SOBRE O CATÓLICO E A APOSTASIA - LITURGIA DIÁRIA , 24 DE JUNHO DE 2013

domingo, 23 de junho de 2013

SOBRE O CATÓLICO E A APOSTASIA


DIZ NA SAGRADA ESCRITURA : 'Respondeu-lhes JESUS: Cuidai que ninguém vos seduza . Muitos virão em MEU NOME, dizendo: sou eu o cristo. E seduzirão a muitos". (MT 24, 4-5) . "Então se alguém vos disser: eis, aqui está o cristo! ou: ei-lo acolá!, não creiais. Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos". (MT 24, 23-24) . "Guardai-vos dos falsos profetas. eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro SÃO LOBOS ARREBATADORES" . (MT 7,15) . "Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de DEUS, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo" (1JO 4,1)



P - É verdade que todos os protestantes se condenam?

R - A danação é certa para todos os protestantes que chamamos protestantes formais, ou seja, para todos aqueles que sabem que eles estão fora da única e verdadeira Igreja, que é a Igreja católica; para aqueles que a combatem, que a caluniam, que buscam roubar-lhe seus filhos. Eu digo: que todos estes se condenam, porque é um dogma ou um artigo de fé que: Fora da Igreja não há salvação. Há somente a ignorância invencível que possa escusar diante de Deus

P - O que o senhor entende por ignorância invencível?

R - Eu entendo por isto este estado da alma em virtude da qual uma pessoa vive a boa féassegurada de que sua religião, que se chama cristã, é a verdadeira. É assim que vemos como protestantes de boa fé todos aqueles que jamais tiveram uma dúvidaao menos séria, sobre a falsidade de sua religião. Que, se lhes ocorreu de ter alguma dúvida, e que após o exame da questão, eles persistem em crer que o protestantismo é bom, neste caso ainda, pode-se considerá-los como de boa fé. Estas pessoas são escusáveis diante de Deus, visto que elas O servem da melhor maneira que elas conhecem, observando sua lei divina e esperando a salvação eterna pelos méritos de Jesus Cristo


P - O senhor acredita que haja muitos protestantes que estejam nesta ignorância invencível, dito de outra forma, na boa fé?

R - Isto é conhecido só por Deus. Só Ele escruta o segredo dos corações. Mas se, em uma coisa difícil de se saber, fosse permitido fazer alguma conjectura, minha opinião seria de que há muitos destes protestantes de boa fé entre as pessoas incultas, entre os camponeses e os operários. Contudo, a ignorância invencível e a boa fé não lhe são ainda suficientes para conduzi-los à salvaçãoEles devem conhecer completamente, ao menos, os principais mistérios de nossa féeles devem crer neles formalmente, ter a esperança, a caridade e uma verdadeira dor por seus pecados. Ora, estes pobres infelizes estão, em sua maioria,desprovidos completamente de tudo isso em suas seitas. Donde ocorre que mesmo para estes protestantes de boa fé, há uma grande dificuldade de alcançar a salvação

P - Aqueles que passam da Igreja católica ao protestantismo podem ter esta ignorância invencível?

R - Seria absurdo pensar nissoComo pode estar na ignorância invencível em relação à verdadeira Igreja, aquele que foi instruído e edificado em seu seio e que a abandona por pura malícia: aquele que vende sua alma por um bocado de pão, que a trafica no intuito de viver ímpio e de forma celerada?

P - Perdão: não poderia acontecer de que um católico tome a resolução de se fazer protestante em virtude de uma convicção profunda tirada da leitura da Bíblia ou de algum escrito erudito de um sábio protestante; ou mais ainda, por outro fim honesto qualquer?

