A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL DA CULTURA DE MORTE - Parte 1

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

MAIO DE 2012, A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL DA CULTURA DE MORTE - Parte 1

 
Padre Paulo Ricardo apresentou, no dia 28 de agosto, em primeira mão, o documento intitulado "A Nova Estratégia Mundial do Aborto". Este documento informa, de forma sistemática, todos as ações dos governos da América Latina, combinados com as grandes fundações internacionais para implantar a Cultura da Morte.

Apoiado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB, este documento precisa ser divugado e estudado por todos quanto puderem .Precisamos nos mobilizar para impedir que essa catástrofe se abata sobre o nosso continente.

Segue a primeira parte do documento:

APRESENTAÇÃO

O governo brasileiro está na iminência de iniciar uma nova política para promover o aborto no país. No entanto, as novas medidas que estão sendo anunciadas são apenas o ponto de partida de um golpe contra a vida humana, que começou a ser planejado há cerca de dez anos, para desencadear, de um modo fulminante e simultâneo, o estabelecimento da Cultura da Morte em toda a América Latina. O objetivo deste documento é mostrar como, neste ano de 2012, a Cultura da Morte pretende desencadear, internacionalmente, uma nova estratégia para promover o aborto. A promoção do aborto é um atentado criminoso contra o mais fundamental dos direitos humanos. Promover o aborto é promover o homicídio de vidas inocentes. Pela preservação da democracia, estude e divulgue este documento.
24 de agosto de 2012
 

OBJETIVOS DESTE DOCUMENTO.

A implantação mundial do aborto segue uma agenda inaugurada em 1952, quando o mega-bilionário John Rockefeller III fundou, em Nova York, o Conselho Populacional, com a finalidade de implementar políticas internacionais de controle de crescimento populacional, hoje não apenas ainda em vigor como também mais ativas do que naquela época. Mas, ao mesmo tempo, mais do que apenas o controle demográfico, estas políticas representam o início da instalação de uma nova ditadura mundial que terá como base a destruição da distinção entre direitos humanos e legislação positiva. Isto é o que se chama, comumente, de Cultura da Morte.

Um dos princípios básicos da democracia moderna está no reconhecimento da diferença essencial entre os direitos humanos e a legislação positiva, inclusive a legislação constitucional. Uma vez que esta diferença seja abolida, estarão instalados os princípios de um estado totalitário, que não reconhece a existência de direitos humanos anteriores à própria constituição do Estado, que pode modificá-los e impô-los segundo seu próprio arbítrio. A democracia somente pode ser florescer onde os direitos humanos sejam reconhecidos como tais por si mesmos, e não como concessão do governo, como resultado do consenso dos legisladores, ou como fruto de uma decisão popular tomada em plebiscito. A implantação do aborto não significa apenas um avanço no controle do crescimento populacional, mas também o passo mais decisivo para a transformação gradual dos direitos humanos em legislação positiva.

O efeito de uma legislação deste tipo, que está sendo introduzida de caso pensado, será que outras mais terão que ser sucessivamente criadas para justificar os erros das anteriores. Com isto, porém, estará virtualmente instalada a destruição do ideal democrático e, pelo caráter internacional da agenda que a impulsiona, inaugurada uma forma inteiramente nova de ditadura global. Os autores da Cultura da Morte traçaram sua primeira grande estratégia em 1952, por ocasião da fundação do Conselho Populacional, em Nova York, por iniciativa de John Rockefeller III. A estratégia consistiu essencialmente na disponibilização, em escala mundial, dos serviços de planejamento familiar e da legalização do aborto.

A segunda estratégia iniciou-se em 1990 quando a Fundação Ford criou, naquele ano, a política mundial dos direitos sexuais e reprodutivos. A terceira estratégia foi planejada, durante pelo menos uma década, e foi concebida para produzir um resultado fulminante e simultâneo em todos os países que, não obstante a primeira e a segunda estratégias, atualmente continuam a recusar-se em aceitar a implantação da Cultura da Morte. A nova estratégia consiste essencialmente em uma falsa política de redução de danos e na implementação, dentro dos serviços já existentes de planejamento familiar, de novos serviços de aborto seguro, seguindo o mesmo esquema pelo qual os seus idealizadores implantaram, na última década do século XX, em todo o mundo, a contracepção de emergência. A descrição da origem, da evolução e do modo como se pretende instalar esta terceira estratégia no Brasil e na América Latina é o principal objeto deste documento.


O governo brasileiro é, no momento, um dos principais atores desta infame agenda imposta desde o estrangeiro a todo o nosso continente. O povo brasileiro é maciçamente contrário ao aborto. Os níveis de rejeição ao aborto no Brasil são altíssimos e crescem ano após ano. Os dados do Ministério da Saúde sugerem também que a própria prática do aborto tem diminuído, nos últimos cinco anos, a taxas da ordem de 12% ao ano, a cada ano. Apesar deste quadro, que o Brasil compartilha com vários outros países da América Espanhola, nosso atual governo aparelhou vergonhosamente toda a estrutura pública para promover o aborto como em nenhum outro país da América Latina. Contrariando as promessas de governo da presidente Dilma Rousseff que, para poder eleger-se em 2010, teve que prometer por escrito que nada faria para promover o aborto no país, o governo brasileiro anunciou, em junho de 2012, uma série de medidas que, sob a falsa aparência da redução de danos, inaugurarão de fato uma nova política para promover o aborto no Brasil.

