocês! Se abrirem os seus corações, os conduzirei. Novamente os convido a rezarem para os seus pastores! Obrigada” - Nossa Senhora abençoou a todos e todos os objetos trazidos para a benção . O grupo Medjugorje Brasil estava próximo da vidente Mirjana e levou todos os pedidos e os objetos para serem abençoados . MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM 2 DE OUTUBRO DE 2011



A IGREJA CELEBRA HOJE , SÃO FRANCISCO DE ASSIS - Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”. Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo.“Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas” . Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes . A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida . Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas . O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX . São Francisco de Assis, rogai por nós!


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