R - Não; isto não é possível, quando se trata de um verdadeiro católico. Com efeito, a fé lhe ensina que Deus estabeleceu a Igreja para lhe ensinar a verdade com uma autoridade infalível, e que qualquer um que abandona a Igreja apostasia a verdade. Ora, como não pode haver verdadeira convicção contra a verdade, segue que a convicção do apóstata católico nunca pode ser nem profunda, nem mesmo superficial. Quanto à Bíblia, ela contém a palavra de Deus, ou seja, a própria verdade, e, por esta razão, ela jamais poderia conduzir ninguém contra a verdade ensinada pela Igreja. A ilusão e o erro estão totalmente do lado daquele que lê a Bíblia sem compreendê-la. Vem, em seguida, o escrito do sábio protestante. Mas jamais se pode dar o nome de sábio a um protestante, quando ele se coloca em contradição com a Igreja docente. Ele é, ao contrário,somente um ignorante ou um pretensioso, ou mesmo ainda, um e outro ao mesmo tempo. Em último lugar, é impossível que um católico se faça protestante em um intuito honesto. Pois isto seria dizer que se pode cometer um pecado enorme em um fim honesto

P - O senhor diria, então, que não haveria nenhum católico que possa se salvar após ter se tornado protestante?

R - Eu digo que é óbvio, de uma certeza de fé, que todos os católicos que se fazem protestantes são condenadosExceto, no entanto, no caso de um arrependimento sincero antes da morte, de um arrependimento acompanhado da abjuração dos erros protestantes. Fora deste caso, é de fé que todos os católicos que se fazem protestantes se condenam irremissivelmente por toda a eternidade

P - Por que o senhor diz que esta danação é óbvia de uma certeza de fé?

R - Porque temos aí um ponto evidentemente revelado por Deus. Não é de fé que, para aquele que morre por sua falta fora da Igreja, não há salvação? Não pode haver dúvida sobre este ponto. Ora, estes miseráveis apóstatas morrem por sua culpa fora do seio da Igreja, portanto, é de fé que eles se condenam. Ademais, é de fé que qualquer um que morre em estado de pecado mortal se condena eternamente. Ora, estes que morrem em estado de cisma e de heresia voluntária se encontram em estado de pecado mortal, portanto, é de fé que eles se condenam

P - Esta máxima me parece de uma intolerância cruel e completamente contrária à bondade de Deus

R - Você se engana extremamente. Esta máxima, longe de ser uma máxima de intolerância, é uma verdade de fé perfeitamente conforme à sã razãoDeus não pode ser indiferente ao sujeito da submissão que lhe é devida. Visto que Ele mesmo ensinou aos homens a verdade religião, Ele não pode transigir com uma religião falsa, inventada ao prazer e sub-rogada pelo orgulho do homem à religião divina. Se Deus agisse de outra forma, Ele protegeria a mentira e daria suas recompensas para os inimigos revoltados contra Ele, o que repugna. Mas dizer que temos aí uma conduta cruel e contrária à bondade de Deus é uma verdadeira blasfêmia, visto que Deus revelou o contrário. Abra a Bíblia, lá você irá ler: Aquele que não crer será condenado - Aquele que não escutar a Igreja, tome-o por um pagão e um publicano - Aquele que vos escuta me escuta; aquele que vos rejeita me rejeita; e outros textos semelhantes

P - Eu vejo que o senhor tem razão. Eu não posso, no entanto, me persuadir, eu confesso, que todos aqueles se fazem protestantes incorrem na danação eterna. Do que eles são culpáveis, de diversidade de opinião?

R - É assim que falam os descrentes e os homens sem razão para cobrir, sob belas palavras, o próprio ato de sua impiedade. Mas Deus estatuiu o contrário, como acabastes de ouvir. Ora, quem dos dois tem razão? A ilusão louca, que busca se fazer como estes ímpios para crer e viver a seu modo, sem remorsos, mudará os decretos de Deus? As corujas não suportam a luz do sol, mas o sol não resplandece apesar delas? O que eles chamam de opiniões são verdadeiras heresias, negações da fé, erros perversos contra as verdades reveladas de Deus e ensinadas pela Igreja. Portanto, não há outro meio: ou permanecer bons católicos, ou se condenar eternamente. Deus necessita destes traidores? Ele não pronunciou a condenação eterna dos idólatras e dos infiéis? Que direito os apóstatas pretendem ter para serem mais bem tratados que estes últimos?