Segundo as novas medidas, apresentadas como se fossem uma política de origem nacional, o governo não considera crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto e está preparando um programa pelo qual o Sistema de Saúde Brasileiro passará a orientar as mulheres sobre como usar corretamente os métodos existentes para abortar. Além disso, o Ministério da Saúde está também preparando uma cartilha para orientar as mulheres que desejam abortar e uma nova Norma Técnica que servirá de base para um programa de aconselhamento para mulheres que enfrentam uma gravidez indesejada.

Finalmente, o Ministério também está considerando liberar a venda de remédios abortivos para o público. Todas estas medidas serão tomadas independentemente do fato de que a lei estabeleça ou não que a prática do aborto seja um crime. Logo após o anúncio de tais medidas, os grupos que trabalham em defesa da vida no Brasil denunciaram que a origem da nova política estava claramente documentada no Diário Oficial da União. O periódico governamental registrava que o Ministério da Saúde havia assinado, com a Fundação Oswaldo Cruz, uma seqüência de cinco contratos, praticamente idênticos, datados de dezembro de 2009, outubro de 2010, dezembro de 2010, dezembro de 2011 e janeiro de 2012, para formar grupos de estudo sobre o aborto no Brasil. O primeiro dos contratos da série menciona explicitamente que a finalidade do trabalho seria planejar a legalização do aborto no Brasil.

No final de 2011, o Diário Oficial da União também menciona várias viagens de funcionários do Ministério da Saúde ao exterior para participar de reuniões sobre estratégias e processos em andamento para melhorar o acesso da população a medicamentos abortivos. O anúncio, em junho de 2012, da nova política para o aborto do governo brasileiro, não seria nada mais do que o resultado planejado destes contratos e destas viagens. A reação não tardou a esperar. No final de junho de 2012 vinte e sete deputados federais protocolaram os requerimentos RIC 2380/12 e RIC 2381/12, endereçados ao Ministério da Saúde do Brasil, solicitando a apresentação de toda a documentação pertinente e das cópias completas dos cinco contratos assinados pelo ministério, além dos relatórios de trabalho das viagens empreendidas. O teor dos requerimentos pode ser lido nos seguintes endereços do Congresso Nacional:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=549777

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=549778

Segundo informações do Congresso Nacional, a documentação solicitada somente foi apresentada à Câmara na quarta feira, dia 22 de agosto. O prazo de 30 dias, estabelecido por lei para o cumprimento da requisição, sob pena de crime de responsabilidade, havia-se esgotado no dia 10 de agosto, sem que o Ministério houvesse encaminhado qualquer satisfação aos parlamentares. Até o momento em que este texto estava sendo redigido, não havia informações disponíveis sobre o teor da documentação. Mas, enquanto isto, em todo o continente, vários grupos em defesa da vida, que se dedicam ao estudo destas questões, rastrearam a verdadeira origem desta política. Os dados mostram que a nova iniciativa do Ministério da Saúde brasileiro não se iniciou em 2009, nem partiu de brasileiros. Tratava-se apenas do ponto de partida visível para desencadear uma nova estratégia, muito mais ampla e ambiciosa, para a promoção do aborto. Os dados estão, no momento, circulando entre os grupos que trabalham em defesa da vida.

A história parece iniciar-se em 2002, e trata-se, ao que tudo indica, do início da terceira grande estratégia para implantar a Cultura da Morte a nível internacional, idealizada, desta vez, principalmente para os países que resistem crescentemente à implantação do aborto, em particular na América Latina. A questão é gravíssima. Pela preservação da democracia, estude com atenção este documento. Divulgue-o para todos os seus conhecidos. Para facilitar impressão, estudo e envio pela internet, uma cópia deste documento pode ser encontrado, em arquivo pdf, neste endereço:

http://www.documentosepesquisas.com/maio2012.pdf

A promoção do aborto é um atentado criminoso contra o mais fundamental dos direitos humanos. Promover o aborto é promover o homicídio de vidas inocentes. Como ficará visível neste texto, o problema transcende as fronteiras individuais dos países e faz parte de um plano pesadamente financiado por organizações internacionais que investem na promoção do aborto em todo o mundo. Agora, mais do que nunca, estamos todos juntos, no mesmo barco.

Veja Também: A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL DA CULTURA DE MORTE - Parte 2
http://www.nossasenhorademedjugorje.com/2012/09/a-nova-estrategia-mundial-da-cultura-de.html
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Um comentário:

  1. Não encontrei um link contendo um contato com vocês, e como queria falar com vcs, escrevo esta mensagem, que depois pode ser apagada.
    Eu encontrei um site na internet que contém informações que não temos como conformar, mas talvez vcs queiram dar uma olhada.
    o link é: http://danizudo.blogspot.com.br/2012/03/legalizacao-do-aborto-um-plano.html

    fala do aborto como sacrifício para o inimigo, de modo que a nova ordem mundial se instale! E eles falam de todo o processo histórico, do plano maçônico deste Albert Pike em relação à realização de 3 grandes guerras e todos esses sacrifícios humanos...
    Não sei se pode-se confiar, mas vcs poderia verificar se procede ou não.
    Atenciosamente,
    Cristiane

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