P - Bem! Há uma grande diferença entre uns e outros. Os primeiros eram pagãos e infiéis; estes, ao contrário, são cristãos que creem em Jesus Cristo como nós, que adoram como seu Pai o mesmo Deus; eles O invocam todos os dias como os católicos, recitando a Oração Dominical. Como, pois, o senhor pode reunir em um molho os protestantes e os pagãos?

R - Sabia que os apóstatas católicos são piores que os pagãos e os próprios infiéis. Pois estes pecavam por ignorância. Esta ignorância era culpável, e é por isso que ela não pôde lhes servir de escusa; mas enfim, se os confrontamos com os cristãos, podemos dizer que os pagãos viviam na ignorância e nas trevasEstes apóstatas católicos, ao contrário, pecam somente por malícia e por uma malícia diabólica, querendo servir sua apostasia aos fins humanos e ímpios. Eles professam ser cristãos, mas os gnósticos se afirmavam, eles também, cristãos. Eles protestam por sua fé em Jesus Cristo; mas é uma fé ao seu modo, pois eles não se dão nenhuma preocupação de saber qual é o Cristo ao qual eles afirmam crer. Eles afirmam que Deus é seu pai, e eles só tem de Deus uma ideia vaga. De resto, qualquer um que não tem a Igreja por Mãe, não saberia ter Deus por Pai. Jesus Cristo nos ordena para olhar estes homens como infiéis, e Ele, Ele os olharia como cristãos?!

P - Ainda um escrúpulo. O pecado de apostasia não é um pecado como outro?

R - Não, sem dúvida. Há uma diferença enorme entre os outros pecados, por mais graves que eles sejam, e a apostasia da féOs católicos que pecam, ou por fragilidade ou por malícia, agem, certamente, mal, e muito maleles estão, eles também, em estado de danaçãoContudocomo seu coração retém a fé, ainda que ela esteja morta, ela permanece aí, não obstante, como a raiz sobre a terraUma vez a agitação das paixões passada, a fé começa a operar, ela gera o remorso com mais força, Deus coopera por sua graça, e a fé reverdeja, como o grão escondido durante o inverno cresce novamente na primaveraNesta raiz da fé, ele encontra milhares de recursos para chegar à conversão, e, em particular, o uso dos sacramentos, que nos reconduzem a Deus pela via da penitência e da reconciliação. Ao contrário, tudo está perdido para aquele que renunciou à fé, ele não tem mais meios de nenhuma natureza, ele está privado do uso dos sacramentos e de todo outro sustento. Somente um milagre da graça é capaz de reconduzir o apóstata infeliz no bom caminho e na via da salvação. Ora, você sabe que os milagres são raros, e daí vem que são raros também os apóstatas que se convertem. A maior parte dentre eles morre na impenitência final e se condena eternamente - [P. JEAN PERRONE, C.J. LE PROTESTANTISME ET L'ÉGLISE CATHOLIQUE. CONTROVERSES À L'USAGE DU PEUPLE. 2E ÉDITION, H. CASTERMAN, PARIS, 1857]




SÃO JOÃO BOSCO santificava o mundo, mas não mundanizava a Igreja, ele sabia que a Esposa de Cristo se alicerçava e fundamentava toda a sua Verdade na Revelação de Nosso Senhor, compreendia que quando havia uma invasão do profano para dentro das paróquias, seminários e noviciados, o que mais se atacava era a Tradição, a riqueza apostólica que enobrecia a Igreja, justamente por esse entendimento, e sabendo a respeito da missão cristã, D.Bosco nunca se pretendeu a utilizar os meios lúdicos, inerentes a juventude, misturados a Missa ou a vida religiosa, como forma de levar os jovens a piedade cristã. Vale frisar que São João Bosco tinha uma compreensão dos erros da sociedade; a invasão maçônica, o crescimento da influência protestante, o surgimento de ideologias libertárias, sofreu por defender a Igreja e o Papa, passou a ser retaliado pelos franco-maçons e hereges, e em meio ao espírito da unificação italiana, com seus ideais anti-católicos, se deparou cotidianamente com pensamentos contrários a Igreja. Atualmente estas doutrinas, ideologias, estão infiltradas na sociedade de forma muito mais profunda; ateísmo, liberalismo, marxismo, sexualismo, protestantismo, se antes a santificação era importante, e a mundanização maléfica, hoje a santificação é urgente, e a mundanização destrutiva

D.Bosco levava para o meio profano a Verdade cristã, a moral católica, a doutrina da Santa Igreja, o fim era justamente levar os jovens a viverem de forma digna e piedosa a mensagem de Nosso Senhor. São João transportava hinos de louvores para as bandas, a oração do terço para os intervalos de suas estripulias, um sermão sobre a moral para uma conversa que se caminhava para o pecado, ou seja, sabia utilizar o lúdico, assim como as próprias armas do mundo para sacralizá-lo. O que ocorre atualmente é que muitos religiosos não mais compreendem a necessidade de tornar a sociedade santa, e ao contrário disto, levam o mundo para dentro da Igreja, consequentemente o fiel não mais discerne entre a realidade profana e o ambiente sacro, não tendo uma aspiração transcendente e de crescimento, o homem não consegue mais visualizar o seu desenvolvimento espiritual

Um fator importante na história de D.Bosco foi seus embates com os protestantes, estes passaram a perseguir o Santo, compreendiam o “mal” que causava; tornava os jovens piedosos católicos, o que impedia o crescimento de suas seitas. Existem muitos casos a respeito; o menino do Oratório que havia se tornado protestante, e que perto da morte, graças a D.Bosco, que travou uma luta com o pastor, retornou a Igreja. O Santo temia que morresse renegando a Religião, o que acarretaria na sua condenação, outra história é a do ministro protestante que se lançou numa discussão apologética com D.Bosco, mais saiu envergonhado e nervoso, isso sem contar as tentativas de assassinato (envenenamento, alvo de tiros e pauladas, ataques de gangues, etc), e suborno; eles queriam que o Santo parasse de escrever as Leituras Católicas, que se dedicasse à história ou a outro ramo, com a certeza que receberia uma “ajuda” monetária para seu Instituto.

D.Bosco “incomodava” os hereges porque defendia piedosamente a Igreja e o Papa, e fazia com que os jovens se tornassem fiéis e ortodoxos no seguimento da Doutrina e do Magistério . Quando os protestantes quiseram comprá-lo para acabar com suas santas publicações, D.Bosco disse :

- “Bem vejo que os senhores não sabem quem são os padres católicos, sempre prontos a dar a própria vida pela glória de Deus e pela salvação das almas . Lutero foi o primeiro a levantar a bandeira da rebelião contra a fé católica, e foi o principal autor dos males que amarguraram a Igreja neste tempo. Com seu sistema perverso de submeter a palavra de Deus ao exame e juízo de cada um, causou mais dano à religião católica, do que todos os hereges da idade passada; de maneira que, se pode chamar este apóstata, o primeiro precursor do Anti-cristo” – [SÃO JOÃO BOSCO ESCREVEU NO SEU LIVRO "COMPÊNDIO DE HISTÓRIA ECLESIÁSTICA"]





Um dos fatos pouco conhecido relacionado ao SANTO PADRE PIO DE PIETRELCINA , é a sua brutal e impiedosa aversão às heresias, em particular ao Protestantismo. Sua repugnância à herança de Lutero era tamanha, que em certa ocasião pronunciou : “Não sabeis que o protestantismo também possui um fundador sobrenatural? Sabeis agora, trata-se de um anjo, e seu nome é Lúcifer”


É preciso salientar, ademais, que Padre Pio vivia em um convento, e não tinha contato pleno com o mundo externo, e sua ira contra o Protestantismo certamente era movida de alguma forma pela sua misticidade. Isso fica bem claro quando ele diz : “É a Virgem quem chora porque não combatemos este inimigo , o protestantismo”


O santo estigmatizado ainda faz duas simples e contundentes analogias – Padre Pio era excelente em fazer comparações – para advertir contra o perigo do Protestantismo :

“O protestantismo é como uma nuvem negra que rapidamente cobre todo o brilho do sol. Sabeis, pois, que uma nuvem não é mais grandiosa que o sol, e que ela não o cobre para sempre. A nuvem passa pelo sol, assim como o protestantismo passará perante a Igreja, sem lhe causar dano algum, pois o que não provém do céu jamais poderá vencer o próprio céu”


“Olhe para o Protestantismo como um grande hospital, onde os médicos não são verdadeiros médicos, e os remédios não fazem efeito porque não possuem a substância correta. Verás, pois, que se um moribundo adentrar nesse hospital suplicando que lhe cure, sequer ouvirá uma solução para sua doença, ou será atendido de forma desleixada, e a morte será o seu único fim. Assim é o protestantismo: há pastores que não são pastores, e há doutrinas que não salvam, por não serem as doutrinas de Cristo. E seu único fim [do protestante] é a morte eterna, se a misericórdia divina não contrapuser a justiça temerosa”


Por fim, a forma radical com a qual Padre Pio tratava a heresia protestante deve ser tomada como um exemplo para nós que somos filhos da Igreja de Cristo, pois, como o próprio santo disse, “é impossível amar a Igreja e não lutar para destruir esta heresia”




SANTA TERESA D'AVILA DISSE CERTA VEZ : “Em certa ocasião, tive notícias dos prejuízos e estragos que faziam os luteranos na França, e o quanto ia crescendo esta desventurada seita

Deu-me grande aflição, e, como se pudesse ou valesse alguma coisa, chorava com o Senhor, suplicando-lhe para remediar tanto mal. Parecia-me que mil vidas daria eu para a salvação de uma só alma das muitas que ali se perdiam" - [FONTE : SANTA TERESA D'AVILA , LIVRO “ CAMINHO DE PERFEIÇÃO”]



E depois, ainda há quem hipocritamente diga : "muito mais importante é o que nos une...", e isto quase ao mesmo tempo em que repetem mecanicamente e sem atentar no significado das palavras : "A Santa Missa é o ápice da Igreja". Ora, está aí uma contradição patente: como que a Santa Missa, sendo o ápice, é menor do que "o que nos une"? E o que dizer da devoção a Nossa Senhora, que é outro fator que nos separa?

Fica evidente a apostasia prática, a traição mesmo de quem, em vistas de um caricato da caridade, adota aquilo que o Papa Pio XII chamava de "falso irenismo" que menos não é que o sincretismo, produto do relativismo doutrinal

Eis, no entanto, aí em cima, a fala de uma verdadeira católica que, com santa objetividade e movida de zelo pelas almas (verdadeira caridade), declara sem hesitar que naquela "desventurada seita" se perdiam muitas almas. O mesmo se diga das demais heresias, chamadas falsamente de igrejas, que hoje pululam em tudo que é canto





LITURGIA DO DIA 24 DE JUNHO DE 2013
PRIMEIRA LEITURA: ISAÍAS 49, 1-6

NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA , (BRANCO, GLÓRIA, CREIO, PREF. PRÓPRIO - OFÍCIO DA SOLENIDADE) - LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS1Ilhas, ouvi-me; povos de longe, prestai atenção! O Senhor chamou-me desde meu nascimento; ainda no seio de minha mãe, ele pronunciou meu nome. 2Tornou minha boca semelhante a uma espada afiada, cobriu-me com a sombra de sua mão. Fez de mim uma flecha penetrante, guardou-me na sua aljava. 3E disse-me: Tu és meu servo, (Israel), em quem me rejubilarei. 4E eu dizia a mim mesmo: Foi em vão que padeci, foi em vão que gastei minhas forças. Todavia, meu direito estava nas mãos do Senhor, e no meu Deus estava depositada a minha recompensa. 5E agora o Senhor fala, ele, que me formou desde meu nascimento para ser seu Servo, para trazer-lhe de volta Jacó e reunir-lhe Israel, (porque o Senhor fez-me esta honra, e meu Deus tornou-se minha força). 6Disse-me: Não basta que sejas meu servo para restaurar as tribos de Jacó e reconduzir os fugitivos de Israel; vou fazer de ti a luz das nações, para propagar minha salvação até os confins do mundo - Palavra do Senhor

SALMO RESPONSORIAL(138)

REFRÃO: EU VOS LOUVO E VOS DOU GRAÇAS, Ó SENHOR, PORQUE DE MODO ADMIRÁVEL ME FORMASTES!

1.
 Senhor, vós me sondais e conheceis, sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos; percebeis quando me deito e quando eu ando, os meus caminhos vos são todos conhecidos. -R.

2. Fostes vós que me formastes as entranhas, e no seio de minha mãe vós me tecestes. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! -R.

3. Até o mais íntimo, Senhor, me conheceis; nenhuma sequer de minhas fibras ignoráveis, quando eu era modelado ocultamente, era formado nas entranhas subterrâneas. -R.

SEGUNDA LEITURA: ATOS DOS APÓSTOLOS 13, 22-26

LEITURA DOS ATOS DOS APÓSTOLOS - Naqueles dias, 22Depois, Deus o rejeitou e mandou-lhes Davi como rei, de quem deu este testemunho: Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará todas as minhas vontades. 23De sua descendência, conforme a promessa, Deus fez sair para Israel o Salvador Jesus. 24João tinha pregado, desde antes da sua vinda, o batismo do arrependimento a todo o povo de Israel. 25Terminando a sua carreira, dizia: Eu não sou aquele que vós pensais, mas após mim virá aquele de quem não sou digno de desatar o calçado. 26Irmãos, filhos de Abraão, e os que entre vós temem a Deus: a nós é que foi dirigida a mensagem de salvação - Palavra do Senhor

EVANGELHO: LUCAS 1, 57-66.80

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO LUCAS - Naquele tempo, 57Completando-se para Isabel o tempo de dar à luz, teve um filho. 58Os seus vizinhos e parentes souberam que o Senhor lhe manifestara a sua misericórdia, e congratulavam-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino e o queriam chamar pelo nome de seu pai, Zacarias. 60Mas sua mãe interveio: Não, disse ela, ele se chamará João. 61Replicaram-lhe: Não há ninguém na tua família que se chame por este nome. 62E perguntavam por acenos ao seu pai como queria que se chamasse. 63Ele, pedindo uma tabuinha, escreveu nela as palavras: João é o seu nome. Todos ficaram pasmados. 64E logo se lhe abriu a boca e soltou-se-lhe a língua e ele falou, bendizendo a Deus. 65O temor apoderou-se de todos os seus vizinhos; o fato divulgou-se por todas as montanhas da Judéia. 66Todos os que o ouviam conservavam-no no coração, dizendo: Que será este menino? Porque a mão do Senhor estava com ele. 80O menino foi crescendo e fortificava-se em espírito, e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel - Palavra da salvação







MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE – “Hoje estou unida a vocês na oração, de um modo especial, rezando pelo dom da presença do meu filho amado na Pátria de vocês. Rezem, filhinhos, pela saúde do meu filho predileto que sofre e que Eu, contudo, escolhi para estes tempos. Eu rezo e intercedo junto ao meu Filho Jesus para que se realize o sonho dos seus pais. Rezem, filhinhos, de modo especial, porque Satanás é forte e deseja destruir a esperança em seus corações. Eu os abençôo” – MENSAGEM DO DIA 25.08.94


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